quarta-feira, 7 de dezembro de 2011


Prospere Mesmo em Meio ao Deserto

Isaque formou lavoura naquela terra e no mesmo ano colheu a cem por um, porque o Senhor o abençoou. O homem enriqueceu, e a sua riqueza continuou a aumentar, até que ficou riquíssimo. Possuía tantos rebanhos e servos que os filisteus o invejavam. Estes taparam todos os poços que os servos de Abraão, pai de Isaque, tinham cavado na sua época, enchendo-os de terra. Isaque reabriu os poços cavados no tempo de seu pai Abraão, os quais os filisteus fecharam depois que Abraão morreu, e deu-lhes os mesmos nomes que seu pai lhes tinha dado. Gênesis 26:12 a 18

Introdução
Falar de crise é tocar em um ponto nevrálgico para muitos. É colocar o dedo na ferida das emoções e mexer nas cicatrizes do passado. Crise sempre foi uma palavra temida no Brasil e praticamente qualquer brasileiro com mais de 25 anos já sentiu na pele seus nefastos efeitos. Talvez você seja um desses, e esteja neste momento sofrendo as dores de parto, digo da crise.

Até bem pouco tempo, era moda dizer que quando os Estados Unidos espirravam, o Brasil pegava pneumonia. Isso mudou: os EEUU pegaram quase uma tuberculose em 2008 e o Brasil teve apenas uma leve coriza. É... as coisas mudam: o que vale hoje, pode não refletir o passado e nem muito menos servir de garantia de sucesso no futuro. Que o [mau] exemplo dos EEUU nos sirvam de lição de humildade.

Eu também já fui vítima de crises. Na crise da Tequila (México), em 1994, houve um drástico corte nos concursos, época em que eu estava apto para passar no Concurso da Receita Federal, pois havia raspado a trave no ano anterior. Meus sonhos foram por água abaixo e a conquista de um cargo público na elite do funcionalismo demorou quase 15 anos para se tornar realidade.

Em 1998 eu perdi uma excelente oportunidade de trabalho por conta da crise da Vodka (Rússia) e, recém-formado, iniciei um turbulento período de desemprego que me levou a uma espiral de fracassos e decepções que culminaram em um processo depressivo. Nessa época eu descobri o que era o deserto de Deus, e até as minhas necessidades mais básicas eram atendidas quase no último instante e, não raras vezes, dependendo da boa vontade de outras pessoas. Quando eu estava passando por aquela situação, muitas vezes entrei em desespero e olhei para o céu me sentindo abandonado por Deus à própria sorte...

Mas, tudo isso passou, e eu venci. Às vezes, as pessoas nem fazem idéia de como eu posso extrair posts motivadores de tantas experiências amargas que tive, como foi o caso de minha coleção de fracassos amorosos (eu era um Don Juan às avessas #vergonha). Sabe, eu aprendi que é dos limões mais azedos que podemos extrair o melhor suco. E é isso que quase sempre faço (quando não estou falando bobagens, claro... risos) aqui no blog Desafiando Limites: fico espremendo minhas derrotas e fracassos, adoçando com humor e mexendo o caldo até virar um banquete aos famintos, desiludidos e decepcionados com a vida.

E é disso que vou falar: vencer a crise. Foi o que Isaque fez, venceu a crise em meio ao deserto e cercado de hostilidade de seus vizinhos. Como ele fez isso? É o que vamos descobrir, juntos, a partir das próximas linhas. Me acompanhe.

1. As dificuldades fazem parte da vida
Se existe uma coisa que precisamos entender é que as dificuldades fazem parte da vida, e que não existe um vida sem dificuldades. É assim que é a vida, e é assim que a vida é. Sabendo disso, ficará muito mais fácil você encarar as dificuldades (e oportunidades) de frente e fazer suas escolhas de modo consciente e consistente. Esteja ciente do que lhe aguarda após a próxima curva do rio, para não ser pego de surpresa. Você já deve estar escolado nessas coisas, mas não custa reforçar, certo?

Querem destruir nossos sonhos e enterrar nossos projetos: Isaque percebeu que, assim como existem aqueles que querem nosso bem e torcem por nosso sucesso, também existe a torcida do contra, os espíritos-de-porco, o supra-sumo do cocô de gato em pó, que batalha para nos levar ao fracasso e a desistir de nossos objetivos. Não fique dando atenção a quem quer comemorar a sua derrota, mas eleja alguém decente e vitorioso para se espelhar e motivá-lo a seguir em frente.

Querem roubar nossa herança: no deserto, quem cava um poço é dono. Isaque, como filho de Abraão, o desbravador de deserto e cavador de poços, era o legítimo herdeiro daqueles poços cavados por seu pai. Sabe, é triste e decepcionante descobrir que existem os parasitas do trabalho alheio, que vivem de sugar o resultado do esforço e suor do próximo (não, não estou me referindo aos políticos brasileiros e afins, mas que deu vontade... ah, isso deu). Esteja atento aos ladrões de herança, inclusive entre seu círculo íntimo.

Querem impedir nosso crescimento: nós fomos projetados para crescer, evoluir, amadurecer, enfim, avançar. Mas, tem gente querendo jogar açúcar no nosso churrasco e estragar a nossa festa. Se já não bastasse ser difícil crescer em meio aos problemas, ainda tem uns trolls safados insistindo em puxar o freio de mão de nossa carroça. Cuidado com quem você chama para se sentar ao seu lado na corrida da vida.

Querem nos expulsar do lugar da bênção: se tem uma coisa que me chateia é a incrível quantidade de pessoas invejosas ao redor do mundo. Como já dizia um pastor meu: basta você revirar uma pedra para achar um invejoso embaixo dela (junto com cobras, lagartos e outros bichos semelhantes). Para esse tipo de pessoa, não basta ela estar bem, você tem que estar na pior. Nosso sucesso parece incomodá-las, mas quer saber? Prospere em meio à crise, e deixe que eles se mordam de inveja. =)

Querem nos forçar a parar no meio do caminho: esse é o golpe mais baixo que existe, que é fazer você parar e desistir de tudo. Usando todo tipo de tática intimidatória, os arautos do fracasso não suportam ver você avançar enquanto tantos ficam para trás. Mas, o que muitos não conseguem perceber é que investindo esforços em nos fazer desistir, tais pessoas dão um testemunho silencioso que, paradoxalmente, acreditam em nosso sucesso. E temem que consigamos chegar lá. Que tal não desapontá-los? risos

2. As atitudes que fizeram a diferença
Em meio a tantos desafios, Isaque conseguiu prosperar em pleno deserto. Nos versos iniciais, vemos que ele semeou no deserto e colheu a impressionante cifra (ou safra... vai saber né) de 100 por 1! E mesmo tão próspero e abençoado, ele não ficou acomodado e deslumbrado com suas conquistas. Ao se tornar tão bem-sucedido, Isaque imediatamente atraiu os olhares invejosos dos filisteus, que não suportaram seu sucesso retumbante. Acontece isso todo dia, comigo, com você, com qualquer um que se destaque: ser tratado com desdém pelos invejosos de plantão.

Então, aconteceu o inevitável: Isaque foi expulso por causa de sua competência em ser excelente empreendedor. Uma vez, ao assumir um cargo num certo órgão (que não vou dizer qual... risos), eu comecei muito animado, saindo de um desemprego constrangedor, queria mostrar serviço e fazer as coisas do jeito certo. Eu não queria aparecer, galgar degraus ou obter status, eu queria apenas e tão-somente TRABALHAR e fazer jus ao meu salário. Era pedir muito?

Mas, não foi assim que me enxergaram... eu, sem saber, despertei inveja com aquela minha ânsia de trabalhar e fazer as coisas bem feitas. Fui humilhado e depreciado, marginalizado e colocado numa sala escura para perfurar e carimbar folhas. Uma colega de trabalho que soube da história chegou a dizer que eu havia sido punido por demonstrar que era competente! Tem base um negócio desses? #coisasdoBrasil

Fiquei indignado, mas pensei melhor e disse a mim mesmo: "bom, não adianta revoltar, então se eles não me querem aqui, vou fazer a vontade deles: estudar e sair para outro órgão melhor assim que puder!". Esquecido naquela sala com cheiro de mofo, eu pensava que era o meu fim, e olha que não tinha nem 3 meses que eu havia assumido!

Só que Deus estava olhando para mim e, para encurtar a história, pouco tempo depois eu fui convidado a assumir o lugar de quem me colocou na "geladeira". E a pessoa, para onde foi (não que eu quisesse assim, que fique claro)? Exatamente. Foi praquele lugar. Não, praquele não! Foi pro lugar que eu estava antes, o mesmo para o qual ela havia me mandado... risos #Deustremendo #Deusquesurpreende

Aprenda as lições de Isaque para, mesmo em meio à crise, prosperar e vencer.
Isaque cavou os poços antigos: aqui a palavra-chave é racionalizar esforços. Em administração aprendemos que racionalizar recursos e esforços significa aproveitá-los ao máximo, e fazendo uso de recursos antigos, mas ainda viáveis, Isaque demonstrou grande capacidade de gerenciamento na crise, pois identificou corretamente algo que poderia ser aproveitado sem despender muito esforço. Se já existe algo funcionando, por que não utilizar isso? Nem sempre começar tudo do zero é a opção mais sábia. Saiba avaliar o custo x benefício das decisões e poupar esforços para aquilo que é imprescindível.

Isaque cavou novos poços: a grande lição legada por Isaque neste quesito é iniciativa. Quando a solução anterior mostrou-se de curta duração, a necessidade de inovar e descobrir novas alternativas chegou. Muitas pessoas ficam estagnadas na vida justamente por não possuírem a capacidade de se reinventar em vista de uma dificuldade inesperada ou oposição cerrada. Tenha iniciativa, não fique preso aos velhos chavões, mas seja criativo e descubra novos caminhos para atingir o mesmo objetivo, pois isso vai levá-lo a subir novos degraus na escada da vida.

Isaque não ficou "arengando" pelos poços cavados: sabe qual é segredo sobre as contendas (arengas, em bom nordestinês)? É não ficar perdendo tempo com essas briguinhas tolas, pois seu intento principal é tirar nosso foco, e nos fazer desperdiçar tempo e recursos com essas coisas irrelevantes. Afinal, se eu sei que posso cavar mais poços, se eu sei cavar poços e sei onde cavar e obter resultado, por que perder tempo com bobagens? Resumindo em uma frase a lição de Isaque: não perder tempo e nem o foco.

Isaque não parou de cavar poços: Os filisteus sabiam que estavam diante de alguém capaz e inteligente, e sabiam que se deixassem ele seguir em frente, ele iria longe. Por isso, todas essas tentativas não tinham outro objetivo maior do que fazer Isaque desanimar e desistir, e então capturá-lo nesse momento de fraqueza e vulnerabilidade. Se você se encontra diante da tentação de desistir, é nesse momento que você deve envidar seus maiores esforços para vencer a batalha. A chave disso é não desistir de tentar.

Isaque insistiu até conseguir seu lugar de descanso: se tem uma coisa que eu preciso tirar o chapéu pra Isaque é que ele era uma pessoa insistente. Insistente no sentido de persistir, de correr atrás de seu objetivo, de não desistir de seus sonhos. As maiores tentações que já enfrentei, mesmo concorrendo com milhares de pessoas por uma vaga em um concurso público, não foi receio de não conseguir ser aprovado, mas uma perturbadora vontade de jogar tudo pra cima e me esconder no comodismo. Mas Isaque nos mostrou uma situação diferente, que não devemos abrir mão de nossos objetivos.

