sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Quantos livros, capítulos e versículos há na Bíblia?
ESTUDO E PESQUISA LUIZ CARLOS SANTOS FONTE VARIASOs seguintes números são baseados na Nova Tradução na Linguagem de Hoje:
| Antigo Testamento | Novo Testamento | Total | |
| Livros | 39 | 27 | 66 |
| Capítulos | 929 | 260 | 1.189 |
| Versículos | 23.146 | 7.957 | 31.103 |
Comparando com outras traduções, esses números podem ser um pouco diferentes. A Almeida Revista e Atualizada, por exemplo, tem 31.104 versículos (o final de 1Samuel 20.42 se torna o versículo 43) e a Almeida Revista e Corrigida tem 31.105 versículos (além de 1Samuel 20, o final de Juízes 5.31 se torna o versículo 32). A versão King James, por sua vez, tem 31.102 versículos, pois ajunta os versículos 14 e 15 de 3João. Os textos originais em hebraico e grego, por sua vez, trazem um total de 31.171 versículos (21.213 no Antigo Testamento e 7.958 no Novo Testamento). A maior diferença está no Livro de Salmos: vários deles trazem títulos que aparecem como o versículo 1 no texto hebraico e que, nas traduções, não são numerados.
Qual o maior capítulo da Bíblia?
O maior capítulo da Bíblia é o Salmo 119, com 176 versículos.
Qual o menor capítulo da Bíblia?
O menor capítulo da Bíblia é o Salmo 117, com 2 versículos apenas.
Qual é o menor versículo da Bíblia?
Isso varia conforme a versão. Conforme a Almeida Revista e Corrigida, é Êx 20.13: “Não matarás”. Na Revista e Atualizada, porém, Jó 3.2 tem apenas 7 letras: “Disse Jó:”.
Qual é o maior versículo da Bíblia?
O maior é Ester 8.9.
Quando a Bíblia foi dividida em capítulos e por quem?
A Bíblia Sagrada foi dividida em capítulos no século XIII (entre 1234 e 1242), pelo teólogo Stephen Langhton, então Bispo de Canterbury, na Inglaterra, e professor da Universidade de Paris, na França.
Quando a Bíblia foi dividida em versículos e por quem?
A divisão do Antigo Testamento em versículos foi estabelecida por estudiosos judeus das Escrituras Sagradas, chamados de massoretas. Com hábitos monásticos e ascéticos, os massoretas dedicavam suas vidas à recitação e cópia das Escrituras, bem como à formulação da gramática hebraica e técnicas didáticas de ensino do texto bíblico. Foram eles que, entre os séculos IX e X, primeiro dividiram o texto hebraico (do Antigo Testamento) em versículos. Influenciado pelo trabalho dos massoretas no Antigo Testamento, um impressor francês chamado Robert d´Etiénne, dividiu o Novo Testamento em versículos no ano de 1551. D´Etiénne morava então em Gênova, na Itália.
Qual(is) a(s) primeira(s) Bíblia(s) completa(s) publicada(s) com a divisão de capítulos e versículos?
Até boa parte do século XVI, as Bíblias eram publicadas somente com os capítulos. Foi assim, por exemplo, com a Bíblia que Lutero traduziu para o Alemão, por volta de 1530. A primeira Bíblia a ser publicada incluindo integralmente a divisão de capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, lançada em 1560, na Suíça. Os primeiros editores da Bíblia de Genebra optaram pelos capítulos e versículos vendo nisto grande utilidade para a memorização, localização e comparação de passagens bíblicas. Em Português, já a primeira edição do Novo Testamento de João Ferreira de Almeida (1681) foi publicada com a divisão de capítulos e versículos.
A palavra “Bíblia” aparece na Bíblia?
“Bíblia” é uma palavra que não aparece na Bíblia. Ela vem do termo grego biblos, por causa da cidade fenícia de Biblos, um importante centro produtor de rolos de papiro usados para fazer livros. Com o tempo, a palavra biblos passou a significar “livro”. Biblia é a forma plural (“livros”). A Bíblia, na verdade, é uma coleção de livros. Ela também é conhecida simplesmente como “o Livro”, “o Livro dos Livros”, “o Livro Sagrado”.
