terça-feira, 30 de novembro de 2010






ORE POR ESSE TRABALHO
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SECRETARIA DE EVENTOS

Pastor..amo evangelhizar..não tenho nenhum cargo ainda na minha igreja..mas Deus tem feito minha vida como exemplo..tive uma enfermidade e quase morri,perdi 20 kl,mas fiquei curada..e me perguntava porque comigo?se havia aceitado Jesus hoje entendi que não era porque era para que..onde vou no trabalho..faculdade..igrejas..mercado..shopping,falo de Jesus em todos os lugares e ele tem me honrado em todas as aréas...sempre orarei por ti e pela tua famíla..ore pela minha muitos são convertidos e outros não..mas creio que muito ainda vai acontecer....sou professora das crianças e fui chamada e escolhida e nunca retrocederei...me firmo cada dia mais na palavra...ore por mim.
Quando vi suas fotos..pensei é o que eu quero fazer..falar de Jesus e do seu amor,e já faço pequenos evangelhismos nas creches .Deus abençoe mais e mais e que vcs sejam guardados,fortalecidos e edificados e honrados para honra e glória do Senhor Jesus,que por D'ele e por ele são todas as coisas.Graça
e paz!!!

renata santos rio de janeiro uma joven que a ama a obra de Deus.











TRABALHO EVANGELISTICO QUARTEL GERAL MG
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Força na fraqueza

Paulo fez uma afirmação difícil de entender, e mais difícil ainda de aplicar na nossa vida: "Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte" (2 Coríntios 12:10). Atrás dessas palavras enigmáticas encontramos algumas lições importantes e edificantes. Vamos procurar entender o que Paulo disse e como aplicar esse ensinamento quando enfrentamos dificuldades.

Paulo sofreu de algum espinho na carne

Ele disse: "E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi_me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte. Por causa disto, três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim." (2 Coríntios 12:7-8).

Algumas pessoas gastam muito tempo especulando sobre o espinho na carne. O fato é que Paulo não revelou o que foi, e ninguém hoje sabe. O que importa não é a natureza do espinho, mas a maneira que Paulo o encarou. Observe estes fatos em 2 Coríntios 12:7-9: Œ Paulo reconheceu Satanás como a fonte do problema. Ele disse que o espinho era "mensageiro de Satanás". Por que Satanás mandaria um mensageiro a Paulo? Sabemos muito bem que o diabo quer a nossa ruína. Ele quer nos devorar como leão que ruge (1 Pedro 5:8). Na vida de Paulo, como na vida de bilhões de outras pessoas, Satanás usou o sofrimento para tentar derrotá-lo.  Deus usou aquele espinho e recusou tirá-lo da vida de Paulo. Aqui aprendemos uma coisa importante sobre os males da vida. Deus não causou o sofrimento no mundo, e ele não nos tenta (Tiago 1:13). Muitas vezes, ao invés de tirar os problemas das nossas vidas, ele os utiliza para o nosso bem. Deus amou Paulo, mas ele não o poupou de todo sofrimento. Jamais devemos interpretar problemas como sinais do desprezo de Deus. Ele pode usar calamidades para castigar os ímpios, mas, ele também permite tribulações na vida de seus filhos (Hebreus 12:5-11).

Como Deus usou o sofrimento de Paulo

Quando Deus recusou tirar o espinho da vida de Paulo, ele ofereceu esta explicação: "A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza" (2 Coríntios 12:9). A graça contradiz o merecer. Se Paulo, no passado, se julgou auto-suficiente, ele não continuou assim (veja Filipenses 3:4-11). Nas tribulações, ele aprendeu depender da graça do Senhor. Quando sentimos que temos tudo sob controle por causa da nossa própria capacidade, facilmente esquecemos de Deus. Nas horas de maior fraqueza, quando sentimos incapazes de resolver os nossos problemas sozinhos, tendemos a voltar para Deus e nos entregar à poderosa mão dele. Nossa inteligência não nos basta. Nossos recursos financeiros não nos bastam. Nossos amigos não conseguem preencher as nossas necessidades. A graça de Deus nos basta, e o poder dele se manifesta através da nossa fraqueza. É exatamente isso que Paulo entendeu: "De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo" (2 Coríntios 12:9).

Como Paulo usou seu próprio sofrimento

As palavras de Paulo em 2 Coríntios 12:10 são impressionantes, refletindo uma maturidade espiritual que poucos alcançam: "Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte." Ele sentia prazer no sofrimento! Será que nós sentimos a mesma coisa? É comum sentir pena de si, ou amargura, ou profunda depressão, mas sentir prazer? O comentário de Paulo não trata de alguma prática louca de autoflagelação, mas de sua capacidade de confiar plenamente no Senhor. Ele entendeu que o sofrimento nos oferece oportunidades para aproximar mais de Deus, e Paulo aproveitou tais oportunidades ao máximo. Da mesma forma que a pessoa que pratica ginástica ou musculação pode sentir prazer no esforço e sofrimento da malhação, visando os resultados em termos da saúde física, Paulo sentia prazer nas angústias da vida, tendo em vista os resultados de crescimento espiritual e do galardão eterno. Tiago falou a mesma coisa: "Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes" (Tiago 1:2-4).

Paulo explica seu prazer em dois sentidos: Œ "...por amor de Cristo". Quando Paulo admitiu sua própria incapacidade, ele deixou Cristo tomar conta da vida dele. Como Cristo morreu para nos dar vida, nosso velho homem morre para dar lugar para Jesus viver: "Porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim" (Gálatas 2:19-20). Jesus aceitou a "fraqueza" da sua forma humana para se entregar por nós. É somente quando aceitamos a nossa própria inadequação que temos condições de nos entregar a Cristo.  "Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte". Quando Paulo confiou plenamente em Cristo, se esvaziando do orgulho e da idéia de ser autônomo, ele ganhou força bem maior. Cristo vivendo em Paulo era infinitamente mais forte do que Paulo sozinho.

Como nós usamos o sofrimento?