Isaque honrou a memória de seu pai: essa é mais uma virtude de caráter do que propriamente uma atitude que influencia a conquista de objetivos. Todavia, eu aprendo lições valiosas aqui. Isaque admirava seu pai, e tinha prazer em mostrar isso publicamente. Muitas vezes observo que uma relação saudável pais & filhos traz muitas vantagens, tanto para uns como para outros. Por exemplo, meu pai está de cabelos todos brancos e eu com algumas décadas de vida (nasci no século passado...), mas ele sempre me cumprimenta com um beijo. Sai inveja (risos)! Qual é a lição? Seja grato e não renegue suas raízes.

Comece a Cavar
3. Desentulhando os poços, o primeiro grande desafio
Uma coisa ainda deve ser dita de Isaque: ele era um homem de visão. Ele enxergava soluções onde os outros só viam problemas. Alguém poderia dizer: "Isaque, os filisteus entulharam os poços, e agora?". Ele tinha atitude de quem coloca a mão na massa e resolve, não fica empurrando o problema com a barriga, nem despachando para assessores de coisa-nenhuma, que nada fazem de útil e proveitoso. Não, senhor, Isaque era diferente. Ele compreendeu que as dificuldades abrem portas de oportunidades.

Mas, por que é primordial começar a tirar os entulhos de nossa vida para obter sucesso e prosperidade? Entulho é uma palavra bastante versátil e com vários significados, entre eles "lixo", "restolho", "imprestável", "sobras" e outros mais. Quando deixamos acumular entulho em nossa vida estamos entupindo os canais que podem nos trazer coisas novas e úteis. Os rios, por exemplo, também sofrem de "entulhamento", que é o processo quando se desmata as margens e eles perdem a proteção natural contra a erosão e vão acumulando areia em seu leito. Em outras palavras, eles acabam ficando assoreados. Alguns rios menores podem até morrer por causa disso.

Desentulhar sua mente pode ser o primeiro passo de uma caminhada vitoriosa. Para começar, tire de sua mente os pensamentos negativos, de frustração e decepção com o passado, pare de ficar se lamentando com os fracassos, e deixe de ficar colocando a culpa de seus erros nos outros. Outra importante atitude é deixar o comodismo de lado e colocar em prática ações que realmente farão diferença em sua vida. Agindo assim, você logo perceberá que sua mente voltará a funcionar melhor e as coisas fluirão como antes, quem sabe até melhor do que antes!

Às vezes, é preciso reconhecer que os entulhos são nossas desculpas de estimação, aquelas justificativas ridículas que usamos para tapar o sol com a peneira explicar porque ainda não conseguimos sair do marasmo. Sim, nossa mente necessita de um desentupimento das desculpas esfarrapadas se desejamos alçar voos mais altos e chegar mais longe.

Outro segredo para conseguirmos limpar a mente da sujeira é a humildade. Claro! Observe alguém limpando um poço: ele se abaixa, se ajoelha. Quer mais? É preciso ter coragem para sujar as mãos e fazer a coisa certa. Não se engane: você jamais conseguirá sair do atoleiro sem descer do salto e arregaçar as mangas.

Está na hora de parar de patinar e ganhar terreno na estrada da vida, e o momento de tirar o entulho de sua mente chegou. Procure ocupar sua mente com pensamentos úteis e atitudes positivas. Pode parecer ineficaz no começo, mas logo mais você vai perceber a diferença. Experimente!

4. Conclusão
Quando estamos em meio à crise, muitas vezes bate o desespero, e queremos agarrar a primeira oportunidade que aparece como se fosse a última tábua de salvação. É nas crises que nossa paciência fica reduzida a níveis ínfimos, nossa perseverança arrefece e a esperança desvanece no ar. A crise é uma momento singular que nos prova ao extremo e, quando pensávamos que já havíamos atingido nosso limite, descobrimos que a corda foi esticada além do que imaginávamos.

Um dos maiores desafios que enfrentamos na crise é manter a cabeça fria e a sensatez em dia, para que possamos raciocinar com clareza e perceber as nuances e sutilezas que alteram as circunstâncias que nos cercam. É preciso estar atento para discernir a mudança na direção do vento, antes contrário para favorável. Precisamos estar de pé e preparados para esticar novamente as velas e singrar os mares revoltos, mas em nova direção, rumo ao sucesso.

Eu, finalizando (ufa!) preciso confessar algo: não é fácil escrever algo de relevância para quem está na dependência de um "milagre". Eu mesmo já estive em situação semelhante, e sei que nosso maior desejo não é ler uma palavra de incentivo, mas obter a solução de nosso problema e a saída dessa desagradável situação. Eu entendo você, pois já pensei desse mesmo jeito, e não o culpo.

Todavia, permita-me um momento #sinceridade: não existe solução mágica para sair da crise. Às vezes, caímos de paraquedas bem no meio da crise, mas não existem saídas fáceis. Você, caro leitor(a), não tem alternativa: é sair ou sair, pois ficar não é a solução. E para sair da crise, você tem que colocar em prática o que eu disse e, é sério! funciona mesmo. Comece aos poucos, mas comece. Você vai ver que, quem sabe, a solução está bem pertinho de você, ao alcance da mão, mas é preciso um mínimo de esforço para conquistá-la. Quer saber? Vale a pena o esforço.
projeto semear 2012

terça-feira, 29 de novembro de 2011


Os Valentes de Davi
2 Samuel 23:11-12

Introdução
A palavra "guerra" fascina a maioria dos cristãos. Em especial os louvores que tenham a ver com esta palavra. O que acontece quando estamos em meio à batalha, cedemos e caímos?

Os filisteus estavam em constante batalha e guerra contra Israel. Os valentes de Davi, homens de guerra, adestrados para a batalha sob a direção do Davi lutavam contra seus inimigos corajosamente. Cada um tem uma característica muito especial, mas há um que reflete a vida do crente em determinadas situações em que terá que decidir-se: Samá.

1. O trabalho da Sama
Em tempo de guerra, arou a terra, semeou lentilhas e cuidava do plantio. Estava preocupado com sua família, pelo sustento deles. De repente ocorre o inesperado: os filisteus atacam. Eles atacavam quando próximo à colheita. Inteligentes os filisteus. Se aplicarmos a nossa vida, veremos que Satanás ataca quando o fruto cresce, para queimá-lo, atacar-nos e destruir-nos, o que com tanto esforço semeamos.

2. A covardia do povo
O povo saiu correndo, apavorado, com medo. Não defenderam o que era deles, deixaram tudo nas mãos dos filisteus. O povo se rendeu antes de lutar, correu, fugiu. Qual é a nossa atitude diante de determinados problemas? Corremos? Enfrentamos? Deixamos para Satanás nossa bênção e corremos até lugar "seguro"? Não sejamos como este povo, não corramos, enfrentemo-lo.

3. Sama parou no meio do campo e lutou
Não correu, enfrentou-os, defendeu o trabalho que havia feito. Não se queixou, atuou. Parou no meio do campo e lutou. Alguma vez te puseste há pensar quantos filisteus atacaram nessa ocasião? 100? 1000? Talvez mais, talvez menos. O que importa é que não saiu correndo como os outros, enfrentou-os. Tenhamos uma determinação igual? Defendamos e atuemos corajosamente.

4. Matou aos filisteus e Jeová lhe deu a vitória sobre seus inimigos
Talvez Sama tenha dito: é meu campo, minhas lentilhas, o alimento de meus filhos, minha herdade. É minha bênção, o que eu trabalhei e lutei.

5.Que inspiração tinha Sama?
O que impulsionou a Sama há tomar tal determinação? Talvez tenha se lembrado de um jovenzinho chamado Davi que não se acovardou diante de um gigante chamado Golias e o enfrentou corajosamente com a confiança que Deus dá a seus valentes. Esta era a inspiração da Sama: Davi, seu rei. Qual é nossa inspiração? Claro: Jesus. Sabia o seu fim: a cruz, e não retrocedeu, enfrentou-a corajosamente. Façamos o mesmo também nós. Somos sacerdócio real, nação Santa, os filhos de um grande Rei e Supremo Criador.

Podemos fazer duas coisas em determinada situação:
1. correr como o povo e deixar o que tanto trabalho deu para semear não tenha valor.
2. parar no meio do campo e lutar
Você escolhe: lutar ou morrer

Se olhares bem, tudo tem um por que: Os filisteus é Satanás. O campo de lentilhas, nossa bênção como filhos de Deus, as pessoas que consolidamos; Sama pode ser você, ou também pode ser o povo que fugiu.

Conclusão
Os valentes de David nem sempre foram valentes, eram pessoas comuns. 1º Samuel 22:1-2. É a passagem da cova do Adulam. O que havia ali? Vagabundos, exilados, amargurados, endividados, gente que havia saído de seu círculo social por serem considerados escória humana. Se você gosta de especular, não me cabe a menor dúvida que ali se encontravam os que em um futuro seriam os valentes do David, medita nisto e passe a lutar.

"SER VALENTE, NÃO SIGNIFICA QUE NÃO TENHA MEDO DE NADA, SIGNIFICA ENFRENTAR AO QUE MAIS TEMOS MEDO "

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

a força do fraco


Força na fraqueza

Paulo fez uma afirmação difícil de entender, e mais difícil ainda de aplicar na nossa vida: "Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte" (2 Coríntios 12:10). Atrás dessas palavras enigmáticas encontramos algumas lições importantes e edificantes. Vamos procurar entender o que Paulo disse e como aplicar esse ensinamento quando enfrentamos dificuldades.

Paulo sofreu de algum espinho na carne

Ele disse: "E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi_me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte. Por causa disto, três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim." (2 Coríntios 12:7-8).

Algumas pessoas gastam muito tempo especulando sobre o espinho na carne. O fato é que Paulo não revelou o que foi, e ninguém hoje sabe. O que importa não é a natureza do espinho, mas a maneira que Paulo o encarou. Observe estes fatos em 2 Coríntios 12:7-9: Œ Paulo reconheceu Satanás como a fonte do problema. Ele disse que o espinho era "mensageiro de Satanás". Por que Satanás mandaria um mensageiro a Paulo? Sabemos muito bem que o diabo quer a nossa ruína. Ele quer nos devorar como leão que ruge (1 Pedro 5:8). Na vida de Paulo, como na vida de bilhões de outras pessoas, Satanás usou o sofrimento para tentar derrotá-lo.  Deus usou aquele espinho e recusou tirá-lo da vida de Paulo. Aqui aprendemos uma coisa importante sobre os males da vida. Deus não causou o sofrimento no mundo, e ele não nos tenta (Tiago 1:13). Muitas vezes, ao invés de tirar os problemas das nossas vidas, ele os utiliza para o nosso bem. Deus amou Paulo, mas ele não o poupou de todo sofrimento. Jamais devemos interpretar problemas como sinais do desprezo de Deus. Ele pode usar calamidades para castigar os ímpios, mas, ele também permite tribulações na vida de seus filhos (Hebreus 12:5-11).