Qual era a fruta que Adão e Eva comeram?
A Bíblia não menciona qual era a fruta da árvore do conhecimento do bem e do mal, que não devia ser comida por Adão e Eva. Uma tradição européia associa essa fruta com a maçã. Em latim, a palavra malum significa tanto “maçã” como “mal”, o que pode ter originado essa tradição.
Há algum livro da Bíblia em que a palavra “Deus” não aparece?
A palavra “Deus” aparece em todos os livros da Bíblia, exceto em Ester e Cântico dos Cânticos. Esse fato levou muitos judeus e cristãos a argumentarem que Ester e Cântico dos Cânticos não faziam parte da Bíblia. Outros argumentaram que Deus está presente também nesses livros. Eles viram o Cântico dos Cânticos como um símbolo poético do amor de Deus pelo seu povo. E, em Ester, eles viram Deus agindo nos bastidores, criando uma série de impressionantes “coincidências” que livraram os judeus de um holocausto na Pérsia.
Quais os documentos mais antigos que trazem trechos bíblicos?
O documento mais antigo que traz um trecho da Bíblia é um fragmento dos Rolos do mar Morto, encontrado próximo da costa do mar Morto em Israel. Escrita em torno de 225 a.C., a passagem é de um dos livros de Samuel que faz parte do Antigo Testamento. O texto mais antigo do Novo Testamento existente é um pedaço do Evangelho de João. Escrito em torno de 125 d.C., talvez apenas 30 anos depois da composição do Evangelho, o fragmento contém partes de João 18.31-33, incluindo a pergunta de Pilatos a Jesus: “Você é o rei dos judeus?”.
Em que ano nasceu Jesus?
Jesus nasceu em Belém da Judéia uns dois anos antes da morte de Herodes, o Grande, o que aconteceu em 4 a.C. Quando o calendário romano foi reformado, séculos mais tarde, houve um erro de uns seis anos no cálculo do começo da era cristã. É por isso que, em vez do ano 1 da era cristã, a data correta do nascimento de Jesus é 6 a.C.
Qual é o livro bíblico mais traduzido?
A Bíblia foi traduzida e publicada mais do que qualquer outro livro na história. O livro da Bíblia mais traduzido é o Evangelho de Marcos, talvez por ser o mais curto dos quatro Evangelhos e por trazer um relato cheio de ação a respeito da vida e dos ensinamentos de Jesus. Marcos está disponível em cerca de 900 línguas.
HISTORIA BIBLICA
VOCÊ SABIA QUE O EVANGELISTA MARCOS NAO FOI DICIPULO DE JESUS
MANDE SUA DUVIDA OU PERGUNTA SOBRE A PALAVRA DE DEUS.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
O Evangelho O Poder de
Deus para Salvar
(Romanos 1:14-17)
O dilema do homem é inegável: o pecado levantou uma barreira intransponível impedindo o acesso até Deus (Romanos 3:23; 6:23). Entretanto Deus está querendo ajudar, oferecendo resposta para os apelos desesperados dos homens (Romanos 7:24; Atos 17:27).
O livro de Romanos claramente nos mostra a necessidade de aceitar e obedecer o evangelho para se livrar do pecado e restaurar a comunhão com Deus. O evangelho é realmente o poder de Deus para nossa salvação (Romanos 1:16).
A Única Cláusula de Deus (Romanos 1:16)
A revelação do plano eterno de Deus para a salvação do homem atingiu seu ponto culminante no sacrifício de Jesus Cristo, e seu benefício na revelação do evangelho. Simplesmente não existe possibilidade de salvação sem Cristo (Atos 4:10-12). A morte de Cristo é essencial para a nossa salvação (Mateus 26:28). O evangelho é importante porque mostra como podemos ser salvos pela morte de Jesus. Nós podemos compartilhar da promessa em Cristo somente através do evangelho (Efésios 3:6).