Considere as palavras que Paulo usa em 2 Coríntios 12:10. Como você reage aos mesmos desafios na sua vida? Paulo enfrentou:

Fraquezas. Você se sente incapaz de enfrentar algumas fraquezas (problemas, tentações vícios, etc.)? Essas fraquezas devem servir de convite para permitir Jesus reinar na sua vida.

Injúrias. Você foi maltratado ou ofendido por outros? O diabo quer usar suas injúrias como motivo de ódio, vingança e blasfêmia. Mas Deus quer que você fique forte, usando essas injúrias como oportunidade para crescer.

Necessidades. Você enfrenta grandes dificuldades financeiras? Não sabe como resolvê-las? Nada melhor que a fome para tornar o homem dependente de Deus. Jesus deu este desafio: "Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal" (Mateus 6:33-34). Pessoas que nunca conheceram a pobreza têm dificuldade em entender esse princípio. Quando temos geladeiras abastecidas e armários cheios de alimentos, é difícil imaginar a circunstância que Jesus descreve. Esse é, sem dúvida, um dos motivos que poucos ricos são convertidos a Cristo (1 Coríntios 1:26-29; Marcos 10:23-25).

Perseguições. Quando sofremos por causa de Cristo, é o momento de desistir ou de ficar mais firmes que nunca? Muitas pessoas egoístas justificam sua desistência porque não querem sofrer. Mas os discípulos verdadeiros imitam o exemplo dos cristãos hebreus: "Lembrai_vos, porém, dos dias anteriores, em que, depois de iluminados, sustentastes grande luta e sofrimentos; ora expostos como em espetáculo, tanto de opróbrio quanto de tribulações, ora tornando_vos co_participantes com aqueles que desse modo foram tratados. Porque não somente vos compadecestes dos encarcerados, como também aceitastes com alegria o espólio dos vossos bens, tendo ciência de possuirdes vós mesmos patrimônio superior e durável.... Nós, porém, não somos dos que retrocedem para a perdição; somos, entretanto, da fé, para a conservação da alma" (Hebreus 10:32-34,39). Falando de perseguições, devemos lembrar que fazem parte da vida do cristão. Paulo usou uma palavra bem abrangente para frisar esse fato: "Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos" (2 Timóteo 3:12). Nenhum servo do Senhor tem imunidade da perseguição.

Angústias. A palavra usada aqui vem de uma raiz que descreve lugares estreitos ou apertados. Muitas pessoas sofrem de claustrofobia. Quando se encontram em lugares apertados e fechados sentem-se desesperadas. Espiritualmente, muitos reagem da mesma forma. Quando se vê em apuros, como você reage? Abandona os princípios de Deus e age de uma forma errada no desespero? A única saída é aceitar o fato que você é incapaz de sair do problema sozinho. Temos que reconhecer a necessidade da graça de Deus, para aceitar o resgate que ele nos oferece. "Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus" (Filipenses 4:6-7).

Conclusão

Os servos do Senhor sofrem nessa vida. Enfrentamos perseguições, angústias, fraquezas, necessidades, etc. Da mesma maneira que Deus recusou tirar o espinho de Paulo, ele pode deixar qualquer um de nós em circunstâncias difíceis e desagradáveis. Quando nos encontramos nessas situações, vamos ter a fé e a coragem que Paulo mostrou para aproveitar a oportunidade e crescer espiritualmente. Quando nos entregamos a Cristo, encontramos a graça e a força verdadeira.


pr Luiz carlos santos

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

NAO DESANIMES DA VIDA


A Armadura De Deus

Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo;porque a nossa luta não é co
Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo;porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno.Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos.” (Efésios 6:10-18)

Quando o ser humano se torna filho de Deus, não somente passa a ser herdeiro das bençãos de Deus como tamém dos inimigos de Deus. O mais ferrenho inimigo de Deus é Satanás, cujo objetivo é destruir todo o trabalho divino (Jo 8:44), mas Jesus veio para “destruir o trabalho do diabo” (1 Jo 3:8).

Satanás é um anjo caido (Is 14:12-15) e, como tal, é somente um ser criado. Ele, de modo nenhum, é igual a Deus, o criador. Embora Satanás seja superior ao homem em inteligência e força, não é de maneira nenhuma igual a Deus. Os crentes tem o poder do Cristo ressuscitado dentro de si, o que os protege. (1Jo 4:4)

A figura da armadura de Deus é a de um soldado romano colocada e presa ao cinto, de maneira que pudesse lutar e trabalhar sem dificuldade. Viver uma vida honesta e íntegra capacita o cristão a ter o mesmo propósito que Cristo, que é a Verdade, e assim batalhar sem impedimento contra o inimigo, que é um perdedor e um mentiroso. A armadura, normalmente, cobria o corpo do pescoço até a cintura e, usualmente, era feita de bronze. Cristãos não precisam procurar proteção e amparo diante de Deus por obras próprias, podem confiadamente, aceitar o que Cristo fez em seu lugar.

Adicionalmente foi dada aos cristãos toda a armadura de Deus para “ficar firmes contra as ciladas do diabo” (Ef 6:11). Cada peça da armadura deve ser usada para ajudar os crentes a enfrentar as tentações e as ciladas do Maligno:

Cinturão da verdade - a cintura ou o abdômen era geralmente vista como a área das emoções. Ao proteger essa área com a verdade admite-se que as emoções creiam na verdade. Muitas vezes, a pessoa acredita em uma mentira por medo ou autopiedade. O cristão deve ter compromisso com a verdade independentemente das repercussões (Jo 8:32,36)

Couraça da justiça – o peito geralmente é visto como o lugar onde se encontra a alma. O coração deve ser mantido limpo e justo, pois o pecado sempre dá uma chance para o inimigo. Confissão e perdão baseados no sangue de Cristo limpam o coração. (1 Jo 1:9)

Calçado para os pés - sapatos adequados permitem aos pés irem de um lugar para outro. Sandálias com solas reforçadas com pregos fortes, dão firmeza no andar, mesmo em terrenos muito acidentados. A “preparção” tem o sentido de prontidão em compartilhar o evangelho; é o crente estar a serviço do Senhor, que é levar aos outros em tempo oportuno o envangelho da paz e da reconciliação. A clara visão dessa missão mantem o crente orientado para a direção correta.(Mt 28:19-20)

Escudo da fé – O escudo era composto por duas partes sobrepostas de madeira, cobertas com pano de linho ou couro, e ligado com ferro. Quando os soldados lutavam lado a lado, eles podiam unir esses escudos formando assim uma longa parede. Encharcados de água serviam tambem como proteção contra lanças inflamadas, que eram colocadas em piche e incendiadas. O escudo da fé oferece os recursos ilimitados da sabedoria e do poder de Deus (Ef 3:16-21) para se vencer os dardos inflamados das tentações e circunstâncias adversas. (1Cor 10:13) Satanás é o acusador (Ap 12:10) e quer lançar dardos inflamados para provocar dúvidas, medo e culpa. A fé é um escudo invisível que rebate essas falsas acusações. (Hb 11:6).

