sexta-feira, 24 de julho de 2015

Autor: Antonia Leonora van der Meer Ser missionário é um privilégio, não um fardo intolerável carregado por uns “grandes servos de Deus”. Deus escolhe os pequenos, os fracos, as coisas loucas deste mundo para que a glória seja só dele (1 Co 1.26-29). Mas esse privilégio está ligado ao caminho da renúncia e de levar cada dia a sua cruz, seguindo a Jesus. O sofrimento já faz parte da vida de muitos missionários e, quanto mais penetrarmos nas regiões ainda não alcançadas, mais teremos contato com realidades de grande carência social e espiritual, de conflito com poderes das trevas, de violência, guerra e perseguição. Isso leva ao sofrimento do missionário e de sua família. Porém, muito mais do que isso, o confronto com o sofrimento do povo certamente vai perturbar profundamente o coração do missionário. Como podemos enviar pessoas para lugares onde o sofrimento é uma realidade diária e muito forte? Alguns acham que isso não pode ser a vontade de Deus. Mas como foi que Deus enviou seu Filho? Com que garantia e segurança? Lembremo-nos de que Jesus disse: “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” (Jo 20.21; 15.20). Isso significa correr os mesmos riscos, vencer a mesma resistência, viver com a mesma expectativa de vitória, por meio do caminho da cruz. Como podemos descrever o sofrimento na vida do missionário? Nas horas de guerra violenta que presenciei, o que me chocou mais profundamente foi ver pessoas feridas, caídas nas ruas sem ninguém poder socorrer, e ouvir as histórias das vítimas da guerra nos hospitais. Uma mulher sem braços que perdeu a única irmã, barbaramente violentada. Crianças atingidas por balas enquanto dormiam em sua própria cama. Ver a falta de recursos e a angústia dessas pessoas era profundamente perturbador. Mas Deus precisa de um instrumento para levar sua graça, amor e esperança a essas pessoas. É o sofrimento de saber da angústia de nossa família e não poder fazer nada para tranqüilizá-la. E as coisas sempre parecem piores do que são para quem as acompanha de longe. É o sofrimento de acompanhar o despertamento espiritual, a descoberta da graça de Deus por uma pessoa, que depois aparece mutilada, morta pela própria família. Outro motivo de sofrimento é que as pessoas põem em nós uma carga de esperança de solução para seus problemas muito além das nossas possibilidades. Às vezes nos perguntamos: “O que estou fazendo aqui? Fará alguma diferença esse pouco que posso fazer?” É claro que fará diferença! Cada vida transformada, que recupera a esperança, a alegria e a razão de viver, a consciência de sua dignidade é uma grande vitória. Mas às vezes ficamos angustiados pelo muito que não podemos fazer e que de nós é esperado. Há também os sofrimentos relacionados com a família que deixamos para trás. Muitos lutam e têm a obrigação de deixar pessoas e ministérios que amam para dar apoio aos pais idosos que precisam de sua presença. Outros sentem-se forçados a voltar prematuramente (o coração ainda quer ficar) para não comprometer a educação e o futuro dos filhos. Além disso, há sofrimentos evitáveis, causados pela irresponsabilidade dos que enviam sem apoio verdadeiro, sem orientação e sem fidelidade no sustento financeiro. Isso gera profundas angústias e as igrejas terão de prestar contas a Deus da maneira como tratam os seus obreiros. Qual é a nossa responsabilidade? Não podemos enviar missionários apenas invocando a bênção de Deus e depois lavar as mãos. A obra é nossa, como igreja brasileira. Precisamos estar bem perto de nossos missionários, acompanhando-os diariamente em oração, mantendo contato por e-mail, carta, telefone, de modo responsável (há lugares onde uma carta mal orientada pode causar muitos problemas). Podemos enviar uma pessoa para visitá-los, orar com eles e ouvi-los. Devemos recebê-los com muito carinho, cuidado e atenção quando vêm de férias, para que tenham um bom descanso e renovação física, emocional e espiritual, provendo suas necessidades. (Infelizmente, ainda há igrejas que cortam o sustento durante os meses em que o missionário está no Brasil, pois entendem erroneamente que ele “já não está fazendo o trabalho missionário”.) Assim, há sofrimentos inerentes ao modelo de encarnação deixado por Cristo, para os quais o missionário deve estar preparado. Outros tipos de sofrimento podem ser minorados e é nossa responsabilidade fazê-lo, com carinho e amor pelos que estão na linha de frente. —– Antonia Leonora van der Meer, mais conhecida por Tonica, foi missionária em Angola por dez anos e, agora, é deã do Centro Evangélico de Missões, em Viçosa, Minas Gerais.