Não existe nenhum relato bíblico de nenhuma pessoa sendo salva através de outro meio. Nós somos salvos quando ouvimos, cremos e obedecemos o evangelho (Romanos 10:8-17). Deus nos oferece uma saída para o dilema do pecado através do evangelho, o qual "se manifestou agora . . . para obediência da fé" (Romanos 16:25-26). Se rejeitarmos esta saída, não existirá outro caminho para a salvação.
A Única Incumbência de Paulo (Romanos 1:14-16)
Paulo, quem de perseguidor tornou-se pregador, mostra sua firme convicção de necessidade da obediência ao evangelho. Na introdução na sua carta aos Romanos ele nos dá uma das mais claras e estimulantes afirmações sobre a importância das boas novas de Jesus Cristo. Paulo disse:
Œ Eu sou devedor (1:14). Ele devia a mensagem salvadora para os outros, mesmo os desprezados gentios, porque era a única chance deles para a salvação.
Estou pronto (1:15). O entendimento de Paulo sobre o valor do evangelho era motivo suficiente para levá-lo a Roma para pregar o evangelho.
Ž Não me envergonho (1:16). A mensagem simples do evangelho pode ter sido ironizada pelos arrogantes, mas Paulo não se envergonhou, reconhecendo o poder da palavra (veja 1 Coríntios 1:18-31).
Nosso Único Guia (Romanos 1:17)
Os homens podem ser justificados diante de Deus somente quando eles demonstrarem fé - resposta adequada para a sua palavra. Paulo cita Habacuque 2:4 que nos mostra uma clara distinção entre o orgulhoso que segue seu próprio caminho, e o justo que manifesta sua própria dependência em Deus. Nós devemos ter a humildade e nos submeter a Deus e seguir unicamente a sua palavra.
A palavra de Deus fornece a direção completa que nós precisamos (Jeremias 10:23-24). As Escrituras fornecem tudo o que nós precisamos para estarmos equipados para servir a Deus (2 Timóteo 3:16-17). Deus nos tem dado todas as coisas que conduzem à vida e à santidade, nos capacitando a nos desfazer da natureza humana e ser participantes da natureza Divina (2 Pedro 1:3-4). Nós devemos ignorar as tradições, doutrinas e opiniões dos homens e aceitar a mensagem salvadora do evangelho (1 Coríntios 4:6). Somente assim, nós teremos a verdadeira comunhão com Deus (2 João 9).
Durante os séculos que se passaram, a partir dos escritos de Paulo, os homens têm tentado "melhorar" o poder de Deus para a salvação. Eles tentaram suplementar, abreviar, reduzir e alargar, mas foram incapazes de produzir qualquer outro caminho para escalar a barreira do pecado. Deus revelou. Paulo proclamou. Nós devemos obedecer. As boas novas de Jesus Cristo são a única avenida pela qual nós podemos ser redimidos da terrível conseqüência do pecado!
Pregue o evangelho em sua rua,cidade,,Deus vai te usar.
pastor luiz carlos santos
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
DE HUMILHADO A VENCEDOR

JEFTÉ DE REJEITADO A VENCEDOR.
Depois de ser expulso de casa por seus meio-irmãos por ser filho de uma prostituta, ele foi viver em Tobe, a leste de Gileade e foi viver com homens levianos. Os amonitas entraram em guerra contra os israelitas e não tinha nenhum homem com as qualificações de Jefté, homem valoroso e guerreiro e os anciões foram buscá-lo na terra de Tobe. Estrategicamente Jefté tentou negociações com reinos vizinhos, pois não queria derramamento de sangue, porém todas as negociações foram sem sucesso. Partiu para o 2º plano que foi o ataque sob a direção de Deus.
Antes de partir para a guerra, ele fez um voto ao Senhor, que caso ele retornasse para casa vitorioso, quem primeiro da porta de sua casa saísse ao seu encontro, esta pessoa seria oferecida em holocausto ao Senhor. Ele voltou vitorioso, mas quem saiu-lhe de casa ao seu encontro foi sua filha única, Logo que ele a viu, rasgou as suas vestes, e disse: Ai de mim, filha minha! muito me abateste; és tu a causa da minha desgraça! pois eu fiz, um voto ao Senhor, e não posso voltar atrás. (Juizes11:36) Ela lhe respondeu: Meu pai, se fizeste um voto ao Senhor, faze de mim conforme o teu voto, pois o Senhor te vingou dos teus inimigos, os filhos de Amom.