Capacete da salvação – o capacete era de bronze revestido de couro para manter-se firme na cabeça. Os cristãos podem manter-se protegidos contra os ataques de Satanás na medida em que se mantêm confiantes na sua posição de filhos de Deus e integrantes de sua família (Jô 1:12-13), separados para os seus propósitos (Rm 15:16; 1Co 1:2; 2Ts 2:13), percebendo a tarefa de santificação divina em sua vida, experimentando o livramento do pecado (Gl 5:16; fp 2:12-13; Cl 1:10). Um capacete protege a cabeça, o cérebro e os pensamentos. A certeza da salvação é uma enorme defesa contra a dúvida, a insegurança e outras obras do inimigo. (1Jo 5:11-13})

Espada do Espírito – A curta espada de dois gumes possibilitava ao soldado, fortemente armado, atacar e abater seu inimigo de perto. A espada do crente pode ser entendida como “suprido pelo Espírito” ou “usado pelo Espírito”. Paulo identifica a espada como sendo a Palavra de Deus (Hb 4:12). Palavra Rhema, provavelmente, se referia a um aspecto específico das escrituras que o Espírito Santo traz à mente para uma necessidade determinada. Jesus usa trechos específicos de Deuteronômio no seu encontro com Satanás, no deserto, e isso exemplificava bem essa afirmação. (MT 4:4,7,10) . A Palavra viva é poderosa e efetiva. (2Tm 3:16-17)

Oração no Espírito – A oração não faz parte da armadura, mas recebe status de abrangência. A oração tem de ser constante quando o cristão enfrenta batalhas, pois depois de lutar e vencer pode descansar. A oração abre canal entre nós e Deus e especialmente quando oramos no meio da batalha, nos mantemos em comunicação com nosso General para direcionamento e encorajamento, principalmente quando oramos em mistérios, em línguas, o inimigo fica perdido, pois não entende os comandos do Senhor para nós, pois é o nosso código de guerra e edificação.

Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder”. Am

ntra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes.
Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno.Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos.” (Efésios 6:10-18)

Quando o ser humano se torna filho de Deus, não somente passa a ser herdeiro das bençãos de Deus como tamém dos inimigos de Deus. O mais ferrenho inimigo de Deus é Satanás, cujo objetivo é destruir todo o trabalho divino (Jo 8:44), mas Jesus veio para “destruir o trabalho do diabo” (1 Jo 3:8).

Satanás é um anjo caido (Is 14:12-15) e, como tal, é somente um ser criado. Ele, de modo nenhum, é igual a Deus, o criador. Embora Satanás seja superior ao homem em inteligência e força, não é de maneira nenhuma igual a Deus. Os crentes tem o poder do Cristo ressuscitado dentro de si, o que os protege. (1Jo 4:4)

A figura da armadura de Deus é a de um soldado romano colocada e presa ao cinto, de maneira que pudesse lutar e trabalhar sem dificuldade. Viver uma vida honesta e íntegra capacita o cristão a ter o mesmo propósito que Cristo, que é a Verdade, e assim batalhar sem impedimento contra o inimigo, que é um perdedor e um mentiroso. A armadura, normalmente, cobria o corpo do pescoço até a cintura e, usualmente, era feita de bronze. Cristãos não precisam procurar proteção e amparo diante de Deus por obras próprias, podem confiadamente, aceitar o que Cristo fez em seu lugar.

Adicionalmente foi dada aos cristãos toda a armadura de Deus para “ficar firmes contra as ciladas do diabo” (Ef 6:11). Cada peça da armadura deve ser usada para ajudar os crentes a enfrentar as tentações e as ciladas do Maligno:

Cinturão da verdade - a cintura ou o abdômen era geralmente vista como a área das emoções. Ao proteger essa área com a verdade admite-se que as emoções creiam na verdade. Muitas vezes, a pessoa acredita em uma mentira por medo ou autopiedade. O cristão deve ter compromisso com a verdade independentemente das repercussões (Jo 8:32,36)

Couraça da justiça – o peito geralmente é visto como o lugar onde se encontra a alma. O coração deve ser mantido limpo e justo, pois o pecado sempre dá uma chance para o inimigo. Confissão e perdão baseados no sangue de Cristo limpam o coração. (1 Jo 1:9)

Calçado para os pés - sapatos adequados permitem aos pés irem de um lugar para outro. Sandálias com solas reforçadas com pregos fortes, dão firmeza no andar, mesmo em terrenos muito acidentados. A “preparção” tem o sentido de prontidão em compartilhar o evangelho; é o crente estar a serviço do Senhor, que é levar aos outros em tempo oportuno o envangelho da paz e da reconciliação. A clara visão dessa missão mantem o crente orientado para a direção correta.(Mt 28:19-20)

Escudo da fé – O escudo era composto por duas partes sobrepostas de madeira, cobertas com pano de linho ou couro, e ligado com ferro. Quando os soldados lutavam lado a lado, eles podiam unir esses escudos formando assim uma longa parede. Encharcados de água serviam tambem como proteção contra lanças inflamadas, que eram colocadas em piche e incendiadas. O escudo da fé oferece os recursos ilimitados da sabedoria e do poder de Deus (Ef 3:16-21) para se vencer os dardos inflamados das tentações e circunstâncias adversas. (1Cor 10:13) Satanás é o acusador (Ap 12:10) e quer lançar dardos inflamados para provocar dúvidas, medo e culpa. A fé é um escudo invisível que rebate essas falsas acusações. (Hb 11:6).