Como Deus usou o sofrimento de Paulo

Quando Deus recusou tirar o espinho da vida de Paulo, ele ofereceu esta explicação: "A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza" (2 Coríntios 12:9). A graça contradiz o merecer. Se Paulo, no passado, se julgou auto-suficiente, ele não continuou assim (veja Filipenses 3:4-11). Nas tribulações, ele aprendeu depender da graça do Senhor. Quando sentimos que temos tudo sob controle por causa da nossa própria capacidade, facilmente esquecemos de Deus. Nas horas de maior fraqueza, quando sentimos incapazes de resolver os nossos problemas sozinhos, tendemos a voltar para Deus e nos entregar à poderosa mão dele. Nossa inteligência não nos basta. Nossos recursos financeiros não nos bastam. Nossos amigos não conseguem preencher as nossas necessidades. A graça de Deus nos basta, e o poder dele se manifesta através da nossa fraqueza. É exatamente isso que Paulo entendeu: "De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo" (2 Coríntios 12:9).

Como Paulo usou seu próprio sofrimento

As palavras de Paulo em 2 Coríntios 12:10 são impressionantes, refletindo uma maturidade espiritual que poucos alcançam: "Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte." Ele sentia prazer no sofrimento! Será que nós sentimos a mesma coisa? É comum sentir pena de si, ou amargura, ou profunda depressão, mas sentir prazer? O comentário de Paulo não trata de alguma prática louca de autoflagelação, mas de sua capacidade de confiar plenamente no Senhor. Ele entendeu que o sofrimento nos oferece oportunidades para aproximar mais de Deus, e Paulo aproveitou tais oportunidades ao máximo. Da mesma forma que a pessoa que pratica ginástica ou musculação pode sentir prazer no esforço e sofrimento da malhação, visando os resultados em termos da saúde física, Paulo sentia prazer nas angústias da vida, tendo em vista os resultados de crescimento espiritual e do galardão eterno. Tiago falou a mesma coisa: "Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes" (Tiago 1:2-4).

Paulo explica seu prazer em dois sentidos: Œ "...por amor de Cristo". Quando Paulo admitiu sua própria incapacidade, ele deixou Cristo tomar conta da vida dele. Como Cristo morreu para nos dar vida, nosso velho homem morre para dar lugar para Jesus viver: "Porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim" (Gálatas 2:19-20). Jesus aceitou a "fraqueza" da sua forma humana para se entregar por nós. É somente quando aceitamos a nossa própria inadequação que temos condições de nos entregar a Cristo.  "Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte". Quando Paulo confiou plenamente em Cristo, se esvaziando do orgulho e da idéia de ser autônomo, ele ganhou força bem maior. Cristo vivendo em Paulo era infinitamente mais forte do que Paulo sozinho.

Como nós usamos o sofrimento?

Considere as palavras que Paulo usa em 2 Coríntios 12:10. Como você reage aos mesmos desafios na sua vida? Paulo enfrentou:

Fraquezas. Você se sente incapaz de enfrentar algumas fraquezas (problemas, tentações vícios, etc.)? Essas fraquezas devem servir de convite para permitir Jesus reinar na sua vida.

Injúrias. Você foi maltratado ou ofendido por outros? O diabo quer usar suas injúrias como motivo de ódio, vingança e blasfêmia. Mas Deus quer que você fique forte, usando essas injúrias como oportunidade para crescer.

Necessidades. Você enfrenta grandes dificuldades financeiras? Não sabe como resolvê-las? Nada melhor que a fome para tornar o homem dependente de Deus. Jesus deu este desafio: "Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal" (Mateus 6:33-34). Pessoas que nunca conheceram a pobreza têm dificuldade em entender esse princípio. Quando temos geladeiras abastecidas e armários cheios de alimentos, é difícil imaginar a circunstância que Jesus descreve. Esse é, sem dúvida, um dos motivos que poucos ricos são convertidos a Cristo (1 Coríntios 1:26-29; Marcos 10:23-25).

Perseguições. Quando sofremos por causa de Cristo, é o momento de desistir ou de ficar mais firmes que nunca? Muitas pessoas egoístas justificam sua desistência porque não querem sofrer. Mas os discípulos verdadeiros imitam o exemplo dos cristãos hebreus: "Lembrai_vos, porém, dos dias anteriores, em que, depois de iluminados, sustentastes grande luta e sofrimentos; ora expostos como em espetáculo, tanto de opróbrio quanto de tribulações, ora tornando_vos co_participantes com aqueles que desse modo foram tratados. Porque não somente vos compadecestes dos encarcerados, como também aceitastes com alegria o espólio dos vossos bens, tendo ciência de possuirdes vós mesmos patrimônio superior e durável.... Nós, porém, não somos dos que retrocedem para a perdição; somos, entretanto, da fé, para a conservação da alma" (Hebreus 10:32-34,39). Falando de perseguições, devemos lembrar que fazem parte da vida do cristão. Paulo usou uma palavra bem abrangente para frisar esse fato: "Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos" (2 Timóteo 3:12). Nenhum servo do Senhor tem imunidade da perseguição.

Angústias. A palavra usada aqui vem de uma raiz que descreve lugares estreitos ou apertados. Muitas pessoas sofrem de claustrofobia. Quando se encontram em lugares apertados e fechados sentem-se desesperadas. Espiritualmente, muitos reagem da mesma forma. Quando se vê em apuros, como você reage? Abandona os princípios de Deus e age de uma forma errada no desespero? A única saída é aceitar o fato que você é incapaz de sair do problema sozinho. Temos que reconhecer a necessidade da graça de Deus, para aceitar o resgate que ele nos oferece. "Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus" (Filipenses 4:6-7).

Conclusão
Os servos do Senhor sofrem nessa vida. Enfrentamos perseguições, angústias, fraquezas, necessidades, etc. Da mesma maneira que Deus recusou tirar o espinho de Paulo, ele pode deixar qualquer um de nós em circunstâncias difíceis e desagradáveis. Quando nos encontramos nessas situações, vamos ter a fé e a coragem que Paulo mostrou para aproveitar a oportunidade e crescer espiritualmente. Quando nos entregamos a Cristo, encontramos a graça e a força verdadeira.

Dennis Allan

terça-feira, 15 de novembro de 2011


As 3 Táticas de Josafá Para Alcançar a Vitória

“Então, Jeosafá temeu e pôs-se a buscar o SENHOR; e apregoou jejum em toda a Judá.” (2 Cr 20.3)

Nenhum indivíduo está isento de contraírem inimizades, principalmente quando há conflitos envolvendo lideranças.

Jeosafá foi surpreendido no momento inesperado, e pelo que nos mostra o texto ele estava despreparado para o confronto militar, pois o seu contingente era muito menor do que o dos inimigos (2 Cr 20.1,2) foi isso que levou Jeosafá a temer (2 Cr 20.3).

Vejamos a reação de Jeosafá, a atitude, oração e vitória que ocorreu quando:.
• Josafá temeu, buscou ao Senhor por meio de jejum e oração, pedindo-Lhe socorro.

• Há oração e jejum, o Espírito do Senhor começa a agir no meio da congregação.

• O Senhor escolheu para usar um levita, um dos cantores do Templo: JAAZIEL, cujo nome significa DEUS VIGIA SOBRE MIM. Este levita, inspirado pelo Espírito Santo, profetizou palavras de consolação divina, demonstrando O PODER DA VERDADEIRA PROFECIA.

• Primeiramente, Deus tirou o temor do coração de Josafá, mostrando-lhe que a peleja é d`Ele ( Cr 20:3, 15).

• Depois, o Senhor começou a traçar as estratégias, demonstrando a Sua onisciência, onipresença e onipotência, porquanto:

• (A) - Sabia onde o inimigo se encontrava;

• (B) - O que estava fazendo;

• (C) - Haveria vitória sem haver luta corporal;

• (D) - O Senhor era com eles (2 Cr 20.16-17)

• (1) - Josafá reverenciou Deus, confiou no Seu poder e agradeceu, antecipadamente, pela vitória prometida ( 2 Cr 20:18);

• (2) - Josafá não levou armas carnais; só espirituais: a fé e o louvor ( Cr 20:19);

• (3) - Josafá exortou o povo a crer em Deus para alcançar segurança, e confiar nos profetas do Senhor, para que prosperidade fosse alcançada ( Cr 20:20);

• (4) - O PODER DA VERDADEIRA PROFECIA foi tão grande, que Josafá ordenou cantores para o Senhor, que saíram marchando à frente do exército, louvando a Deus, e dizendo: RENDEI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE A SUA MISERICÓRDIA DURA PARA SEMPRE! Ou seja: A batalha já estava ganha pelo PODER DA VERDADEIRA PROFECIA! ( Cr 20:21)

• (5) - Bastou o louvor ter início para Deus começar a agir! O Senhor pôs emboscadas contra os inimigos, que foram totalmente desbaratados, não havendo nenhum sobrevivente ( Cr 20.22-24)

A Reação do Rei Josafá
A reação de Jeosafá foi de grande medo, isso é muito natural acontecer quando o sujeito encontra-se ameaçado, ora os seus inimigos eram em grande número e mais forte do que ele, mas em toda ação uma reação, seja ela de covardia ou de coragem (2 Cr 20.3).

Vejamos agora “As 3 táticas de Josafá para alcançar a vitória”

1. Atitude
A atitude de Jeosafá foi a mais correta, buscar o SENHOR, ele enfrentou de maneira exemplar conduzindo o povo a ter a melhor saída para a situação.

a) Reuniu o povo; (2) Buscou o Senhor com jejum;
b) Reuniu outras pessoas para orar;
c) Confessou ser incapaz para vencer aquela batalha;
d) Obedeceu a voz do Espírito Santo;
e) Creu e confiou inteiramente na sua palavra (2 Cr 20.3-12).

2. Oração
No texto encontramos cinco verdades principais nas quais Jeosafá expressa a sua confiança no SENHOR;

a. Ele sabia que Deus tem poder sobre as pessoas em qualquer situação;
b. Para ele o Senhor tinha sido fiel no passado, presente e seria no futuro;
c. Ele sabia que sem o Senhor jamais alcançaria vitória;
d. Sabia que as promessas de Deus jamais falhariam, e que era um fundamento para a sua fé;
e. Sabia que a presença do Senhor resultaria numa grande vitória (2 Cr 20. 6,7,14-17,20).

3. Louvor
Aconselhou-se com o povo e ordenou cantores para o SENHOR, que, vestidos de ornamentos sagrados e marchando à frente do exército, louvassem a Deus, dizendo: Rendei Graças ao SENHOR, porque a sua misericórdia dura para sempre. (2 Cr 20.21).

Irmãos, harpas e flautas não são as armas mais potentes para se levar ao campo de batalha! Por outro lado poderia ter sido uma boa oportunidade para se livrar dos que cantam muito alto ou tocam desafinado! A orientação estranha de Deus tinha a finalidade de mostrar a Josafá que a vitória só vem por seu Espírito, não por armas ou exércitos.

À medida que os cantores começaram a cantar, vejam só o que aconteceu com os inimigos: Tendo eles começado a cantar e a dar louvores, pôs o SENHOR emboscadas contra os filhos de Amom e de Moabe e os do monte Seir que vieram contra Judá, e foram desbaratados. (2 Cr 20.22).

O segredo da nossa vitória sobre qualquer circunstância da nossa vida está exatamente neste ponto: louvar e cantar! Essa vitória memorável ensinou ao povo daquela época e também a nós nesta manhã, que o louvor e a adoração são elementos vitais na batalha espiritual.