A HISTÓRIA DE JEFTÉ CONTÉM UMA MENSAGEM DE DEUS PARA VOCÊ
01. O NOME DE JEFTÉ ESTÁ NA GALERIA DOS HERÓIS DA FÉ
Se você fosse escrever uma lista de heróis, será que você colocaria na lista uma prostituta ou um filho de prostituta?! Provavelmente, não!... - Entretanto, na galeria dos heróis da fé de HEBREUS 11, nós encontramos o nome de Raabe, aquela prostituta que salvou a vida dos espias de Jericó. E encontramos também o nome de JEFTÉ, cuja mãe era uma prostituta. Veja Hb 11:31 Hb 11:32 (Raabe e Jefté) e, observe o que diz Hb 11:38 e Hb 11:39 a respeito deles....
Não importa qual seja a sua história ou a sua origem... você pode ser alguém que tenha sido escolhido por Deus...
Você já sabe alguma coisa sobre isto? O Senhor já lhe disse que você é um escolhido? Lá dentro, em uma parte muito interior, você sente a convicção de que Deus tem um propósito especial com você nesta terra?
Pense um pouquinho em Jefté: Nascido de uma prostituta numa época em que os preconceitos eram bem mais acentuados que hoje; criado com seu pai numa família que simplesmente não o aceitou; ele foi, durante toda sua infância e juventude, um filho rejeitado; foi expulso de sua casa e de sua cidade para não ter direito na herança de seu pai; viu-se obrigado a fugir, temendo talvez, pela própria vida; e, por último, teve que ir morar numa maloca com pessoas de má fama...
Sua situação é pior que a dele? A história dele é parecida com a sua?
Jefté era alguém que tinha tudo para ser um homem fracassado. Todavia, isso não exerceu influência sobre sua personalidade... Ele era líder, era valente e querido por seus conterrâneos. JEFTÉ ERA UM ESCOLHIDO!
02. JEFTÉ TINHA UM PAI OMISSO
Gileade, seu pai, em momento nenhum interveio a favor de seu filho Jefté. Os meio irmãos deste o desprezaram e, provavelmente, foram instigados pela própria mãe, por questões de ciúmes, de vingança. O pai, em situações assim, tinha que impedir qualquer atitude de desprezo para com seu filho que não era culpado de ter nascido nestas condições.
Mas, Gileade foi omisso. Mesmo quando os seus filhos expulsaram a Jefté, forçando-o a fugir, ele parece ter feito de conta que não tinha nada a ver com isto.
Fica aqui uma mensagem para os pais. É de sua responsabilidade a maneira como seus filhos são criados. É de sua responsabilidade dar a cada filho, em particular, proteção, apoio e condições para se desenvolver como pessoa e como cidadão.
Se, por acaso, você também tem um filho ou filha que é fruto de seu deslize moral, não o trate com menosprezo, e não permita que seus outros filhos o façam. Tente criar um abiente em que todos tenham os mesmos valores e direitos.
03. DEUS MESMO CRIOU O AMBIENTE FAVORÁVEL AO SUCESSO DE JEFTÉ
Os amonitas apertaram o povo de Israel, especialmente pelo lado Leste, nas terras de Gade e de Manassés. Foi aí que Deus entrou com providência para mostrar para eles que ninguém deve ser desprezado por qualquer que seja sua origem ou cacterísticas físicas ou por ciúmes ou por inveja.Eles não tiveram outra opção a não ser ir atrás de Jefté, porque ele era o único, em sua época, que tinha perfil para aquele tipo de situação.
É incrível como todo aquele que tem uma chamada de Deus sofre perseguições, é mal compreendido e, algumas vezes, é forçado a fugir, para que se vejam livres dele(a).