Capacete da salvação – o capacete era de bronze revestido de couro para manter-se firme na cabeça. Os cristãos podem manter-se protegidos contra os ataques de Satanás na medida em que se mantêm confiantes na sua posição de filhos de Deus e integrantes de sua família (Jô 1:12-13), separados para os seus propósitos (Rm 15:16; 1Co 1:2; 2Ts 2:13), percebendo a tarefa de santificação divina em sua vida, experimentando o livramento do pecado (Gl 5:16; fp 2:12-13; Cl 1:10). Um capacete protege a cabeça, o cérebro e os pensamentos. A certeza da salvação é uma enorme defesa contra a dúvida, a insegurança e outras obras do inimigo. (1Jo 5:11-13})

Espada do Espírito – A curta espada de dois gumes possibilitava ao soldado, fortemente armado, atacar e abater seu inimigo de perto. A espada do crente pode ser entendida como “suprido pelo Espírito” ou “usado pelo Espírito”. Paulo identifica a espada como sendo a Palavra de Deus (Hb 4:12). Palavra Rhema, provavelmente, se referia a um aspecto específico das escrituras que o Espírito Santo traz à mente para uma necessidade determinada. Jesus usa trechos específicos de Deuteronômio no seu encontro com Satanás, no deserto, e isso exemplificava bem essa afirmação. (MT 4:4,7,10) . A Palavra viva é poderosa e efetiva. (2Tm 3:16-17)

Oração no Espírito – A oração não faz parte da armadura, mas recebe status de abrangência. A oração tem de ser constante quando o cristão enfrenta batalhas, pois depois de lutar e vencer pode descansar. A oração abre canal entre nós e Deus e especialmente quando oramos no meio da batalha, nos mantemos em comunicação com nosso General para direcionamento e encorajamento, principalmente quando oramos em mistérios, em línguas, o inimigo fica perdido, pois não entende os comandos do Senhor para nós, pois é o nosso código de guerra e edificação.

Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder”. Am

ais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo;porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno.Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos.” (Efésios 6:10-18)

Quando o ser humano se torna filho de Deus, não somente passa a ser herdeiro das bençãos de Deus como tamém dos inimigos de Deus. O mais ferrenho inimigo de Deus é Satanás, cujo objetivo é destruir todo o trabalho divino (Jo 8:44), mas Jesus veio para “destruir o trabalho do diabo” (1 Jo 3:8).

Satanás é um anjo caido (Is 14:12-15) e, como tal, é somente um ser criado. Ele, de modo nenhum, é igual a Deus, o criador. Embora Satanás seja superior ao homem em inteligência e força, não é de maneira nenhuma igual a Deus. Os crentes tem o poder do Cristo ressuscitado dentro de si, o que os protege. (1Jo 4:4)

A figura da armadura de Deus é a de um soldado romano colocada e presa ao cinto, de maneira que pudesse lutar e trabalhar sem dificuldade. Viver uma vida honesta e íntegra capacita o cristão a ter o mesmo propósito que Cristo, que é a Verdade, e assim batalhar sem impedimento contra o inimigo, que é um perdedor e um mentiroso. A armadura, normalmente, cobria o corpo do pescoço até a cintura e, usualmente, era feita de bronze. Cristãos não precisam procurar proteção e amparo diante de Deus por obras próprias, podem confiadamente, aceitar o que Cristo fez em seu lugar.

Adicionalmente foi dada aos cristãos toda a armadura de Deus para “ficar firmes contra as ciladas do diabo” (Ef 6:11). Cada peça da armadura deve ser usada para ajudar os crentes a enfrentar as tentações e as ciladas do Maligno:

Cinturão da verdade - a cintura ou o abdômen era geralmente vista como a área das emoções. Ao proteger essa área com a verdade admite-se que as emoções creiam na verdade. Muitas vezes, a pessoa acredita em uma mentira por medo ou autopiedade. O cristão deve ter compromisso com a verdade independentemente das repercussões (Jo 8:32,36)

Couraça da justiça – o peito geralmente é visto como o lugar onde se encontra a alma. O coração deve ser mantido limpo e justo, pois o pecado sempre dá uma chance para o inimigo. Confissão e perdão baseados no sangue de Cristo limpam o coração. (1 Jo 1:9)

Calçado para os pés - sapatos adequados permitem aos pés irem de um lugar para outro. Sandálias com solas reforçadas com pregos fortes, dão firmeza no andar, mesmo em terrenos muito acidentados. A “preparção” tem o sentido de prontidão em compartilhar o evangelho; é o crente estar a serviço do Senhor, que é levar aos outros em tempo oportuno o envangelho da paz e da reconciliação. A clara visão dessa missão mantem o crente orientado para a direção correta.(Mt 28:19-20)

Escudo da fé – O escudo era composto por duas partes sobrepostas de madeira, cobertas com pano de linho ou couro, e ligado com ferro. Quando os soldados lutavam lado a lado, eles podiam unir esses escudos formando assim uma longa parede. Encharcados de água serviam tambem como proteção contra lanças inflamadas, que eram colocadas em piche e incendiadas. O escudo da fé oferece os recursos ilimitados da sabedoria e do poder de Deus (Ef 3:16-21) para se vencer os dardos inflamados das tentações e circunstâncias adversas. (1Cor 10:13) Satanás é o acusador (Ap 12:10) e quer lançar dardos inflamados para provocar dúvidas, medo e culpa. A fé é um escudo invisível que rebate essas falsas acusações. (Hb 11:6).