A Armadura De Deus Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo;porque a nossa luta não é coQuanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo;porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno.Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos.” (Efésios 6:10-18) Quando o ser humano se torna filho de Deus, não somente passa a ser herdeiro das bençãos de Deus como tamém dos inimigos de Deus. O mais ferrenho inimigo de Deus é Satanás, cujo objetivo é destruir todo o trabalho divino (Jo 8:44), mas Jesus veio para “destruir o trabalho do diabo” (1 Jo 3:8). Satanás é um anjo caido (Is 14:12-15) e, como tal, é somente um ser criado. Ele, de modo nenhum, é igual a Deus, o criador. Embora Satanás seja superior ao homem em inteligência e força, não é de maneira nenhuma igual a Deus. Os crentes tem o poder do Cristo ressuscitado dentro de si, o que os protege. (1Jo 4:4) A figura da armadura de Deus é a de um soldado romano colocada e presa ao cinto, de maneira que pudesse lutar e trabalhar sem dificuldade. Viver uma vida honesta e íntegra capacita o cristão a ter o mesmo propósito que Cristo, que é a Verdade, e assim batalhar sem impedimento contra o inimigo, que é um perdedor e um mentiroso. A armadura, normalmente, cobria o corpo do pescoço até a cintura e, usualmente, era feita de bronze. Cristãos não precisam procurar proteção e amparo diante de Deus por obras próprias, podem confiadamente, aceitar o que Cristo fez em seu lugar. Adicionalmente foi dada aos cristãos toda a armadura de Deus para “ficar firmes contra as ciladas do diabo” (Ef 6:11). Cada peça da armadura deve ser usada para ajudar os crentes a enfrentar as tentações e as ciladas do Maligno: Cinturão da verdade - a cintura ou o abdômen era geralmente vista como a área das emoções. Ao proteger essa área com a verdade admite-se que as emoções creiam na verdade. Muitas vezes, a pessoa acredita em uma mentira por medo ou autopiedade. O cristão deve ter compromisso com a verdade independentemente das repercussões (Jo 8:32,36) Couraça da justiça – o peito geralmente é visto como o lugar onde se encontra a alma. O coração deve ser mantido limpo e justo, pois o pecado sempre dá uma chance para o inimigo. Confissão e perdão baseados no sangue de Cristo limpam o coração. (1 Jo 1:9) Calçado para os pés - sapatos adequados permitem aos pés irem de um lugar para outro. Sandálias com solas reforçadas com pregos fortes, dão firmeza no andar, mesmo em terrenos muito acidentados. A “preparção” tem o sentido de prontidão em compartilhar o evangelho; é o crente estar a serviço do Senhor, que é levar aos outros em tempo oportuno o envangelho da paz e da reconciliação. A clara visão dessa missão mantem o crente orientado para a direção correta.(Mt 28:19-20) Escudo da fé – O escudo era composto por duas partes sobrepostas de madeira, cobertas com pano de linho ou couro, e ligado com ferro. Quando os soldados lutavam lado a lado, eles podiam unir esses escudos formando assim uma longa parede. Encharcados de água serviam tambem como proteção contra lanças inflamadas, que eram colocadas em piche e incendiadas. O escudo da fé oferece os recursos ilimitados da sabedoria e do poder de Deus (Ef 3:16-21) para se vencer os dardos inflamados das tentações e circunstâncias adversas. (1Cor 10:13) Satanás é o acusador (Ap 12:10) e quer lançar dardos inflamados para provocar dúvidas, medo e culpa. A fé é um escudo invisível que rebate essas falsas acusações. (Hb 11:6). Capacete da salvação – o capacete era de bronze revestido de couro para manter-se firme na cabeça. Os cristãos podem manter-se protegidos contra os ataques de Satanás na medida em que se mantêm confiantes na sua posição de filhos de Deus e integrantes de sua família (Jô 1:12-13), separados para os seus propósitos (Rm 15:16; 1Co 1:2; 2Ts 2:13), percebendo a tarefa de santificação divina em sua vida, experimentando o livramento do pecado (Gl 5:16; fp 2:12-13; Cl 1:10). Um capacete protege a cabeça, o cérebro e os pensamentos. A certeza da salvação é uma enorme defesa contra a dúvida, a insegurança e outras obras do inimigo. (1Jo 5:11-13}) Espada do Espírito – A curta espada de dois gumes possibilitava ao soldado, fortemente armado, atacar e abater seu inimigo de perto. A espada do crente pode ser entendida como “suprido pelo Espírito” ou “usado pelo Espírito”. Paulo identifica a espada como sendo a