Mas, se você é mesmo um escolhido, sua história não acaba aqui. Hoje você pode até estar chorando, mas amanhã você irá sorrir. Deus vai te levantar das cinzas e do pó. Deus vai fazer tudo o que tem te prometido. Você vai ver as mãos de Deus te ajudar. Quem te ver há de falar: Ele é mesmo um escolhido.
Aí, os hipócritas vão dizer que você nasceu prá vencer. Olha o que eles dizem: "Eu já sabia, porque você tinha mesmo cara de vencedor".
Mas, se Deus quer agir, nuinguém pode impedir... E assim, Deus vai criando o ambiente favorável ao seu sucesso!!!
04. JEFTÉ ESTAVA PRONTO PARA O KAYRÓS
O Kayrós é o tempo de Deus. Não é como o Kronus, o tempo que precisa ser agendado e perseguido pelo homem. O kayrós acontece...
Para todos nós haverá o kayrós. A diferença entre uns e outros é que muitos, ao passarem pela prova, guardam em seu coração rancor e mágoa. No dia que o kayrós acontece, não estão preparados e chutam sua bênção.
Jefté estava livre do peso das mágoas. Ele compreendeu o agir de Deus em seu favor e não perdeu a oportunidade ímpar que a vida lhe ofereceu. No dia seguinte ele já era o comandante do exército de Gileade e líder de seus próprios irmãos...
A história de Jefté é bem parecida com a história de José do Egito, não é? - Pois é, a história vem se repetindo ao longo dos milênios. E, para nós, haverá um kayrós. Pode ter certeza disso. O seu dia já está na agenda de Deus...
.eu já passei por momentos delicados em minha jornada,,fui muitas vezes rejeitado e humilhado,mas Deus nunca me abadonou,ele sempre esteve ao meu lado,a vezes nao entendemos o trabalhar de Deus em nossa vida.
jefté sofreu humilhaçao foi rejeitado,,mas Deus honrou ele de maneira espetacular,,Deus vai te honrar..e te fazer vencedor perante aqueles que te humilharam.
O Senhor é aquele que "prepara uma mesa perante mim na presença de meus inimigos..." - É aquele que "unge a minha cabeça com óleo e o meu cálice transborda!!!"
Fica essa mensagem para você meu querido irmão. Não leia a história de Jefté apenas pela curiosidade de saber se ele matou ou não a sua filha. A Bíblia não é apenas um livro histórico. Ela é a carta de Deus com uma mensagem para nós. Veja em cada história deste maravilhoso livro a mão de Deus demonstrando o cuidado dEle para com você.
Como Jefté, como José do Egito, como Jabez, como Raabe e como tantos outros, o seu nome ainda vai parar na galeria dos heróis da fé!!!
pergunta biblica.jefté imolou realmente sua filha para Deus??
resposta-Muitos têm entendido que Jefté ofereceu a vida de sua filha ao Senhor, dada a natureza inviolável de um voto feito a Deus (cf. Ec 5:2-6). E mais, observam que um holocausto envolve o sacrifício de uma vida, e justificam esse procedimento tendo por base que um voto a Deus tem precedência sobre tudo o mais, até mesmo sobre a vida humana (cf. Gn 22). Deus é soberano sobre a vida e a toma quando quer (Dt 32:39), como finalmente o faz (Hb 9:27).
Entretanto, por diversas razões, não é necessário admitir que Jefté tenha oferecido um sacrifício de morte. Primeiro, ele tinha consciência da lei contra o sacrifício humano, e se essa fosse sua intenção quando fez o voto, um sacrifício humano, ele saberia que isso teria sido uma clamorosa rejeição da lei de Deus.
Em segundo lugar, o texto não diz ter ele realmente matado sua filha como holocausto. Isto é apenas inferido por alguns porque ele tinha prometido que quem quer que primeiro saísse de sua casa seria oferecido ao Senhor “em holocausto” (11:31). Como Paulo mostrou, os seres humanos devem ser oferecidos a Deus como um “sacrifício vivo” (Rm 12:1), e não como sacrifício de mortos. É possível que Jefté tenha oferecido sua filha ao Senhor como um sacrifício vivo. Por todo o resto de sua vida ela serviria ao Senhor na casa do Senhor e permaneceria virgem.