Capacete da salvação – o capacete era de bronze revestido de couro para manter-se firme na cabeça. Os cristãos podem manter-se protegidos contra os ataques de Satanás na medida em que se mantêm confiantes na sua posição de filhos de Deus e integrantes de sua família (Jô 1:12-13), separados para os seus propósitos (Rm 15:16; 1Co 1:2; 2Ts 2:13), percebendo a tarefa de santificação divina em sua vida, experimentando o livramento do pecado (Gl 5:16; fp 2:12-13; Cl 1:10). Um capacete protege a cabeça, o cérebro e os pensamentos. A certeza da salvação é uma enorme defesa contra a dúvida, a insegurança e outras obras do inimigo. (1Jo 5:11-13})

Espada do Espírito – A curta espada de dois gumes possibilitava ao soldado, fortemente armado, atacar e abater seu inimigo de perto. A espada do crente pode ser entendida como “suprido pelo Espírito” ou “usado pelo Espírito”. Paulo identifica a espada como sendo a Palavra de Deus (Hb 4:12). Palavra Rhema, provavelmente, se referia a um aspecto específico das escrituras que o Espírito Santo traz à mente para uma necessidade determinada. Jesus usa trechos específicos de Deuteronômio no seu encontro com Satanás, no deserto, e isso exemplificava bem essa afirmação. (MT 4:4,7,10) . A Palavra viva é poderosa e efetiva. (2Tm 3:16-17)

Oração no Espírito – A oração não faz parte da armadura, mas recebe status de abrangência. A oração tem de ser constante quando o cristão enfrenta batalhas, pois depois de lutar e vencer pode descansar. A oração abre canal entre nós e Deus e especialmente quando oramos no meio da batalha, nos mantemospastor luiz carlos santos em comunicação com nosso General para direcionamento e encorajamento, principalmente quando oramos em mistérios, em línguas, o inimigo fica perdido, pois não entende os comandos do Senhor para nós.


PASTOR LUIZ CARLOS SANTOS QUARTEL GERAL MG


Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder”.

sábado, 20 de novembro de 2010

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A Águia e a Mudança

A águia pode viver cerca de 80 anos. Ela depende, na maioria dos casos, somente dela para sobreviver todo esse tempo. Entre os 40 e 50 anos de idade a águia precisa passar por uma série de transformações, que à levarão ao sofrimento extremo para que possa sobreviver. Ela sobe até o alto das montanhas, onde se sente mais segura, e começa todo o processo para a renovação. Primeiro a águia começa a arrancar toda a sua pelagem, pena por pena, com seu próprio bico, pois as penas já estão velhas, no que resulta a perca de aerodinâmica. Passado um mês toda a sua pelagem já está nova para voar em perfeição. Em seguida começa a quebrar suas unhas, velhas demais para segurar suas presas; elas tiram até a raiz para nascerem unhas mais fortes, parecidas com as de sua primeira caçada. Após um mês de recuperação e crescimento das novas unhas, a águia ainda precisa passar pela parte mais difícil do processo que é a quebra de seu bico, muito velho e envergado que dificultam para pegar sua presa. Ela bate o seu bico por diversas vezes com todas suas forças restantes, já que ela está muito debilitada por todas as dificuldades passadas no processo de mudança, até que ele se quebre e caia. Somente após um mês é que o novo bico estará forte para voltar a ativa, e a águia pronta para enfrentar novamente todas as dificuldades deste mundo. Nós seres humanos somos iguais às águias. Entretanto, para vivermos muitos anos, precisamos reconhecer que não existe apenas uma mudança em nossas vidas, a mudança é algo constante. No começo toda mudança é difícil. Afeta toda a nossa estrutura montada em anos de trabalho / relacionamentos pessoais que deixam de existir por um determinado momento até que possamos nos estruturar novamente. É um recomeço. Nessas ocasiões é que sentimos de verdade quais os nossos pontos fortes e fracos. Nos derretemos em lágrimas por coisas que jamais pensamos que poderia acontecer e também sorrimos por inesperadas atitudes que se não tivéssemos mudado não aconteceriam. São nas mudanças que descobrimos as pessoas que nos ajudam a erguer nossas forças para a vitória ou aquelas que quando olhamos para o fundo do poço, vemos puxando a corda para cairmos. Apesar das dificuldades tenha coragem para mudar, de preferência para oportunidades e caminhos bons. Volte a ler aquele livro que você deixou para trás, os seus projetos de carreiras e de vida, suas metas, entre outros acontecimentos importantes em sua vida que foram deixados de lado. Nas mudanças é que aprendemos e crescemos na vida e no trabalho. Mas antes de mudar veja se o local é adequado, se o seu financeiro vai suportar todo o período de vacas magras até você ser recompensado com o primeiro salário, se as pessoas com quem vai se relacionar são de bons procedentes. Analise tudo nos mínimos detalhes que venha a interferir na sua felicidade e no seu crescimento pessoal e profissional. Mudança é sinônimo de aprendizado. Se a mudança deu errado e você vê que há possibilidades de voltar atrás para o seu bem, seja humilde volte. Deus te quer voando sobre suas dificuldades pare de reclamar da sua vida ,as vezes é necessario entrar numa caverna num alto monte para se renovar .
Pastor Luiz carlos santos Quartel geral mg

sexta-feira, 19 de novembro de 2010


O que é Avivamento?

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Avivamento é, simplesmente, aquele momento quando Deus se manifesta diretamente no meio dos homens; quando Ele ‘rasga os Ceús e desce’ (Isaías 64:1). Wesley Duewel, no seu livro “O Fogo de Reavivamento” descreve o avivamento assim:

A presença e o poder de Deus operam de forma tão poderosa e intensa durante o reavivamento, que Ele realiza mais em horas ou dias do que em anos de ministério fiel onde não há reavivamento… Durante o reavivamento, as pessoas se movem em direção a Cristo, pessoas que não podem ser movidas de qualquer outra forma. Muitas orações que não foram respondidas durante anos são gloriosamente respondidas. A atmosfera freqüentemente fica cheia do poder majestoso de Deus. Os cristãos reconhecem isso com a presença santa de Deus. Os pecadores têm uma percepção reverente da presença de Deus e de sua própria pecaminosidade.
Deus pode revelar a Sua presença de maneiras inesperadas. Ocorrências surpreendentes podem acompanhar Sua obra profunda na alma. Pode haver uma tal sensação da presença e do poder divino que alguns indivíduos tremem. Outros podem chorar diante de Deus; alguns caem ao chão por se sentirem fisicamente enfraquecidos. Outros podem sentir-se quase irresistivelmente atraídos a comparecer aos cultos de reavivamento ou a reunirem-se antes de algum culto ser anunciado.