Palavra de Deus (Hb 4:12). Palavra Rhema, provavelmente, se referia a um aspecto específico das escrituras que o Espírito Santo traz à mente para uma necessidade determinada. Jesus usa trechos específicos de Deuteronômio no seu encontro com Satanás, no deserto, e isso exemplificava bem essa afirmação. (MT 4:4,7,10) . A Palavra viva é poderosa e efetiva. (2Tm 3:16-17) Oração no Espírito – A oração não faz parte da armadura, mas recebe status de abrangência. A oração tem de ser constante quando o cristão enfrenta batalhas, pois depois de lutar e vencer pode descansar. A oração abre canal entre nós e Deus e especialmente quando oramos no meio da batalha, nos mantemos em comunicação com nosso General para direcionamento e encorajamento, principalmente quando oramos em mistérios, em línguas, o inimigo fica perdido, pois não entende os comandos do Senhor para nós, pois é o nosso código de guerra e edificação. “Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder”. Amntra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno.Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos.” (Efésios 6:10-18) Quando o ser humano se torna filho de Deus, não somente passa a ser herdeiro das bençãos de Deus como tamém dos inimigos de Deus. O mais ferrenho inimigo de Deus é Satanás, cujo objetivo é destruir todo o trabalho divino (Jo 8:44), mas Jesus veio para “destruir o trabalho do diabo” (1 Jo 3:8). Satanás é um anjo caido (Is 14:12-15) e, como tal, é somente um ser criado. Ele, de modo nenhum, é igual a Deus, o criador. Embora Satanás seja superior ao homem em inteligência e força, não é de maneira nenhuma igual a Deus. Os crentes tem o poder do Cristo ressuscitado dentro de si, o que os protege. (1Jo 4:4) A figura da armadura de Deus é a de um soldado romano colocada e presa ao cinto, de maneira que pudesse lutar e trabalhar sem dificuldade. Viver uma vida honesta e íntegra capacita o cristão a ter o mesmo propósito que Cristo, que é a Verdade, e assim batalhar sem impedimento contra o inimigo, que é um perdedor e um mentiroso. A armadura, normalmente, cobria o corpo do pescoço até a cintura e, usualmente, era feita de bronze. Cristãos não precisam procurar proteção e amparo diante de Deus por obras próprias, podem confiadamente, aceitar o que Cristo fez em seu lugar. Adicionalmente foi dada aos cristãos toda a armadura de Deus para “ficar firmes contra as ciladas do diabo” (Ef 6:11). Cada peça da armadura deve ser usada para ajudar os crentes a enfrentar as tentações e as ciladas do Maligno: Cinturão da verdade - a cintura ou o abdômen era geralmente vista como a área das emoções. Ao proteger essa área com a verdade admite-se que as emoções creiam na verdade. Muitas vezes, a pessoa acredita em uma mentira por medo ou autopiedade. O cristão deve ter compromisso com a verdade independentemente das repercussões (Jo 8:32,36) Couraça da justiça – o peito geralmente é visto como o lugar onde se encontra a alma. O coração deve ser mantido limpo e justo, pois o pecado sempre dá uma chance para o inimigo. Confissão e perdão baseados no sangue de Cristo limpam o coração. (1 Jo 1:9) Calçado para os pés - sapatos adequados permitem aos pés irem de um lugar para outro. Sandálias com solas reforçadas com pregos fortes, dão firmeza no andar, mesmo em terrenos muito acidentados. A “preparção” tem o sentido de prontidão em compartilhar o evangelho; é o crente estar a serviço do Senhor, que é levar aos outros em tempo oportuno o envangelho da paz e da reconciliação. A clara visão dessa missão mantem o crente orientado para a direção correta.(Mt 28:19-20) Escudo da fé – O escudo era composto por duas partes sobrepostas de madeira, cobertas com pano de linho ou couro, e ligado com ferro. Quando os soldados lutavam lado a lado, eles podiam unir esses escudos formando assim uma longa parede. Encharcados de água serviam tambem como proteção contra lanças inflamadas, que eram colocadas em piche e incendiadas. O escudo da fé oferece os recursos ilimitados da sabedoria e do poder de Deus (Ef 3:16-21) para se vencer os dardos inflamados das tentações e circunstâncias adversas. (1Cor 10:13) Satanás é o acusador (Ap 12:10) e quer lançar dardos inflamados para provocar dúvidas, medo e culpa. A fé é um escudo invisível que rebate essas falsas acusações. (Hb 11:6). Capacete da salvação – o capacete era de bronze revestido de couro para manter-se firme na