Através do louvor e de uma vida de louvor, Deus pode alcançar uma pessoa. Este mundo não tem nada parecido com a música de louvor e adoração que cantamos. Talvez você pergunte: por quê? Porque Deus habita no meio dos louvores de seu povo! Porém tu és Santo, o que habitas entre os louvores de Israel. (Sl 22.3).

A multidão pode cantar o hino nacional juntos num campeonato de qualquer modalidade ou pode cantar junto uma canção antiga e conhecida num concerto. Mas, a música de louvor e adoração ao nosso Deus é prerrogativa exclusiva da igreja que foi comprada com o sangue do Cordeiro. Irmãos, quando falo em superar as circunstâncias, não estou falando em usar a inteligência para resolver um problema.

Estou falando de fé além das circunstâncias. Estou dizendo que não importa qual seja a situação, Deus está no controle de cada detalhe de sua vida como cristão. O nosso Pai sabe o que está fazendo.

Ele nos prometeu que: Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. ( Rm 8.28b).

Quando a nossa confiança é depositada em Deus, ela nos leva ao caminho da vitória, essa confiança deve ser permanente e em todas as circunstâncias. Deus sempre quer nos ajudar nas batalhas, mas devemos nos organizar espiritualmente como fez Jeosafá naqueles dias. Não devemos nos curvar e nem entristecer diante das situações, por mais danosa que ela seja, devemos crer que superaremos, essa é a garantia da nossa vitória. A vitória de Jeosafá aconteceu de forma milagrosa, porque a peleja não era dele, mas do Senhor (2 Cr 20.17), foi cantando e adorando que eles alcançaram a vitória.

Ele ainda é o mesmo, acreditemos sempre, porque nEle não há sombra, nem variação “Crede no SENHOR, vosso Deus, e estareis seguros” (2 Cr 20.20b).

Se quisermos ser vitoriosos jamais deveremos recorrer à ajuda ou recursos humanos e sim divinos; não é lutando fisicamente que obteremos a vitória, e sim tomando a atitude certa. Vivendo uma vida de constante oração e principalmente louvando a Deus.

Assim fazendo por certo que as barreiras cairão , os ferrolhos serão destruídos e as cadeias do cárcere se romperão, em nome de Jesus. Amém!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

O PODER DO EVANGELHO EM NOSSA EPOCA




O PODER DO EVANGELHO EM NOSSA EPOCA.

Estamos sem duvida vivendo uma epoca de muitas dificuldades na area da evangelizaçao em nosso brasil,onde se tem banalizado os metodos evangelistico dos nossos pioneiros,nunca fiquei tao preocupado como hoje,aquele tempo onde a igreja saia pelo bairro com a mocidade e irmaos,culto ar livre, a banda ,a mocidade cantava aqueles belos hinos evangelisticos que saudade,,ainda que sou da nova geraçao anos 90,,mas ainda peguei isso,onde a banda ia nos culto nos lares.
que saudade desse tempo,quando o pregador pegava o microfone e falava com ousadia a palavra e jesus salvava e curava,na maioria das vezes o mesmo nao tinha boa leitura mas pregava o verso famoso com alegria,hoje temos teologos com bom conhecimento e bem vestido..com ternos bonitos,nao que seja ruim isso,pelo contrario isso é até bom,,mas .....lembro tambem do evangelsimo pessoal porta a porta.e antes dos cultos nós iamos buscar a pessoa para o culto.
Quando o pastor avisava no culto ,dos trabalhos da semana na igreja,os irmaos na sua maioria estavam presentes nos trabalhos,era palestra,oraçao,culto nos lares ..será que esse tempo vai voltar?????????
Sei que estamos vivendo os fim dos tempos,,mas ainda a igreja pode fazer a diferença..durante uma aula de escola dominical fiz uma pergunta pra classe na qual eu dou aula...!! podemos ainda viver um avivamento na igreja nos dias atuais ?? e uma irma de 70 anos de idade me respondeu ...nao!! Deus me deu um despertamento muito grande ...e criamos o projeto semear ,chamei agums irmaos despertados ...e 2 vezes por semana sairmos pela cidade de quartel geral,fazendo aquele trabalho porta a porta..e durante 3 dias cultos ar livre noturno..sei que ainda é pouco mas é um inicio....vamos despertar ....Deus conta com você....

Pr Luiz Carlos Santos....2 anos do projeto semear em quartel geral. jesus tem salvado,mesmo numa cidade de 3 habitante.....ore por esse projeto.....

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Os Jovens e a Internet

Os Jovens e a Internet

Atualmente enfrentamos muitas dificuldades na evangelização dos jovens devido à crescente depreciação dos valores morais por parte da própria sociedade. Basta ligar a televisão para ver uma série de programas cujo intuito é buscar incutir em nossas mentes a aceitação da depravação de valores que, para nós cristãos, são essenciais à vida e que deveriam ser preservados. E não para por aí, por todos os lados somos “bombardeados” por esse tipo de investida e como o assunto são os jovens, vamos nos concentrar na Internet!
A velocidade com que as informações são transmitidas vem aumentando a cada dia com a internet e com isso a quantidade de conteúdo disponibilizado na rede hoje é incalculável. Este importante recurso para o nosso desenvolvimento traz muitos benefícios e já é difícil imaginar o mundo sem ele. No entanto essa mesma ferramenta tem seu lado negativo: ela também pode ser mal utilizada. Infelizmente, a internet tornou-se uma porta aberta para os crimes contra a juventude. A rede mundial está cheia de perigos e armadilhas prontas para “tragar” nossos jovens, afastando-os do caminho que o Senhor lhes reservou. Será que nossos jovens estão prontos para enfrentar esse tipo de situação? Nesta entrevista sobre os perigos da internet, vamos conhecer um pouco sobre a opinião de Anah Hortência Moreira Lopes, que é Educadora, Conselheira de Jovens e Adolescentes e Professora de Jovens na Igreja Batista da Liberdade em São Paulo.

VP: A adolescência, quase sempre, é uma fase complicada. O desejo de liberdade começa a aflorar, as amizades mais variadas vão surgindo e eles começam a se achar “donos do próprio nariz”. Este anseio por novas experiências acaba deixando os jovens extremamente expostos às ações do inimigo, que passa a investir cada vez mais pesado contra eles, sobretudo na internet. Até que ponto a liberdade dos filhos adolescentes deve ser “vigiada” pelos pais?

Anah: Todos somos diferentes, porque fomos criados de formas diferentes, culturas e referências diferentes, por isso a vulnerabilidade dos jovens a más oportunidades também varia. Existem adolescentes que aos 14 ou 15 anos conseguem sozinhos filtrar seus acessos. O histórico de formação de cada um é que determina a necessidade maior ou menor de vigilância dos pais sobre os jovens. Ou seja, cada pai sabe a educação que forneceu, por isso deve saber também o limite a estabelecer.
Os filhos devem sim ser vigiados proporcionalmente à sua maturidade e orientados a entender isso como um cuidado e não com revolta, pois não há nada que fique completamente oculto, afinal DEUS TUDO VÊ. Então é só nós jovens pensarmos: O que eu faço na internet que meu pai e minha mãe não poderiam jamais saber? Se for algo terrível que os pais morreriam de desgosto se soubessem, como será que DEUS se sente com isso? – E d’Ele não há como esconder nada.
Porém, essa consciência só tem uma nascente: A boca e a vida dos pais. Se educaram seus filhos permissivamente, dando a eles liberdades precoces e sem referências da vigilância constante do Espírito Santo, seus filhos deverão ser mais vigiados, possivelmente darão mais trabalho e desgostos.

O computador deve ficar na sala, num escritório comum, ou em qualquer outro cômodo no qual haja circulação de toda a família.

Ao passo que se forem educados entendendo a sua responsabilidade ética e moral dentro da realidade espiritual e forem ganhando liberdade sensata, de acordo com o desenvolvimento de sua maturidade em questões apropriadas e nas proporções corretas, os pais terão mais sossego e os filhos mais segurança. A única recomendação prática que tenho a fazer aos pais é : Não coloquem um computador conectado à internet no quarto de seus filhos. O computador deve ficar na sala, num escritório comum, ou em qualquer outro cômodo no qual haja circulação de toda a família. Se o quarto for o único lugar disponível para o computador, exija portas sempre abertas enquanto a máquina estiver ligada e horários combinados para ficar ligado (na madrugada, enquanto todos estiverem dormindo nem pensar !).

VP: A cada dia que passa surge um novo site de relacionamentos, eles estão em alta, e são uma atração para os jovens. O Orkut, um dos mais conhecidos no Brasil, mas apenas um dos muitos que existem hoje pelo mundo, acumula milhões de usuários, grande parte deles jovens, que muitas vezes expõem informações pessoais sem qualquer critério. Como você vê essa prática?

Anah: O Orkut é uma ferramenta interessante, desde que seja utilizada com a sensatez que já citamos. Reunir os amigos, atualizar os parentes que moram longe com fotos recentes, lembrar-se do aniversário da galera toda no dia certo. Espiar a viagem de férias do carinha ou da menina na qual se está interessado… Até aí… tudo saudável e divertido.
O problema começa, quando as carinhas nos quadradinhos começam a ser desconhecidas, as comunidades começam a expressar sentimentos depredatórios e militâncias burras como: “Bad Girls” , “ A namorada do meu ex me odeia”…
Obs. Chamei de militância burra, campanhas ( que normalmente titulam comunidades de redes sociais) que não dizem nada, reúnem um monte de gente que nunca visita o fórum, mas que faz parte dele para o título aparecer no seu perfil e assim dizer algo sobre si de forma ‘estilosa’, ganhando assim algum status.
È no mínimo burrice tanto participar dessas comunidades, quanto querer ser reconhecido pelo que elas divulgam.
Se expor na internet pra conseguir status (e a razão é essa mesmo… não há outra) além de burro é perigoso. Portanto, quero crer que jovens cristãos que conhecem e respeitam a Verdade, têm em si o bom-senso característico de quem realmente é habitado pelo espírito santo e escolhe com sabedoria suas comunidades (aquelas que realmente tragam assuntos que interessem e que serão visitadas e contarão com sua contribuição) e, sobretudo, utilizem de forma total as ferramentas de privacidade. Apenas seus amigos precisam saber pra onde você foi nas férias, ou que sua família comprou um carro novo. Como já disse… bom-senso e sensatez, também são sinais da presença do espírito Santo na vida de alguém.

VP: Outra grande armadilha do mundo virtual é o fato de alguém poder “ser” aquilo que ele não é, ou seja, a mentira. Esse “recurso” pode acabar virando prática e levar a pessoa a ter sérios problemas, pois como a Bíblia diz: “um abismo chama outro abismo”. Como podemos alertar os jovens a não “cair nessa”?

Amor. Esse item é o principal ingrediente para qualquer educação. Quanto mais a pessoa se sente amada, menos tem vontade de ser ou parecer outra pessoa.