O resultado do verdadeiro avivamento sempre tem um impacto na sociedade. Historiadores como William Lecky disseram que o avivamento liderado pelo John Wesleyno século dezoito ajudou a Inglaterra evitar uma revolução sangrenta como aquela que assolou a França. Muitos avivamentos, como aqueles no país de Gales em 1905, Zaire em 1976 e Pensacola – Florida (EUA) em 1995, causaram uma diminuição perceptível nos índices de criminalidade nas suas comunidades. Outros avivamentos, como o Exército da Salvação liderado pelo William Booth no século 19, contribuíram com avanços sociais como a abolição do trabalho infantil e a prostituição infantil da Inglaterra, e inspiraram outros pioneiros como o Dr Thomas Barnado que trabalhou com as crianças de rua de Londres, resolvendo completamente o problema durante a sua vida.

John White, no seu livro “Quando o Espírito Vem com Poder” (ABU Editora, 1998) escreveu:

…O que temos chamado de avivamento pelos últimos trezentos anos representa um trabalho incomum do Espírito Santo, com as seguintes características:
1. Homens, mulheres e crianças, convertidos e não-convertidos, tomados por uma visão, tanto da santidade de Deus como da sua misericórdia, são despertados em grande número para o arrependimento, para a fé e para a adoração.
2. O poder de Deus é manifestado em vidas humanas de forma que as leis da psicologia e da sociologia não conseguem explicar adequadamente.
3. A comunidade como um todo torna-se consciente do que está acontecendo, muitos entendendo o movimento com uma ameaça a instituições existentes.
4. Alguns homens e mulheres exibem comportamentos físicos e emocionais fora do comum, que criam controvérsia, e que podem tornar-se ofensivos para os que se opõem ao avivamento e uma armadilha para os que o apóiam.
5. Alguns crentes avivados comportam-se de maneira impulsiva e imatura, e outros caem em pecado. Dessa forma o avivamento parece ser uma estranha mistura de influências de Deus com as que não vêm de Deus, e de exibições do poder de Deus e da fraqueza humana.
6. Onde quer que o avivamento atinja proporções suficientes para causar um impacto nacional, reformas sociopolíticas são perpetradas no século seguinte. Dessa forma o reino de Cristo começa a ser exercitado sobre males de opressão e injustiça.

O seguinte foi escrito por Frank Bartleman, no dia 16 de novembro de 1905, apenas cinco meses antes do avivamento da Rua Azusa começar em Los Angeles, Califórnia (EUA):

A correnteza do avivamento está passando pela nossa porta. Será que nos nós jogaremos no seu seio, sendo conduzidos para gloriosa vitória? Um ano de vida neste momento, com suas maravilhosas possibilidades para Deus, vale mais que cem anos de vida normal. O Pentecoste está batendo às nossas portas. O avivamento para nosso país não é mais uma dúvida. Vagarosa, mas seguramente, a maré tem subido e, no futuro bem próximo, haverá um dilúvio de salvações que arrasará tudo antes de nós. O país de Gales não ficará sozinho neste triunfo glorioso para nosso Cristo. O espírito de avivamento está chegando, dirigido pelo sopro de Deus, o Espírito Santo. As nuvens estão se juntando rapidamente, carregadas com uma poderosa chuva, cuja precipitação demorará apenas um pouco mais.
Heróis se levantarão da poeira da obscuridade e das circunstâncias desprezadas, cujos nomes serão escritos nas páginas eternas da fama Celestial. O Espírito está pairando novamente sobre a nossa terra, como no amanhecer da criação, e o decreto de Deus está saindo: “Haja luz.” Irmão, irmã, se todos nós crermos em Deus, você entende o que aconteceria? Muitos de nós já não vivemos para outro motivo. Um volume de oração de fé está subindo ao trono dia e noite. Los Angeles, o Sul do Califórnia, e o continente inteiro, certamente logo se acharão no meio de um poderoso avivamento pelo Espírito e pelo poder de Deus.
Mais uma vez o vento do avivamento está soprando ao redor do mundo. Quem está disposto a pagar o preço e responder ao chamado para que, em nosso tempo, nós possamos viver dias de visitação Divina?”

(Citado no livro ‘The True Believers’ por Larry E Martin)