Terceiro, um sacrifício vivo de perpétua virgindade era um sacrifício tremendo no contexto judaico daqueles dias. Fazendo alguém voto de perpétua castidade, e sendo dedicada ao serviço do Senhor, ela não poderia jamais ter filhos e assim dar continuidade à linhagem familiar de seu pai. Jefté agiu com muita honra e grande fé no Senhor, não voltando atrás em relação ao voto que ele havia feito ao Senhor seu Deus.
Quarto, este modo de ver a questão apóia-se no fato de que quando a filha de Jefté saiu para chorar por dois meses, ela não saiu para lastimar a sua morte iminente. Não, ela saiu e “chorou a sua virgindade” (v 38).
Finalmente, se ela tivesse de enfrentar a morte ao fim dos dois meses, teria sido muito simples para ela casar-se com alguém e viver com essa pessoa durante os dois meses que antecederiam sua morte. Não havia razão para a filha de Jefté lastimar pela sua virgindade, a menos que estivesse com a perspectiva de viver toda uma vida nessa condição. Com Jefté não tinha outros filhos, sua filha não se lamentou acerca de sua virgindade por causa de nenhum desejo sexual ilícito.
domingo, 30 de janeiro de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
01-TESTEMUNHO-IRMA ELIANE


sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
O PODER DO EVANGELHO
O Poder do Evangelho
Dave Hunt
"Ide por todo o mundo e pregai o
evangelho a toda criatura"
(Mc 16.15).
O "...evangelho... é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê..." (Rm 1.16).
A santidade e a justiça de Deus exigem que os pecadores sejam eternamente separados dEle. Ser cortado completa e eternamente daquele Amor pelo qual se foi criado equivalerá a arder com uma sede que se tornará cada vez mais insuportável. Mesmo assim, Deus, graciosa e gratuitamente oferece salvação dessa que é a mais terrível condenação. "O evangelho da graça de Deus" declara que Deus se tornou homem através de um nascimento virginal; que esse homem-Deus imaculado morreu pelos nossos pecados, satisfazendo Sua própria justiça através do sofrimento do castigo eterno que nós merecemos; que Ele ressuscitou ao terceiro dia; e que todos aqueles que crêem nEle são perdoados e recebem a vida eterna como um dom gratuito. A salvação é tão simples – e maravilhosa –; ela deve ser pregada com essa simplicidade.
O Evangelho puro que convence os ouvintes
Não são as credenciais acadêmicas, a oratória brilhante ou a persuasão do pregador, porém o Evangelho puro que convence os ouvintes. Não devemos atentar para sabedoria humana e zelo, a fim de embelezar, melhorar, ou de qualquer forma fazer o Evangelho mais atrativo para os perdidos. O Evangelho, apresentado em sua imutável pureza, é a mensagem que o Espírito Santo honra convencendo e dando convicção àqueles que O ouvem (Jo 16.8-11). Essa verdade deve voltar a concentrar a atenção dos evangélicos!
Ao contrário da crença popular, perícia na pregação (a "homilética" ensinada no seminário) não tem capacidade de ajudar, antes atrapalha a comunicação do Evangelho. O domínio da oratória ou das técnicas de vendas mais recentes pode ser útil numa profissão secular, mas não "na loucura da pregação". A não ser que tais metodologias e capacidades sejam colocadas de lado para proclamar a verdade de Deus, elas obscurecem o Evangelho.
Mesmo que o acima exposto possa parecer uma perspectiva extremista e anti-intelectual, tal foi o ensinamento e a prática do apóstolo Paulo. Rabino bem instruído, Paulo era, sem dúvida, um eloqüente orador que podia influenciar qualquer platéia. Todavia, na pregação do Evangelho, ele deliberadamente deixava de lado a "ostentação de linguagem" (1 Co 2.1) e cuidadosamente evitava as"palavras ensinadas pela sabedoria humana" (v. 13). Sabendo que suas próprias idéias, embelezamentos e habilidades persuasivas eram empecilhos ao invés de auxílios, o grande apóstolo ficou diante de sua audiência "em fraqueza, temor e grande tremor" (v. 3). Devemos proceder da mesma forma.