Anah: A fórmula é a mesma que temos dito até aqui. Com um plus : Amor. Esse item é o principal ingrediente para qualquer educação. Quanto mais a pessoa se sente amada, menos tem vontade de ser ou parecer outra pessoa. Fazer com que o jovem saiba que é amado e admirado, por Deus, pelos pais, pela igreja, pelos líderes o fará ter prazer no que é e não haverá necessidade de ser outra pessoa pra ser aceito, pois os principais núcleos de sua vida o amam como é. Amar e demonstrar esse amor com palavras e atitudes é o melhor remédio para desenvolver o bom-senso, sensatez, o amor próprio e o respeito a si mesmo.
Ao jovem, eu diria o seguinte: Deus o fez e o ama como é. Todos os planos que Deus tem para a sua vida tem o seu rosto, corpo e personalidade. Mudá-los é um direito só de quem os fez. Não está contente com o que você é e quer ser uma pessoa melhor ? Ok. Diga isso ao seu Criador, pois é prazer d’Ele promover melhorias em você. Mas deixe que Ele o faça. Esteja apenas disponível, afinal, os pensamentos d’Ele são mais altos que os seus ;) (Isaías 55:8-9)

VP: Diariamente temos conhecimento de casos de aliciamento de menores ocorridos através da internet, casos de pedofilia e até mesmo o “bullying” já ultrapassou os muros das escolas e invadiu o mundo virtual. No entanto isso parece não aumentar o cuidado dos jovens com sua exposição, pelo contrário cada vez eles se expõem mais. Em sua opinião como os educadores em geral, mas principalmente os pais, devem agir em relação a isso?

Anah: Minha resposta continua a mesma: Amor. No caso do bullying, normalmente quem o pratica, são inseguros, com relacionamentos frustrados. Ele se sente menor e por isso precisa fazer com que o outro se sinta como ele. Quem o sofre, fica no vão entre a consistência da sua formação e o grau de afetação que essa agressão causará (uma coisa depende intrinsecamente da outra). Ou seja, tudo resume-se ao amor : Quem é amado não tem prazer no sofrimento do outro pois aprendeu a amar. Quem é amado sabe o valor que tem e pouco será afetado por atitudes de desamor fora do seu círculo de segurança ( família, igreja, amigos próximos ).
Se for necessária uma atitude enérgica como procurar a escola, ou os pais de um colega dos seus filhos, essa família deve fazê-lo, porém deve também ter a segurança de que em seu lar há harmonia que pode ser compartilhada, mostrada, testemunhada com a outra família. Amor de verdade… não virtual ! Esse amor protege seus filhos, inclusive da pedofilia na internet. Não permita que carência afetiva faça seus filhos acreditarem em mentiras de cretinos na ‘rede’. Ame-os. Ame-os mais !

VP: Jovens são sempre jovens, cristãos ou não, e todos estão expostos a todos esses riscos, mas você acredita que o jovem cristão se encontra mais preparado para essa luta? E qual é o papel da igreja nesse aspecto, ela deve abordar esses assuntos?

Anah: Não tenho dúvidas de que o jovem cristão é mais preparado para enfrentar tudo isso… Ou ao menos deveria estar. Para afirmar isso, a igreja deve abordar esses assuntos, claramente, abertamente, sem ranços e moralismos. Nós temos a Bíblia, orientação do próprio Deus para tratar de qualquer tema.
Amar seus jovens e demonstrar amor por eles é também tratar de assuntos que os afligem e que os tiram de nós. Descaradamente, debaixo das nossas barbas, a internet arrebanha a mente e coração dos nossos, enquanto nós ficamos ainda preocupados com o comprimento do cabelo, piercings e outras bobagens.
Lembrando sempre que a igreja não substitui a família. Os maiores responsáveis diante de Deus pelas crianças são suas famílias (por quem são criados, se não pais, avós, tios, etc…)

VP: Para encerrar Anah, como você definiria para os jovens “Viver a Palavra”?

Anah: Viver na Palavra ( Palavra com letra maiúscula, ou seja , o “Logos” de João 1 definindo o próprio Senhor Jesus : “No princípio era a ‘Palavra’”… ), é dia a dia conhecer essa Palavra (Jesus), reconhecer essa Palavra nos meus momentos cotidianos ( lendo a Bíblia e falando com Ele em oração tanto quanto eu me lembrar de fazer isso) e aplicá-la em tudo sem esperar nada em troca da parte de Deus. Simplesmente amá-lo pelo que Ele é e submeter-se a vontade d’Ele que é Boa, Agradável e Perfeita (Romanos:12:2).


projeto semear 2011


terça-feira, 18 de outubro de 2011

A Realidade Bíblica do Inferno


A Realidade Bíblica do Inferno


É comum ouvirmos expressões como estas: “O inferno é aqui mesmo”. “Deus é muito bom, não faria um lugar tão terrível para mandar o homem”. “O inferno é a sepultura”. “Esta vida aqui já é um inferno”. – Será o inferno uma realidade? O que fazemos para tirar esta dúvida enganosa?

É Satanás quem coloca este tipo de dúvida na mente das pessoas. Estejamos certos. O inferno existe. O inferno é realidade. Ninguém duvide, pois a Bíblia nos afirma. No Novo Testamento existem 260 capítulos e é mencionado 234 vezes um castigo eterno para os ímpios.

Opiniões erradas a respeito do Inferno. Muitas pessoas negam a existência do Inferno considerando-o um mito inventado pelos contadores de história da Grécia antiga. Estes são aqueles que não distinguem perfeitamente a ficção da realidade. Outros afirmam que o Inferno é uma invenção da Igreja Medieval para impedir as pessoas de se rebelarem contra o poder eclesiástico. Estes são aqueles que culpam a igreja pelo medo que as pessoas têm do castigo eterno. Há ainda os que pensam que o Inferno é aqui na terra. São os mesmos que acreditam que “o que aqui se faz aqui se paga”. Todavia, nenhuma dessas pessoas tem autoridade para afirmar ou negar a existência do Inferno.

"Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe aos desejos. ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. quando ele profere a mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira". (Jo 8.44)

Nessa passagem Jesus olha para os mais religiosos da época (aqueles que guardavam o Sábado, não comiam carne de porco, não comiam sem se lavar, guardavam as tradições...) e diz: "Vocês são filhos do diabo", mas como pode ser isso? Deus olha os corações e condena todo formalismo e legalismo. Aqueles homens conheciam a letra (sem a revelação), mas não conheciam o Deus do céu. Os tais que Jesus se dirigia eram homens fraudulentos, pois torcia a palavra de Deus para obter benefícios próprios e satisfazer-lhes o ego. Ainda hoje existem esses tais homens fraudulentos, e até líderes desse tipo.

Desses dois tipos de pessoas (aqueles que torcem a palavra para os seus benefícios e aqueles que torcem a palavra para a satisfação do seu ego) gostaria de frisar o mais perigoso - aqueles que torcem a palavra para a satisfação do seu ego. Esses tais lêem a verdade de Deus e por serem filhos do diabo não conseguem aceitá-la.

No caso do nosso estudo (a respeito de céu e inferno) eles dizem: "O céu existe, mas o inferno não, pois Deus é amor e ele jamais jogaria um pobre pecador no fogo eterno". Meu amigo leitor fuja destes tipos de religiosos, pois DEUS É AMOR, MAS DEUS TAMBÉM É JUSTIÇA.

Ainda que a realidade do inferno seja dura para todos os seres humanos, ESSA REALIDADE É VERDADEIRA. A Bíblia diz claramente a respeito do céu e do inferno.

O inferno é um lugar de:
• Extremo sofrimento (Apo. 20. 10),
• Onde é lembrado e sentido o remorso (Luc. 16. 19-31),
• Inquietação (Luc. 16. 24),
• Vergonha e desprezo (Dan. 12:2),
• Vil companhia (Apo. 21:8) e
• Desespero (Prov. 11:7, Mat. 25 41).

Jesus usou como figura para exemplificar o inferno. Gehinon – passou para o grego como geena.

Geena é a palavra correta para traduzir a palavra inferno lugar de sofrimento e castigo eterno. Na segunda carta de Pedro – II Pedro 2:4 – “…precipitando-os no inferno” – inferno aí é outra palavra de origem latina que veio para o grego = tártaro – ” lançando-os no tártaro.” TÁRTARO= lugar de punição dos mortos.Tártaro é = geena – a mesma idéia.Deus precipitou os anjos a onde? No inferno. Pergunta-se:

O que se coloca na sepultura?

- É o corpo material!
- Anjo tem corpo material? Não, espiritual. É como o texto diz: Deus precipitou no inferno! Se inferno é sepultura como se explica este versículo? Como se explica um anjo em corpo mortal, físico foi para a sepultura?
- Os ímpios serão lançados no inferno.

Jesus adverte sobre o inferno:

”... se tua mão te faz tropeçar, corta-a; pois é melhor entrares maneta na vida do que, tendo as duas mãos ires para o inferno (...) se teu pé te faz tropeçar, corta-o; é melhor entrares na vida aleijado do que, tendo os dois pés, seres lançado no inferno E se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o; é melhor entrares no reino de Deus com um só dos teus olhos do que, tendo os dois, seres lançado no inferno, para o fogo inextinguível, onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga" (Mc 9:43-48)

"Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo" (Mt 10:28) Aos religiosos: “... como escapareis da condenação do inferno?" (Mt 23;33)

"Qualquer (...) que fizer tropeçar a um destes pequeninos que crêem em mim (...) ai do homem pelo qual vem o escândalo" (Mt 18:6)

"...quem chamar (seu irmão) de tolo estará sujeito ao inferno de fogo" (Mt 5:22)

"Mas se aquele servo sendo mau... castigá-lo-á,... ali haverá choro e ranger de dentes" (Mt 24:48)

"Servo malvado, perdoei-te aquela dívida toda...não devias tu, igualmente, compadecer-te...? E indignando-se...o entregou aos verdugos..." Assim também meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão" (Mt18:32)

"Se... não perdoardes aos homens as suas ofensas, tão pouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas". (Mt 6:15)

O QUE É TORNAR A DEUS? "E O PÓ VOLTE A TERRA, COMO O ERA, E O ESPÍRITO VOLTE A DEUS, QUE O DEU". (Ec. 12:7)

Neste tópico, vamos aprender sobre a volta do espírito humano a Deus. Quero que você grave uma coisa muito séria: "Todos, tanto o que é salvo como o que não é salvo, ao morrer, torna-se a Deus". Analise esses versículos: "... Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos". (Mt. 25. 41) "... No mais profundo do abismo, lá está também". (Sl. 139:8) Quando alguém morre, essa pessoa torna a Deus, pois esse tornar a Deus envolve o recolhimento desse espírito. Quando o cristão morre, Deus envia os seus anjos e o leva para o paraíso, ou terceiro céu ou céu (Lc. 16. 22) e lá ele começa a desfrutar já do seu futuro glorioso que terá na cidade celestial.

Entender que essa pessoa que morreu e foi para o paraíso, tornou a Deus é fácil, mas e quem morre sem salvação e vai para o inferno? Entenda bem agora. Quando os anjos se rebelaram, Deus preparou o inferno para os tais: "Preparado para o diabo e seus anjos". O inferno não havia sido preparado para o homem, mas sim para o diabo e seus demônios. Acontece que o homem também se rebelou contra Deus, sendo assim, o homem acabou tendo o mesmo destino de condenação dos demônios. A Bíblia declara que a presença de Deus se encontra até mesmo no inferno (a presença de Deus no inferno é no sentido da sua justiça e juízo) sendo assim, mesmo o pecador ao morrer torna a Deus, sendo guardado no inferno (Hades) até o dia do grande julgamento. Este homem que vai para o inferno é o oposto de quem vai para o paraíso, pois ele já começa a sofrer e a experimentar o que será a eternidade no lago de fogo (que é a Segunda morte ou morte eterna). Meu querido leitor, eu desejo muito que você torne a Deus, mas no melhor lugar - o paraíso.