Pr. Paul David Cull

quinta-feira, 18 de novembro de 2010


FORÇA NA FRAQUEZA

Forjai espadas das relhas dos vossos arados,
e lanças das vossas podadeiras.
Diga o fraco: eu sou forte.
Jl 3.10
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A mensagem supra, extraída do livro de Joel, é muito contundente, atual e transporta-nos a um patamar de elevada responsabilidade ante às realidades que permeiam nosso viver, seja no plano fésico, material ou no metafísico, espiritual e místico.
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Joel conclama o povo a uma reflexão profunda da realidade, atribuindo à confiança no Senhor o sucesso e a vitória final. Diante dos agravos que assolavam o caminho da nação escolhida por Deus para ser o "espelho" que refletisse as verdades supremas do Altíssimo, não cabia ao povo outra atitude que não fosse voltar a Deus.
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Interessante, como esse texto é atual! Alguns pontos devem ser observados com maestria, pois revelam o caminho por onde o cristão deve andar:
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(a) Reconhecer seus limites.
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O texto é claro quando afirma que o povo deveria se conscientizar de que era fraco ("Diga o fraco"). Alguém disse que quando se chega ao fundo do poço e se conscientiza de que não há mais solução nem saída para uma determinada situação, o homem "escancara" uma porta para Deus; pois o agir de Deus se faz salutar na insignificância do homem.
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Não há super-homem, muito menos super crente! O que há, são seres humanos falíveis, limitados e incapaz diante das investidas espirituais que agem nas regiões celestiais. É o paradoxo que envolve a ortodoxia: somos justificados, mas continuamos pecadores. Não se explicam os paradoxos que envolvem o cristianismo, apenas se aceitam e o vivenciam na extensão da fé; diria até na extensão do "salto da fé" sobre o qual falou muito bem Kierkegaard.
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(b) Reconhecer o Senhor como o Sujeito e não como o objeto.
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Percebe-se em toda a Bíblia, mas quero me reportar à teologia paulina para afirmar a centralidade incondicional da supremacia de Deus em detrimento a qualquer ação humana. Para Paulo, o homem é um ser infinitamente limitado que não possui condições alguma de tomar decisões; destarte, cabe sempre ao Senhor o primeiro passo.
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Por esta razão, o caminho delineado pelo Senhor para que o cristão seja vencedor, tramita a conscientização de que o Senhor é forte e por Ele, através dEle e por meio dEle, é que se pode afirmar que é forte. O texto supra está de comum acordo com o paradoxo da fé: o fraco deve afirmar que é forte. Se é fraco, não se é forte; se é forte não se é fraco, afirma a ordem natural e lógica que regem a conduta humana; no entanto, como a lógica e a ordem que regem a conduta do cristão não é tão lógico nem ordena assim, o fraco pode afirmar que é forte!
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Esse paradoxo se aceita pelo "salto da fé" e se explicita pela entrega total e incondicional à soberania do Senhor. O cristão é forte não pela sua força, mas pela força que emana do Senhor; ou seja, o sujeito da ação - Deus - torna o objeto - o homem - um ser forte.
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É por esse caminho que o cristão deve andar, é por esse paradoxo que o cristão de se nortear. Assim assevera o apóstolo Paulo:
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"Pelo que sinto prazer nas 'fraquezas', nas injúrias, nas necessidades, nas perseguções, nas angústias por amor de Cristo. Pois quando estou 'fraco', então sou 'forte'." 2 Co 12.10
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Perceba que Paulo afirma que quando "está" fraco, então ele "é" forte. Que esse entendimento seja real na vida do cristão, pois assim pode-se afirmar que o caminho da vitória final está traçado.
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terça-feira, 16 de novembro de 2010


“Uma coisa eu sei: Deus está comigo!”


Esta é a verdade encontrada em nossos corações depois que conhecemos o Senhor e presenciamos Seu mover em nós e através de nós. O medo já não pode mais estar em nós, pois conhecemos bem Aquele a quem amamos e servimos e sabemos que Ele nos amou primeiro.


Juízes 6 e seguintes). Gideão liderou um pequeno exército contra um enorme inimigo por ordem do Senhor. Por mais que, aos seus olhos, parecesse loucura, acreditou na unção de Deus e que Ele é quem dá a vitória (e não nossas armas e nossa própria força). Fez exatamente o que o Senhor mandou e com seus 300 homens venceu o exército de 135.000 homens bem equipados.

As vezes, não compreendemos os planos de Deus. Não entendemos como Ele pode nos colocar em situações que parecemos tão fracos. Mas como nos diz São Paulo : ” é quando sou fraco que a força do Senhor se manifesta em mim”.

Sejamos fiés ao mover do Senhor. Deixemos o Espírito Santo nos dar a direção e Jesus ser nosso general ( como cantamos domingo). Veremos nossos ministérios prosperarem e serem veradeiras armas de guerra contra o mal.

Mesmo que você (ainda) não faça parte de um ministério na Igreja, creia que esta Palavra também é para você. Acredite no mover do Senhor sobre sua vida. Mesmo que pareça loucura pra você, faça o que Ele mandar e a vitória em sua vida, sobre seus problemas e situações será certa.

Como diz o Salmo 56, 10: ” Quando eu te invocar meus inimigos fugirão. Uma coisa eu sei: Deus está comigo”.

Venceremos a batalha quando o Senhor estiver conosco.

Clame por Ele todo o tempo. Adore-O. Louve-O. Reconheça que nada pode sem o Senhor e Ele virá e todos os inimigos da sua alma fugirão. O Amor lança fora todo o medo (I jo 4) e nos dá a vitória

muitos vem contra nós com calunia tentando nos desmotivar mas Deus sempre está por perto nos ajudando aleluiaaa

Eles vem mais Deus está conosco.

Nao desanimes nessa jornada você é escolhido de Deus e ele está trabalhando por voce nessa caminhada.


Pr luiz carlos santos





domingo, 14 de novembro de 2010

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sábado, 13 de novembro de 2010

Lo Debar não é mais o seu lugar!

24052009

lodebar

Muitas vezes somos expostos a sentimentos, emoções e situações que geram feridas profundas em nossa alma e acabam por influenciar nossas atitudes, a forma como nos relacionamos com outras pessoas e até mesmo nossa condição de vida.

Em I Samuel 18:1-4, vemos o estabelecimento de um pacto de amor entre Jonatas, filho do rei Saul e príncipe herdeiro do trono, e Davi, ungido por Deus para ser o próximo rei de Israel. No capítulo 31:2 vemos a morte de Jonatas e, em II Samuel 1:26 vemos Davi chorando a morte de Jonatas.

Em II Samuel 4:4 somos apresentados a Mefibosete, filho de Jonatas que, aos cinco anos de idade, tornou-se aleijado devido a uma queda quando sua ama saiu às pressas, após receber a notícia da morte de Saul e Jonatas.

Esse menino, neto do rei e filho do príncipe herdeiro, estaria destinado à sucessão do trono de Israel, caso seu pai não tivesse morrido. Agora, aleijado, já não teria mais o direito de pleitear ao trono. Não teve uma infância normal. Não correu com as outras crianças. Foi levado a Lo Debar, e lá ficou e foi levando sua vida. Já não possuía mais a riqueza de Saul e Jonatas. No esquecimento, na obscuridade, vivia em Lo Debar.

Porém, muitos anos depois, Davi lembrou-se daquela aliança com Jonatas e procurou saber se havia algum descendente vivo, para que pudesse usar de bondade para com ele (II Samuel 9:1-13). Falaram-lhe sobre Mefibosete. Imediatamente, pediu que o trouxessem à sua presença. Mefibosete apresenta-se como “um cão morto”. Aqui vemos a auto-estima de um homem que não tinha mais perspectiva alguma na vida. Um cão morto. Nem se considerava mais gente. Simplesmente um cão morto.