Paulo declarou que a sabedoria de palavra anula a cruz de Cristo (comp. 1 Co 1.17). Portanto, ele determinou que sua pregação não consistiria em "linguagem persuasiva de sabedoria [humana], mas em demonstração do Espírito e de poder" para que a fé de seus convertidos "não se apoiasse em sabedoria humana; e, sim, no poder de Deus" (1 Co 2.4-5). Todavia, muitos cristãos bem-intencionados fazem exatamente o que Paulo evitava, convencidos de que o Evangelho e o Espírito Santo necessitam da ajuda do conhecimento, da persuasão psicológica e de uma embalagem promocional moderna. Conseqüentemente, a fé de muitos crentes hoje está firmada na sabedoria humana em vez de no poder de Deus – podendo assim, da mesma forma, ser minada por argumentos humanos.
Comprometimento e negação do Evangelho
O Evangelho está sendo comprometido e até mesmo negado por muitos cristãos confessos. Os termos "espiritual" ou "espiritualidade" legitimam muito engano. "Espiritualidade" agora é evidenciada pelo ecumenismo e realçada pelas técnicas da Nova Era. A revista evangélica americana Christianity Today (Cristianismo Hoje) de 11/8/93 referiu-se favoravelmente a respeito de um movimento rumo à maturidade espiritual aparentemente muito espalhado. Infelizmente, na sua promoção de "espiritualidade moderna", a Christianity Today apela para Richard Foster e suas técnicas de "oração contemplativa", que envolvem a passividade e a visualização ensinadas por ocultistas como Inácio de Loyola (fundador dos jesuítas) e Agnes Sanford (veja os livros "A Sedução do Cristianismo" e "Escapando da Sedução"). Muitos artigos [da revista] sustentam que o catolicismo romano faz parte de um "cristianismo sadio". Introduzindo um artigo principal, o editor executivo da Christianity Today exalta o místico católico romano Thomas Merton por ter aberto um caminho para um relacionamento mais profundo com Deus, embora Merton, um seguidor da Nova Era, rejeitasse o Evangelho, sem cuja aceitação não se pode conhecer a Deus.
A motivação da pregação do Evangelho: o amor
Não são metodologias ou técnicas, mas verdade e amor que iniciam e amadurecem a vida espiritual no crente. Tampouco o genuíno amor por Deus e pelos outros pode brotar de qualquer outra coisa a não ser da aceitação e do reconhecimento do Evangelho (1 Jo 4.19). Aquela "velha história" revela o amor de Deus. Aqueles que a pregam em verdade devem ser motivados e fortalecidos por esse mesmo amor.
Bem, talvez você diga: "Eu não sou pastor ou pregador, e, assim sendo, recomendações tratando da pregação do Evangelho não se aplicam ao meu caso." "A loucura da pregação" inclui compartilhar de Cristo por sobre a cerca com um vizinho, ou com um amigo pelo telefone. O mandamento de Cristo para "pregar o evangelho" e "fazer discípulos" – a chamada "Grande Comissão" de Marcos 16.15 e Mateus 28.18-20 – se aplica igualmente a qualquer cristão do passado, do presente ou do futuro. Esse fato está claro nas palavras de Cristo, "ensinando-os (aos convertidos) a guardar todas as cousas que vos tenho ordenado" (Mt 28.20). Os primeiros discípulos de Cristo deveriam ensinar seus convertidos a obedecer cada mandamento que Ele tinha dado a eles – incluindo pregar o Evangelho e ensinar seus convertidos a obedecer todos os mandamentos de Cristo igualmente. E assim até chegar aos nossos dias. Nós também devemos obedecer a tudo quanto Ele ordenou aos primeiros doze.