Lembre-se, Deus não quer que ninguém vá para o inferno, principalmente a sua principal criatura - o homem, mas se não se arrependerem a justiça de Deus os lançará no inferno e depois no lago de fogo.

O JUÍZO PRÉVIO "QUEM NELE CRÊ NÃO É JULGADO: O QUE NÃO CRÊ JÁ ESTÁ JULGADO, PORQUANTO NÃO CRÊ NO UNIGÊNITO FILHO DE DEUS". (Jo. 3. 18)

"QUEM ME REJEITA E NÃO RECEBE AS MINHAS PALAVRAS TEM QUEM O JULGUE; A PRÓPRIA PALAVRA QUE TENHO PROFERIDO, ESSA A JULGARÁ NO ÚLTIMO DIA". (Jo. 12. 48)

Geralmente, ao ministrar este estudo, as pessoas me perguntam: "Como pode Deus, sendo justiça, mandar alguém para o inferno sem antes julgá-lo.?" Creio que as pessoas que fazem esta pergunta estão perguntando para saber realmente e não para satisfazer os seus egos. A resposta é bem clara na palavra Deus, ao morrer todos já têm um juízo prévio da parte de Deus que é justiça. Guarde bem isso: "Nenhum homem será indesculpável diante de Deus".

É impossível o homem morrer sem conhecer a Deus e sem conhecer o que é certo ou errado. Ler (Rm. 1. 20).

A Bíblia declara: "O que não crê já está julgado".

A Bíblia não diz que será julgado, mas que ESTÁ JULGADO. Todo homem ao morrer sabe e sente o seu julgamento, sabe o que ele próprio merece. Deus, ao dar esse juízo prévio, de maneira nenhuma está sendo injusto, mas sim, está confirmando a sua justiça. Todos os homens tiveram uma chance de escolher a Deus e evitar o inferno. Ao negar as chances que Deus lhe deu, esse homem e auto condenou-se. Quero que você saiba que o último dia da vida será decisivo para aquele que ainda não aceitou a Cristo, pois a sua morte virá acompanhada do inferno (Hades). Sabemos que o juízo do grande trono branco virá (Ap. 20. 11 - 15) para confirmação do juízo prévio que já tinha sido aplicado. Louvemos a Deus, pois ele está assentado num alto e sublime trono (Is. 6:1).

Jesus, o Filho de Deus. Ninguém tem mais autoridade para falar do Inferno do que Jesus, o Filho de Deus. Para desespero de algumas pessoas, Jesus confirmou que o Inferno é um lugar real. Ele disse em Mateus 5.29,30: “Portanto, se o teu olho direito te escandalizar, arranca-o e atira-o para longe de ti, pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que todo o teu corpo seja lançado no inferno. E, se a tua mão direita te escandalizar, corta-a e atira-a para longe de ti, porque te é melhor que um dos teus membros se perca do que todo o teu corpo seja lançado no inferno” (ARC). Ainda em Mateus 10.28 Jesus afirmou: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo” (ARC). Jesus muito ensinou sobre o inferno em outros textos, segundo Ele o inferno é um lugar de “pranto e ranger de dentes” (Mateus 13.49,50 - ARC), “preparado para o diabo e seus anjos” (Mt 25.41 – ARC), “onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga” (Mc 9.43-48 – ARC). Leia o texto de Lc 16.19-31.

O que há no interior da terra? Fogo! Enxofre! Os vulcões trazem para fora o que existe dentro da terra Quando o vulcão St Helens entrou em erupção enviou 150.000 toneladas de gás sulfuroso (enxofre) e lavas para fora e os repórteres escreveram: "O inferno saiu do interior da terra para fora?".

A crosta da terra tem 75 quilômetros até chegar ao fogo, mas em alguns lugares, no fundo dos oceanos, a distância é menor que 1 quilômetro.

Cientistas descobriram recentemente, na escuridão das profundezas do oceano, uma rachadura onde o fogo escapa, e em torno desta rachadura vermes enormes que não existem em nenhum lugar da terra.

Cientistas descobriram recentemente que o centro da terra é mais quente que a superfície do sol com temperatura de 12.000 graus Fahrenheit.

Jesus te ama. Hoje mesmo Ele quer te dar a certeza do perdão de todos os teus pecados, não importa quão graves foram. Jesus Cristo morreu pelos nossos pecados, ficou três dias no coração da terra, ressuscitou, está vivo, tem as chaves do inferno que nunca se abrirão para receber aqueles que crêem nEle”.
Veja esta parábola de Jesus:

"Ora, havia um homem rico, e vestia-se de púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente. Havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele; e desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas.” (LC 16:19-21).

Nesse versículos, nota-se que Jesus nos dois primeiros versos, pronunciou uma palavra derivada do verbo “haver”, mostrando assim que literalmente houve ou havia em algum lugar do passado esses dois homens: o rico e o mendigo Lázaro. Foram reais a existência desses dois personagens como narra o texto sagrado, pois Jesus relatou uma história verídica que, por Ele ser eterno (Sl 93.2; Rm 1.20), tem presenciado desde o começo.

II - “E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado. E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio." (LC 16: 22,23).Nesses dois versos vemos a realidade da vida após a morte, sendo que assim como o rico, aqueles que se perdem, passarão duramente toda a eternidade em tormentos no inferno.

III - "E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro, que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama." (LC 16:24). O inferno é um lugar real! Vemos que o rico estando no inferno clama desesperadamente por misericórdia, mas nada poderá ser feito por ele; porque a bíblia é clara que enquanto há vida, ainda há esperança e oportunidade de arrependimento. Porém quando a morte vem sobre alguém que não se arrepende, resta-lhe apenas o Juízo (Hb 9.27). Este texto revela também que mesmo o homem morrendo, quando a sua alma separa do seu corpo, indo para o paraíso ou para o inferno, ali em ambos os lugares o homem continua tendo, mesmo depois da morte, plena consciência de toda a sua situação. Isso fica evidente quando o rico em tormentos inicia um diálogo com outrem.

IV - "Disse, porém, Abraão: Filho lembra-te de que receberam os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado. E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá." (LC 16. 25,26). Em resposta a petição o rico no verso 24, lhe é mostrado a impossibilidade de se fazer algo por ele, até mesmo de refrescar-lhe a língua com água. Entre o Inferno e Seio de Abraão (local onde as almas dos santos ficavam antes da morte de Cristo no calvário) havia um abismo intransponível, mostrando assim a grande diferença da eternidade para o justo e o ímpio.

V - "E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento." (LC 16. 27,28). O homem rico não foi condenado porque possuía riquezas, pois ser rico não é pecado. O que levou ele para a condenação foi porque viveu até o fim da sua vida regaladamente e esplendidamente (v.19), ou seja, depositou sua confiança nas riquezas; fez também com que o seu dinheiro e sua fama falassem mais alto em sua vida, esquecendo-se de Deus e do seu semelhante. Ele engrandeceu tanto, que não enxergava (ou não queria enxergar) a necessidade do seu próximo (v 21). Quando ele quis fazer alguma coisa pelas pessoas - neste caso, os seus irmãos, já não havia mais possibilidade alguma, porque o seu caso era irreversível, visto que quando ainda vivo tivera todas as oportunidade possíveis e desperdiçará.

VI - "Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos." (LC 16. 29). São os escritos sagrados dados por Deus aos homens para que por eles tenhamos luz (SL 119.105) para caminhar e evitar as trevas.

VII - "E disse ele: Não, pai Abraão; mas, se algum dentre os mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam. Porém, Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite." (LC 16. 30,31). É importante observarmos nestes últimos versículos que a única forma de se escapar da condenação do inferno, é através da fé - e está “fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus." (RM 10. 17). Nem mesmo a ressurreição de alguém “dentre os mortos” faria um pecador se arrepender profundamente a ponto de fazê-lo nova criatura. Somente a Palavra de Deus tem este poder de transformar vidas e conduzi-nos a salvação eterna (Jo 5. 39).

Veja agora o que está circulando na internet sobre a realidade do inferno:
Em meados de dezembro de 1989, um grupo de geólogos russos fez um poço de 14.000 metros de profundidade na Sibéria; e eles afirmam terem ouvido lamentações que vinham do centro da terra, pedindo água e misericórdia.

Segundo este cientistas após ter perfurado vários Km. Os equipamentos começaram a funcionar descontroladamente, dando a impressão que o centro da terra e oco.

A notícia se espalhou pelo mundo. Um jornal da Finlândia publicou a matéria, com relatos dos operários e estudiosos que ouviram a fita. Um deles, o Dr. Azzacove declarou o seguinte: “Como um comunista eu não acredito em céu ou na Bíblia, mas, como um cientista eu acredito agora no inferno. Desnecessário dizer que ficamos chocados ao fazer tal descoberta. Mas nós sabemos o que nós vimos e nós sabemos o que nós ouvimos. E estamos absolutamente convencidos que nós perfuramos pelos portões do inferno!

A perfuratriz, de repente, começou a girar velozmente indicando que tínhamos chegado a um grande bolsão vazio ou uma caverna. O sensor térmico mostrou um aumento dramático da temperatura para 2,000 graus Fahrenheit.

Nós abaixamos um microfone, projetado para descobrir os sons de movimentos tectônicos abaixo da galeria. Mas em vez de movimentos de placas nós ouvimos uma voz humana, gritando de dor! No princípio pensamos que o som estava vindo do nosso próprio equipamento.

Mas quando nós fizemos ajustes nos equipamentos, nossas piores suspeitas foram confirmadas. Os gritos não eram de um único humano, eles eram gritos de milhões de humanos!"

Só pra início de conversa: se houvesse geólogos nessa história, eles saberiam que o diâmetro do nosso planeta é de bem mais de 24 km. A espessura da litosfera, a crosta terrestre, varia de 5 km sob os oceanos a 70 km sob os continentes.

Os 14 km supostamente atingidos, portanto, nada significariam diante do diâmetro da Terra.

Ao analisar as fitas gravadas com os estranhos sons os cientistas ouviram gritos horríveis. Eram vozes pedindo água e misericórdia. (Acrescento por minha conta: aparelhos de ar condicionado também seria uma boa pedida; -)

Mais "estudos" e logo eles interpretaram os sons como sendo gemidos e lamentos das almas dos ímpios, almas penadas, almas condenadas ao fogo eterno. E onde estariam essas almas penadas, condenadas, perdidas e recém-achadas?

Elementar, meu caro Watson: no inferno, é claro!

Que pedissem por misericórdia, até que seria coerente, pois misericórdia é um "sentimento doloroso causado pela miséria de outrem" (Caldas Aulete) e bem adequado ao estado em que as almas condenadas encontravam-se, mas pedir água?!

É estranho.

Água é coisa material e almas são, por definição, coisas incorpóreas e imateriais. Como as poderia sentir falta de coisa material, pedir água, sentir sede?

Tudo foi publicado por um conceituado (!) jornal finlandês de nome Ammennusatia, Ammennusastia ou Ammenusastia. Ao procurar no Google por esse famoso jornal, ele aparece apenas nas referências ao enorme buraco que teria chegado até o inferno.
* o microfone não fundiu certamente porque fora especialmente preparado para a missão, não a de descobrir o inferno, mas a de ouvir os sons dos movimentos das placas tectônicas. De qualquer forma, fica a pergunta: a que distância da "porta do inferno" o microfone teria chegado?