cabeça. Os cristãos podem manter-se protegidos contra os ataques de Satanás na medida em que se mantêm confiantes na sua posição de filhos de Deus e integrantes de sua família (Jô 1:12-13), separados para os seus propósitos (Rm 15:16; 1Co 1:2; 2Ts 2:13), percebendo a tarefa de santificação divina em sua vida, experimentando o livramento do pecado (Gl 5:16; fp 2:12-13; Cl 1:10). Um capacete protege a cabeça, o cérebro e os pensamentos. A certeza da salvação é uma enorme defesa contra a dúvida, a insegurança e outras obras do inimigo. (1Jo 5:11-13}) Espada do Espírito – A curta espada de dois gumes possibilitava ao soldado, fortemente armado, atacar e abater seu inimigo de perto. A espada do crente pode ser entendida como “suprido pelo Espírito” ou “usado pelo Espírito”. Paulo identifica a espada como sendo a Palavra de Deus (Hb 4:12). Palavra Rhema, provavelmente, se referia a um aspecto específico das escrituras que o Espírito Santo traz à mente para uma necessidade determinada. Jesus usa trechos específicos de Deuteronômio no seu encontro com Satanás, no deserto, e isso exemplificava bem essa afirmação. (MT 4:4,7,10) . A Palavra viva é poderosa e efetiva. (2Tm 3:16-17) Oração no Espírito – A oração não faz parte da armadura, mas recebe status de abrangência. A oração tem de ser constante quando o cristão enfrenta batalhas, pois depois de lutar e vencer pode descansar. A oração abre canal entre nós e Deus e especialmente quando oramos no meio da batalha, nos mantemos em comunicação com nosso General para direcionamento e encorajamento, principalmente quando oramos em mistérios, em línguas, o inimigo fica perdido, pois não entende os comandos do Senhor para nós, pois é o nosso código de guerra e edificação. “Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder”. Am ais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo;porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno.Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos.” (Efésios 6:10-18) Quando o ser humano se torna filho de Deus, não somente passa a ser herdeiro das bençãos de Deus como tamém dos inimigos de Deus. O mais ferrenho inimigo de Deus é Satanás, cujo objetivo é destruir todo o trabalho divino (Jo 8:44), mas Jesus veio para “destruir o trabalho do diabo” (1 Jo 3:8). Satanás é um anjo caido (Is 14:12-15) e, como tal, é somente um ser criado. Ele, de modo nenhum, é igual a Deus, o criador. Embora Satanás seja superior ao homem em inteligência e força, não é de maneira nenhuma igual a Deus. Os crentes tem o poder do Cristo ressuscitado dentro de si, o que os protege. (1Jo 4:4) A figura da armadura de Deus é a de um soldado romano colocada e presa ao cinto, de maneira que pudesse lutar e trabalhar sem dificuldade. Viver uma vida honesta e íntegra capacita o cristão a ter o mesmo propósito que Cristo, que é a Verdade, e assim batalhar sem impedimento contra o inimigo, que é um perdedor e um mentiroso. A armadura, normalmente, cobria o corpo do pescoço até a cintura e, usualmente, era feita de bronze. Cristãos não precisam procurar proteção e amparo diante de Deus por obras próprias, podem confiadamente, aceitar o que Cristo fez em seu lugar. Adicionalmente foi dada aos cristãos toda a armadura de Deus para “ficar firmes contra as ciladas do diabo” (Ef 6:11). Cada peça da armadura deve ser usada para ajudar os crentes a enfrentar as tentações e as ciladas do Maligno: Cinturão da verdade - a cintura ou o abdômen era geralmente vista como a área das emoções. Ao proteger essa área com a verdade admite-se que as emoções creiam na verdade. Muitas vezes, a pessoa acredita em uma mentira por medo ou autopiedade. O cristão deve ter compromisso com a verdade independentemente das repercussões (Jo 8:32,36) Couraça da justiça – o peito geralmente é visto como o lugar onde se encontra a alma. O coração deve ser mantido limpo e justo, pois o pecado sempre dá uma chance para o inimigo. Confissão e perdão baseados no sangue de Cristo limpam o coração. (1 Jo 1:9) Calçado para os pés - sapatos adequados permitem aos pés irem de um lugar para outro. Sandálias com solas reforçadas com pregos fortes, dão firmeza no andar, mesmo em terrenos muito acidentados. A “preparção” tem o sentido de prontidão em compartilhar o evangelho; é o crente estar a serviço do Senhor, que é levar aos outros em tempo oportuno o envangelho da paz e da reconciliação. A clara visão dessa missão mantem o crente orientado para a direção correta.