Naquele momento, por amor a Jonatas, Davi lhe restitui tudo que pertencia à sua família, ao seu pai e ao seu avô. Davi também determina que, daquele dia em diante, ele comeria todos os dias à sua mesa e seria tratado como um de seus próprios filhos.

De cão morto em Lo Debar a filho do rei em Jerusalém.

Assim Deus faz conosco. Por amor a Jesus, que morreu por nossos pecados, Deus nos chama de Lo Debar, aquele mundinho que criamos para nos escondermos das circunstâncias adversas da vida e acabamos nos acostumando à miséria, auto-comiseração, mediocridade, inércia, medo, frustração, falta de perspectiva.

Deus nos chama de Lo Debar para o Seu palácio onde, por amor de seu filho, ele nos oferece sua mesa, para que dela comamos todos os dias, em sua presença. Na mesa do rei está todo o suprimento que necessitamos. E está lá, à nossa disposição. Somos tratados como filhos e já não temos mais nada a ver com Lo Debar. A única coisa que temos que fazer é comer da mesa do rei. Nos alimentarmos da Sua Palavra, em sua presença, todos os dias de nossas vidas.

Nesse momento, tudo o que vivemos em Lo Debar já não conta.

Entretanto, muitas vezes nós saímos de Jerusalém e retornamos a Lo Debar. Quando não damos ouvidos à Palavra de Deus, quando não entramos em sua presença em oração e permitimos que os velhos medos, frustrações, desesperos, falta de perspectiva ocupem novamente nossas mentes.

A boa notícia do evangelho é clara: LO DEBAR NÃO É MAIS O SEU LUGAR! Você foi chamado pelo rei para comer da sua mesa. Deixe Lo Debar para trás e nunca mais retorne para lá, você não precisa mais disso. Jesus já pagou o preço, sofreu em nosso lugar, para que agora tenhamos acesso ao trono do Pai.

Jonas 2:7

Isaías 41:8-13

AGRADECIMENTO

O ANEL DO PROFESSOR


O ANEL DO PROFESSOR

- Professor, eu me sinto um inútil. Não tenho força alguma. Dizem-me que não sirvo para nada... que sou lerdo... um completo idiota. Ajude-me, por favor.

O professor, sem olhá-lo, disse-lhe: - Sinto muito, meu jovem. Você me pegou num dia ruim. Estou tentando resolver um sério problema. Volte outra hora, por favor.

Quando o jovem já ia saindo, o professor lhe propôs: - Bem, se você me ajudasse, eu poderia resolver o meu problema mais rápido, daí a gente poderia conversar...

- C... Claro, professor, gaguejou o jovem, bastante inseguro.

O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e disse ao garoto: - Monte meu cavalo e vá até o mercado vender este anel. Preciso pagar uma dívida, mas, por favor, não o venda por menos que uma moeda de ouro. Vá correndo e volte o mais rápido que puder.

Mal chegou ao mercado, o jovem começou a oferecê-lo a todos que encontrava. Eles olhavam com algum interesse, mas, quando o jovem dizia quanto pretendia pelo anel, eles riam, volviam-lhe as costas, ignoravam-no. Somente um velhinho, vendo o sofrimento do rapaz, foi simpático com ele, e lhe explicou que uma moeda de ouro era muito dinheiro por aquele anel.

Um outro, tentando ajudar, chegou a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem, seguindo as orientações do seu professor, recusou a oferta.

Abatido pelo fracasso, montou novamente o cavalo e, muito triste, voltou para a casa do professor. Chegou mesmo a desejar ter uma moeda de ouro e comprar aquele anel, mesmo que não valesse tanto, somente para ajudar seu mestre.

Ao entrar na casa, relatou: - Professor, sinto muito, não consegui vender o anel. É impossível conseguir o que o senhor está pedindo por ele. Talvez eu possa conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas, não mais que isso. Não podemos enganar ninguém sobre o valor deste anel.

- Você tem razão, meu amigo. Antes de tentar vender o anel, deveríamos, primeiro, saber seu real valor. Não queremos enganar ninguém, nem ser enganado, não é mesmo? Por favor, faça-me mais uma coisa: Monte novamente o cavalo e vá até o joalheiro; quem melhor do que ele para saber o valor deste anel? Diga-lhe que eu quero vendê-lo e pergunte quanto ele pode ofertar, mas, atenção meu amigo, não importa o quanto ele ofereça, não venda o anel ao joalheiro. Apenas pergunte o valor do anel e o traga de volta.

Ainda tentando ajudar seu professor, o jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro, então, lhe disse: - Diga ao professor que, se ele tem pressa em vender o anel, não posso lhe dar mais do que 8 moedas de ouro...

- 8????? Perguntou o jovem.

- Sim, replicou o joalheiro, posso chegar a lhe oferecer até 10 moedas, mas, só se ele não tiver pressa.

O jovem, emocionado, correu até a casa do professor e contou-lhe tudo. – 8 moedas de ouro, uau! – exclamou o professor, e rindo, zombou: - Aqueles homens no mercado deixaram de fazer um bom negócio, não é mesmo? – Sim, professor, concordou o menino, todo empolgado.

- Então, professor, perguntou o menino, o senhor vai vender o anel por 8 ou por 10 moedas? – Não vou vendê-lo, respondeu ele, fiz isso apenas para que você entenda uma coisa:

- Você, meu jovem, é como esse anel: uma jóia valiosa e única. Mas, somente pessoas sábias podem avaliar seu real valor. Ou você pensava que qualquer um poderia avaliá-lo corretamente? Não! Não importa o que digam de você, o que importa é o seu real valor.

E, dizendo isso, colocou seu anel de volta no dedo.

- Todos nós somos como esta jóia: únicos e valiosos. Infelizmente, passamos a vida andando por todos os mercados da vida, barateando nosso próprio valor, pretendendo que pessoas mal preparadas nos valorizem. Ninguém deveria ter a força de nos fazer sentir inferior, sem o nosso consentimento. Cada um de nós é especial, pois foi Deus que nos fez.

"Não se julguem melhores do que realmente são. Ao contrário, sejam modestos nos seus pensamentos, e cada um julgue a si mesmo conforme a fé que Deus lhe deu". Romanos 12

projeto semear 2010