Numerosos sites reproduzem o texto e as afirmações parecem transformar-se em verdades não porque elas mereçam crédito, mas pelo número de repetições delas. É algo semelhante ao mote "uma mentira apresentada muitas vezes transforma-se em verdade".

Muitos dos sites que reproduzem a história são sites religiosos fundamentalistas que tomam ao pé da letra o texto da Bíblia. Alguns deles falam de demônios, do satanismo, do dia do arrebatamento da besta do Apocalipse e de coisas semelhantes.

Mas será que encontraram mesmo o inferno?

E mais: uma sonda comandada por um cientista ateu não poderia jamais encontrar o inferno. Quem sabe, talvez um cristão bem comportado tivesse melhores chances...

Já pensou uma coorte, ou muito pior, uma legião de almas danadas, danadinhas e rebeldes a atanazar a nossa vida? (Dá até pra imaginar a cena: "Sai pra lá, sua alma danada! Desafasta!

Mais alguns pontos chamam a atenção:

* Ouviam-se vozes de milhões de humanos: como distinguir entre elas as vozes que faziam os pedidos de água e os de misericórdia? (Considerando que, certamente, as almas estavam bastante irritadas, elas não falavam palavrões? Nenhum f*d*p* ou s*o*b* foi registrado?)

* Qual o idioma usado pelas almas penadas ao fazerem os pedidos? Russo? Finlandês? Inglês? Latim? Árabe? Quais os idiomas, além do russo, que o Dr. Azzacove e a sua equipe de cientistas dominavam?

E como essa história começou?

Em 1984, foi publicado na revista Scientific American um artigo falando de um poço com 12 km de profundidade cavado pelos russos na Península de Kola. (Ye. A. Kozlovsky, ‘The world‘s deepest well‘, Scientific American, vol. 251(6), December 1984, pp. 106-112.)

O artigo Mysteries of the Inner Earth menciona o poço de Kola e diz que, aos 10 km de profundidade, registrou-se a temperatura de 180°C, quando o esperado era 100°C.

Qualquer pessoa com um mínimo de informações sobre a Terra sabe qual o seu diâmetro (o da Terra :) e onde fica o seu centro. O centro do nosso planeta encontra-se a bem mais de 12 quilômetros de distância da superfície. Os tais cientistas não sabiam disso?

Ouça, mas não se impressione muito com isso não. Qualquer pessoa, com alguma habilidade no manuseio de equipamento de gravação de som, pode produzir sons bem mais aterradores. Prova disso são essas bandas de rock que aparecem por aí :))

Fonte: Vozes do inferno

Como se livrar do diabo e do inferno?
A Bíblia ensina o que devemos fazer e como agir para impedir a ação diabólica em nossa vida: Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugir á de vós (Tiago 4:7).

Existem duas condições para que o inimigo fuja de nós; então, vamos examiná-las separadamente.

Sujeitar-se a Deus - Sujeitai-vos, pois, a Deus... Não podemos cumprir a segunda condição, se esta primeira não for executada.

A palavra sujeitar-se significa colocar-se sob uma autoridade, obedecer. O Senhor Jesus, como bem sabemos, é o próprio Altíssimo, porém, quando esteve entre os homens, obedeceu a Seus pais terrenos, dando-nos o exemplo de sujeição.

E desceu com eles, e foi para Nazaré, e era-lhes sujeito. E sua mãe guardava no seu coração todas essas coisas. Lucas 2:51

Além disso, o Salvador sempre obedeceu ao Pai celeste: Eu não posso de mim mesmo fazer coisa alguma; como ouço, assim julgo, e o meu juízo é justo, porque não busco a minha vontade, mas a vontade do Pai, que me enviou (João 5:30). Se você quer ser abençoado, é necessário submeter-se a Deus; se Ele lhe entregou uma missão, de nada adiantará você esquivar-se.

Resistir ao diabo - Esta é a segunda condição para livrar-se do inimigo. Para vencer os ataques malignos, é preciso aprender a se opor ao diabo. Jesus ofereceu resistência a Satanás durante todo tempo e nos deixou uma grande lição: Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus (Mateus 4:4). Usando a Palavra, Cristo resistiu ao diabo.

Não tente utilizar outro meio de defesa. A Bíblia é o instrumento pelo qual Deus nos faz vencer todas as ações de Satanás. E quando ouvimos uma “voz” que se vale da própria Palavra, a fim de nos convencer a que façamos algo errado? Isso aconteceu também com o Mestre no momento da tentação: Então o diabo o transportou à Cidade Santa, e colocou-o sobre o pináculo do templo, e disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te daqui abaixo; porque está escrito: Aos seus anjos dará ordens a teu respeito, e tomar-te-ão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra (Mateus 4:5-6). Agora, veja o que o Salvador respondeu: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus (Mateus 4:7b).

O Senhor continuou utilizando a Palavra para refutar o diabo e, além disso, não perdeu tempo dialogando com ele. Meu irmão, não ceda ao príncipe das trevas com os seus argumentos! Resista-lhe valendo-se da Palavra de Deus.

Jesus afirma: Eu lhes asseguro: quem ouve a minha Palavra e Crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não será condenado, mas já passou da morte para vida (Jo5. 24). Você acredita que Jesus é o filho de Deus, e que os seus ensinos é a Verdade de Deus para todos os homens? Então terás que acreditar na realidade do Inferno (Marcos 9.47,48). Existem muitos textos na Bíblia que provam a realidade do Inferno. Proponho-me passo a passo Respaldado nas Escrituras Sagradas ensinar como uma pessoa pode livra-se da condenação do Inferno.

1- não cometa o mesmo erro que muitos cometem não Crer na realidade do Inferno ou que ele é aqui na terra.

2- todos podem livra-se do Inferno, desde que creia no Plano de Deus (João3. 16,17). Você acha que Deus enviaria seu único Filho para salvar o homem se o mesmo não tivesse em perigo? Mas por amor a toda raça humana ele deu Jesus Cristo para morrer a fim de nos salvar do Inferno.

3-Passo: Jesus veio ao mundo para te salvar da condenação do Inferno. Veja o que diz o Texto de (João5. 24) primeiro você precisa ouvir a Palavra de Deus, segundo tu deves crê (FÉ) no que Deus diz, fazendo isso tu receberá Vida eterna, está livre do Juízo final e passará da morte para vida, isso significa que se você seguir na seqüência, estas orientações estarás livres do Inferno e desfrutarás a Vida eterna com Deus no seu Reino de Glória.

Faça sua decisão hoje mesmo e garanta o seu futuro com o Senhor, receba hoje mesmo Jesus Cristo como Senhor e Salvador e desfrute da vida eterna com Deus.

Autor: Jânio Santos de Oliveira

domingo, 16 de outubro de 2011

Projeto semana com Deus

Semana de trabalhos ...segunda ,terça e quinta feira oraçao,quarta feira culto de louvor a Deus e sexta feira vigilia das 22 as 6.00 hs e sabado culto de agradecimento a Deus...Deus vai fazer maravilhas





segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Por que escolher o Deus da Bíblia?

Por que escolher o Deus da Bíblia?


Existe um Deus ideal? Um que atenda aos critérios que muitos de nós considerariam importantes para um Deus? É possível que o Deus descrito na Bíblia seja esse Deus? Se você está curioso, continue lendo…

A natureza de Deus: um Deus que é maior do que nós

A humanidade fez grandes progressos nos últimos anos. Podemos, hoje, viver mais tempo do que nossos ancestrais; voar mais rápido que a velocidade do som e ter acesso ao mundo inteiro a partir de um teclado de computador. Mas enquanto tivemos progressos em algumas direções, parecemos ter regredido em muitas outras. Considere que desde 1960, houve um aumento de 560% de crimes violentos. A taxa de divórcio triplicou. A taxa de suicídio entre adolescentes aumentou 200%. 6.000 pessoas em torno do globo contraem HIV todo o dia. Cerca de 750 milhões de pessoas sofrem de fome crônica.

Infelizmente, a lista poderia continuar. Por exemplo, nas décadas recentes, testemunhamos um número recorde de guerras mundiais. Se a humanidade é o próprio Deus, parece que não está fazendo um trabalho muito bom. Mesmo com uma altíssima tecnologia, ainda temos crime, divórcio, conflitos raciais e fome imposta pelos governos. Desta forma, não seria ótimo ter um Deus que é maior do que a humanidade, um Deus que tem a capacidade de nos levar além de onde podemos ir sozinhos?

O Deus descrito na Bíblia é este Deus: Ele afirma ser o Criador do universo -transcendente, onisciente, todo poderoso, que sempre existiu e é o sustentador de todas as coisas. Ele diz: “Fui eu que fiz a terra e nela criei a humanidade. Minhas próprias mãos estenderam os céus; eu dispus o seu exército de estrelas.” (Isaías 45:12)“Eu sou Deus, e não há nenhum outro; eu sou Deus, e não há nenhum como eu.” (Isaías 46:9) “Eu sou … o que é, o que era e o que há de vir, o Todo-poderoso.” (Apocalipse 1:8)

A natureza de Deus: um Deus que pode ser conhecido pessoalmente

É comum, hoje em dia, pensar em Deus como um tipo de campo de força que existe em todas as coisas. Mas, mesmo se todas as coisas existem e são sustentadas pelo poder de Deus; a cada momento, Deus pode ser muito mais do que isto. Por exemplo, não seria melhor ter um Deus que é como um parente, irmão ou um amigo? Alguém com quem você pode falar e dividir seus problemas; de quem pode receber orientação; com quem pode ter uma experiência de vida? O que há de tão especial em um Deus impessoal, desconhecido e distante?

Apesar de sua grandeza e “alteridade”, o Deus da Bíblia é conhecível, e quer ser conhecido. Mesmo não sendo visível, nós podemos falar com Ele, fazer perguntas e ouvi-lo: Ele nos dará respostas e orientação para a vida. Na maioria das vezes, Ele dá essas respostas e direcionamentos através da Sua Palavra, a Bíblia. Muitos a chamam de a carta de amor de Deus para nós.

Qualquer pessoa pode ter com Deus o mesmo tipo de relacionamento que tem com um familiar bem próximo. Na verdade, aqueles que o conhecem, Ele os chama de filhos, noiva, amigos. Assim, o Deus da Bíblia é tudo menos impessoal. Ele fica zangado ou triste, mostra sua misericórdia, bondade e perdão – é um ser emocional. Ele também é intelectual, tem personalidade e engenhosidade. Podemos conhecer mais do que apenas meros fatos sobre Ele, nós podemos, na verdade, conhecê-lo intimamente como nosso melhor amigo: “Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Deus verdadeiro.” (João 17:3)

A natureza de Deus: um Deus que pode compreender a experiência humana

Alguns pensam em Deus como um ser remoto e distante, como se Ele tivesse criado o universo e, depois, deixado-o para que fosse operado por conta própria. Não seria melhor ter um Deus que se envolve com o universo; e especificamente, com o que acontece aqui na Terra? E o que dizer sobre as dificuldades particulares, responsabilidades e desafios com que, como seres humanos, temos de lidar? Não seria melhor ter um Deus que pudesse entender essas coisas, um Deus que de alguma maneira soubesse o que é enfrentar a vida no árduo mundo que Ele permitiu que existisse?