(Mt 28:19-20) Escudo da fé – O escudo era composto por duas partes sobrepostas de madeira, cobertas com pano de linho ou couro, e ligado com ferro. Quando os soldados lutavam lado a lado, eles podiam unir esses escudos formando assim uma longa parede. Encharcados de água serviam tambem como proteção contra lanças inflamadas, que eram colocadas em piche e incendiadas. O escudo da fé oferece os recursos ilimitados da sabedoria e do poder de Deus (Ef 3:16-21) para se vencer os dardos inflamados das tentações e circunstâncias adversas. (1Cor 10:13) Satanás é o acusador (Ap 12:10) e quer lançar dardos inflamados para provocar dúvidas, medo e culpa. A fé é um escudo invisível que rebate essas falsas acusações. (Hb 11:6). Capacete da salvação – o capacete era de bronze revestido de couro para manter-se firme na cabeça. Os cristãos podem manter-se protegidos contra os ataques de Satanás na medida em que se mantêm confiantes na sua posição de filhos de Deus e integrantes de sua família (Jô 1:12-13), separados para os seus propósitos (Rm 15:16; 1Co 1:2; 2Ts 2:13), percebendo a tarefa de santificação divina em sua vida, experimentando o livramento do pecado (Gl 5:16; fp 2:12-13; Cl 1:10). Um capacete protege a cabeça, o cérebro e os pensamentos. A certeza da salvação é uma enorme defesa contra a dúvida, a insegurança e outras obras do inimigo. (1Jo 5:11-13}) Espada do Espírito – A curta espada de dois gumes possibilitava ao soldado, fortemente armado, atacar e abater seu inimigo de perto. A espada do crente pode ser entendida como “suprido pelo Espírito” ou “usado pelo Espírito”. Paulo identifica a espada como sendo a Palavra de Deus (Hb 4:12). Palavra Rhema, provavelmente, se referia a um aspecto específico das escrituras que o Espírito Santo traz à mente para uma necessidade determinada. Jesus usa trechos específicos de Deuteronômio no seu encontro com Satanás, no deserto, e isso exemplificava bem essa afirmação. (MT 4:4,7,10) . A Palavra viva é poderosa e efetiva. (2Tm 3:16-17) Oração no Espírito – A oração não faz parte da armadura, mas recebe status de abrangência. A oração tem de ser constante quando o cristão enfrenta batalhas, pois depois de lutar e vencer pode descansar. A oração abre canal entre nós e Deus e especialmente quando oramos no meio da batalha, nos mantemospastor luiz carlos santos em comunicação com nosso General para direcionamento e encorajamento, principalmente quando oramos em mistérios, em línguas, o inimigo fica perdido, pois não entende os comandos do Senhor para nós.

Modismo gospel

A Crise Espiritual Nao está somente no mundo! Essa crise tambem Chegou entre os Evangelicos do Brasil,vivemos uma Epoca de modismo e ecumenismo Onde Nao valoriza Mais o estudo da palavra Muitas Igrejas abadonaram as Escola Dominicais e culto de ensino,as Vigilias sao na Verdade reunioes de cantorias e comilanças(oraçao nada) Cantores e Pregadores mercantilista,sem Falar nos Profetas que só profetiza coisas Boas e triunfalistas,vivemos sem Duvida uma Crise Para aqueles que amam a Palavra. Um Praga chamada confissao Positiva chegou em Muitas Igrejas e Até Mesmo Nas Assembleias de Deus,Esses Dias fiquei assustado com um Pregador que Disse que depois que a Igreja liberou os Crentes a Usar o que quer(roupas)disse que a Igreja Melhorou,eu Nao vejo mais batismo com Espirito santo,nao vejo Mais evangelismo pessoal,culto nos lares,culto ar livre,hoje é só festa,comidas e muita reuniao ..Deus tem misericordia de Nós.que Deus Abençoe a todos.. Pr luiz carlos

Música na igreja .

Música na igreja ... Um tema bem vivido hoje em dia na humanidade, música na igreja. Hoje a música tem uma febre imensa sobre a humanidade, uma febre que as coisas até confundidas estão sendo, como ? Estamos vivendo em um tempo que as pessoas tratam a música como qualquer coisa como abrir a boca e cantar qualquer coisa ou fazer alguma coisa com a voz e daí pensa que já é cantar, hoje em dia muito difícil se achar adoradores, temos muitos cantores que a maioria das vezes vem até de fora por ver que o mercado é grande fazem um pouco de sucesso e já acham que são o rei da cocada preta ( desculpem minha expressão ) hoje para se dizer que tem adoradores e muito difícil, as pessoas usam igrejas como comércios, não fazem mais nada para Deus só para divulgação de tal trabalho e dinheiro.. Junior Lima