O Deus da Bíblia sabe o que é ser um de nós. Jesus Cristo não foi apenas o filho de Deus, Ele é o próprio Deus, que tomou forma e natureza humana. “No princípio era aquele que é a Palavra [Jesus]. Ele estava com Deus, e era Deus. Aquele que é a Palavra tornou-se carne e viveu entre nós.” (João 1:1, 14)

Sobre o filho de Deus, a Bíblia diz: “O Filho é o resplendor da glória de Deus e a expressão exata do seu ser.”(Hebreus 1:3) Ele é “a imagem do Deus invisível.” (Colossences 1:15) Ele é o “Deus Poderoso, Pai Eterno”(Isaías 9:6), que foi “encontrado em forma humana.” (Filipenses 2:8) “Pois em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da divindade.” (Colossences 2:9) E “nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis.” (Colossences 1:16)

Jesus disse sobre si mesmo: “Quem me vê, vê o Pai.” (João 14:9) “Quem me vê, vê aquele que me enviou.”(João 12:45) E: “Eu e o Pai somos um.” (João 10:30) Apesar de Ele ser plenamente Deus, Jesus também foi, de alguma forma, plenamente humano. Ele passou fome, dormiu, chorou, comeu. Ele enfrentou todo tipo de dificuldade que enfrentamos e ainda outras. Por isso, a Bíblia diz que Ele não é capaz de não “se compadecer das nossas fraquezas.” (Hebreus 4:15) Ele foi “alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado.” (Hebreus 4:15)

Assim, o Deus da Bíblia não se poupou da dor, do sofrimento e da maldade no nosso mundo. Ele enfrentou a vida como devemos enfrentar. Na verdade, ele teve uma vida muito humilde enquanto permaneceu neste planeta. Ele nasceu em um lar pobre, não foi bonito, sofreu preconceito e ódio, foi mal compreendido até mesmo pela própria família e amigos e foi executado de acordo com a lei.

A natureza de Deus: um Deus que realmente se importa conosco

A maioria de nós que ser aceita e amada. Queremos que as pessoas realmente se importem conosco, e não somente através de palavras superficiais. Queremos que seu carinho e respeito sejam provados em suas ações. Não seria a mesma verdade também a respeito de Deus? Ou seja, não seria ideal se Deus realmente se importasse conosco e nos desse provas tangíveis desse amor?

O Deus da Bíblia realmente se importa. Ele afirma isso em palavras. De fato, a Bíblia diz que “Deus é amor.”(1João 4:8, 16) Mas, palavras não comunicam cuidado e zelo tanto quanto as ações o fazem. É por isso que o Deus da Bíblia é tão único e impressionante. Ele realmente nos mostrou o quanto Ele se importa conosco: “Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados.” (1João 4:9-10) “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito[v], para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16)

O Deus da Bíblia afirma ser um ser perfeito e sagrado. “Deus é luz; nele não há treva alguma.” (1João 1:5) Como tal, Ele deseja um relacionamento consigo que seja limpo e puro. Para isso, Deus enviou seu próprio Filho para propiciar a nós um meio de nos tornarmos limpos diante de Deus. Jesus viveu uma vida moralmente perfeita, mesmo assim foi espancado, torturado e crucificado como “pagamento” por todas as coisas erradas que dizemos, fazemos ou pensamos (chamadas de “pecados”). Nesse sentido, Ele morreu no nosso lugar, por nossa causa: “Deus tornou pecado por nós aquele que não tinha pecado, para que nele nos tornássemos justiça de Deus.” (2Coríntios 5:21) “Todos nós, tal qual ovelhas, nos desviamos, cada um de nós se voltou para o seu próprio caminho; e o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade [pecados] de todos nós.”(Isaías 53:6)

Deus se importou tanto conosco que mandou seu Filho para morrer em nosso lugar, pelos nossos pecados. Isso mostra o quanto Deus queria conhecer a gente. Ele estava disposto a fazer o que fosse necessário… Lidar com nossos pecados era necessário. Agora podemos ser plenamente perdoados e começar uma relação com Deus sem nenhuma barreira.

A natureza de Deus: um Deus que tem tudo completamente sob controle

Todos as terríveis coisas do mundo provam que um Deus bom e todo poderoso não existe, certo? Não necessariamente. Mesmo um Deus perfeito poderia permitir acontecerem coisas ruins durante um tempo, como parte de um plano maior. Deus pode saber exatamente o que está acontecendo todo o tempo e só permitir tais coisas, como parte de um grande esquema.

O Deus da Bíblia é este Deus: Ele afirma que nada acontece na Terra sem que Ele permita. Ele é completamente soberano sobre todas as coisas: “Quem poderá falar e fazer acontecer, se o Senhor não o tiver decretado?” (Lamentações 3:37) Desde o início faço conhecido o fim, desde tempos remotos, o que ainda virá. Digo: Meu propósito permanecerá em pé, e farei tudo o que me agrada.” (Isaías 46:10) “Mas os planos do Senhor permanecem para sempre, os propósitos do seu coração, por todas as gerações” (Salmo 33:11) “mas o que prevalece é o propósito do Senhor.” (Provérbios 19:21)

Isso não significa, entretanto, que tudo o que acontece é algo de que Deus gosta. Por exemplo, Jesus contou a seus discípulos como orar; nessa oração, uma das frases-chave era: “seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.” (Mateus 6:10) A vontade moral de Deus é sempre feita no céu, mas não na Terra. Enquanto Deus é soberano sobre todas as coisas, Ele não gosta de tudo o que acontece na Terra. Mas por alguma razão, Ele permite essas coisas de acontecerem (sua vontade permissiva), talvez como parte da liberdade de escolha que temos como seres humanos.

O Deus da Bíblia tem um plano e não descansará “até que Ele tenha completado os seus propósitos.”(Jeremias 23:20) Qual é esse plano? O objetivo final de Deus é viver com as pessoas em um ambiente totalmente diferente do que conhecemos presentemente. Sobre o próximo mundo Deus diz: “Agora o tabernáculo de Deus está com os homens, com os quais ele viverá. Eles serão os seus povos; o próprio Deus estará com eles e será o seu Deus. Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou. Estou fazendo novas todas as coisas!”(Apocalipse 21:3-5)

A natureza de Deus: um Deus que dá significado e propósito à vida

Se você pensar em uma importante tarefa ou projeto que você completou, provavelmente lembrará da sensação de trabalho cumprido que você teve quando tudo foi terminado. É isto que você realmente quer para sua vida: amontoar coisas? Poderia haver um Deus que criou sua vida com propósito e que pode guiar você para viver esse propósito?

Sim. O Deus da Bíblia pode. Ele prometeu que pode fazer nossas vidas terem significado e propósito. Através de uma relação com Ele, nós podemos “fazer boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos.” (Efésios 2:10) Nós podemos fazer uma diferença positiva na vida dos outros. Nós podemos nos tornar parte do seu plano principal.

O Deus da Bíblia também diz que, em uma relação constante com Ele, Ele pode dirigir nossos passos para assim fazermos aquilo que o agrada, em todo tempo: “reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e Ele endireitará as suas veredas.” (Provérbios 3:6) Isso não quer dizer que a vida se tornará perfeitamente maravilhosa. Ainda haverá doença, problemas na vida e fracassos pessoais. A vida não se tornará perfeita, mas se tornará mais enriquecedora. O benefício de conhecer Deus, em suas palavras, são: “amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio.” (Gálatas 5:22-23)

A natureza de Deus: um Deus que oferece verdadeira realização pessoal

Como amor e aceitação, a maioria de nós quer encontrar plenitude na vida. Parece ser algo semelhante a uma sede interior que deseja ardentemente ser satisfeita. Mas essa sede, mesmo com nossas tentativas, não consegue ser satisfeita por coisas como dinheiro, bens, romance ou mesmo diversão. Por isso, não seria ótimo se existisse um Deus que pudesse satisfazer nossa “sede”, um Deus cuja presença trouxesse um constante nível de satisfação à vida?

O Deus da Bíblia oferece a vida mais plena possível. Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente” Ele também disse: “Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim nunca terá fome; aquele que crê em mim nunca terá sede.” Assim, o Deus da Bíblia promete satisfazer aquele anseio interior que nada mais parece satisfazer. (Ele provavelmente nos fez de modo que seja esse exatamente o caso!)

O Deus Ideal

De acordo com a Bíblia, há apenas um único Deus verdadeiro, um único criador de todas as coisas. Mas esse Deus é um Deus ideal. Não podemos desejar que um outro Deus exista, mas mesmo que pudéssemos, porque o iríamos querer? O verdadeiro Deus já é o melhor Deus possível.

Este artigo deu simplesmente uma pincelada sobre como o Deus da Bíblia é. Se você tem o desejo de investigar o caso de forma mais profunda, você pode ler um livro da Bíblia chamado “João”. Se você estiver sendo sincero e se o Deus da Bíblia é real, não faria sentido que Ele se revelasse para você? Ele diz: “Amo os que me amam, e quem me procura me encontra.” (Provérbios 8:17 )”Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta.” (Matteus 7:7)

Está pensando em como você pode conhecer esse Deus ideal? Basicamente, começar um relacionamento com Deus é muito parecido com começar um casamento. É preciso uma decisão para entrar nesse relacionamento por vontade própria. Da mesma forma, com Deus, é uma questão de dizer para Ele sinceramente ”eu aceito”.

Jesus Cristo morreu pelos nossos pecados, ressuscitou dos mortos três dias depois e está bem vivo hoje. Ele agora oferece nova vida para nós, se confiarmos nele para o perdão dos nossos pecados: “Porque a vontade de meu Pai é que todo aquele que olhar para o Filho e nele crer tenha a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.” (João 6:40)

Deus não julga as pessoas com parcialidade. Todos foram criados à sua imagem. Dessa forma, sua família eterna é descrita como “uma grande multidão que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas.” (Apocalipse 7:9) E nenhum pecado na sua vida pode impedi-lo de começar um relacionamento com Ele. Ele cuidou do problema do pecado na cruz, onde Jesus foi morto. Agora, é uma questão de você depositar sua fé na morte de Jesus, não importando o que você tenha feito no passado.

Uma vez que você começar um relacionamento com Deus, esse relacionamento é designado para durar por toda a eternidade. Mas também é designado a ser um relacionamento vivo e vital hoje, nesta vida, um relacionamento que irá crescer cada vez mais com o tempo. Como qualquer relacionamento, haverá altos e baixos, alegrias e dores. Mas você terá um relacionamento com o Deus que o criou para um único propósito: conhecê-lo.

Você sente Deus tocando o seu coração? Jesus disse: “Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei.” (Apocalipse 3:20) Se você gostaria de convidar Deus para entrar na sua vida agora mesmo, aqui há sugerida uma oração para guia-lo (o que é importante, no entanto, não é repetir palavras, mas ter um coração sincero):

Querido Deus, confesso que sou pecador. Obrigado por tomar todos os meus pecados sobre si, na pessoa de Jesus Cristo na cruz. Eu quero receber o seu perdão e entrar em um relacionamento pessoal com o Senhor. Eu peço que entre na minha vida como meu Salvador e Senhor, para ser o meu Deus deste dia em diante, e para me tornar a pessoa que o Senhor deseja que eu seja.

Se você gostaria de saber mais sobre como ter um relacionamento com Deus, veja “Conectando-se“. Se você tomou essa decisão, nós gostaríamos muito de saber. Por favor fale conosco. Mande também um e-mail para nós se você tiver qualquer pergunta sobre os temas levantados neste artigo, ou quiser mais informações sobre como conhecer a Deus ou quiser conectar-se a outros cristãos em seu campus.