Cada convertido a Cristo é ordenado e fortalecido pelo Espírito Santo
Essas afirmações de Cristo corrigem uma quantidade de enganos populares, tais como a idéia de que Seus ensinamentos nos quatro Evangelhos são apenas para Israel, ou apenas para serem obedecidos no Milênio, e, assim sendo, não seriam para a Igreja hoje. Também fica eliminada a idéia de que "o evangelho do reino" que Cristo e Seus discípulos pregaram antes da cruz é, de alguma maneira, diferente daquele que é pregado para nós hoje. E uma das principais fontes do engano católico romano – que o papa é o sucessor de Pedro e que somente os integrantes da hierarquia de padres, bispos, cardeais, etc. são os sucessores dos outros apóstolos – também é desmentida. Cada convertido a Cristo é igualmente ordenado e fortalecido pelo Espírito Santo para obedecer tudo o que Cristo ordenou aos doze primeiros e conseqüentemente a agir usando toda a capacidade pela qual Ele os treinou e os comissionou.
Novos métodos e inovações
O Evangelho é a única solução para o problema do efeito destrutivo do pecado na vida diária. Ainda assim, muitos evangélicos perderam sua fé no poder do Evangelho e imaginam que algo mais é necessário; sejam programas atrativos, aconselhamento psicológico ou novas revelações de profetas modernos. Paulo se referiu à "loucura da pregação" porque o Evangelho simples que ele pregava era desprezado. O mesmo acontece em nossos dias.
Em contraste com a simplicidade e pureza do Evangelho apresentado nas Escrituras, novos métodos e inovações estão sendo empregados hoje. O Evangelho não é mais considerado como suficiente por si próprio. Atualmente é ensinado que crer no Evangelho poderá deixar hostes de demônios escondidos interiormente, remanescentes de pecados passados ou até mesmo de gerações anteriores. A Bíblia chama aquele que crê no Evangelho de "nova criatura" em Cristo; para quem "as cousas antigas já passaram; eis que se fizeram novas" (2 Co 5.17; Gl 6.15). Negando essa clara verdade, "ministérios de libertação" têm surgido em grande número para expulsar os demônios dos cristãos.
"Batalha espiritual"
O Evangelho simples foi tudo o que os apóstolos precisaram e usaram. Ainda assim, muito tem sido acrescentado hoje em dia. Considere, por exemplo, a nova crença de que muitos cristãos (especialmente missionários regressantes) que passam por uma crise de "estresse" ou "esgotamento" desenvolvem múltiplas personalidades – outra heresia da psicologia. De acordo com o que se alega, a "libertação" se dá quando cada uma dessas personalidades é levada a crer em Cristo para a salvação! Estreitamente relacionado a isso está o "mapeamento espiritual", outra nova "febre" que Christianity Today chama de "uma técnica complicada e controvertida desenvolvida pelo missiólogo C. Peter Wagner, que alega poder identificar as fortalezas satânicas numa cidade..."
Há algum tempo lemos sobre a "Conferência Norte-Americana de Mapeamento Espiritual" que oferecia "uma metodologia para descobrir obstáculos específicos para ganhar almas nas localidades norte-americanas":
A conferência foi promovida pelo "Sentinel Group" ("Grupo Sentinela") de Lynnwood (Estado de Washington, EUA), e atraiu 130 pastores, líderes leigos, e missionários convidados de 30 estados e províncias... A "crescente influência das novas e poderosas forças espirituais no continente" necessitam de tal pesquisa, disse o presidente do "Grupo Sentinela", George Otis, Jr... Um Guia de Mapeamento Espiritual distribuído na conferência esboçava maneiras pelas quais os participantes poderiam pesquisar, através de muita oração, os grilhões sociais, a escravidão, e as barreiras espirituais de suas respectivas comunidades. (NIRR)
Algumas questões se levantam imediatamente. Novas forças espirituais? Existe uma nova espécie de demônios mais inteligentes ou poderosos do que aqueles enfrentados pela igreja primitiva? Se o Evangelho necessita de tal ajuda, por que a Bíblia não menciona nada disso? Por que esses métodos não foram praticados nem ensinados por Cristo e pelos apóstolos? Como Paulo poderia ter "transtornado o mundo" (At 17.6) através da evangelização do Império Romano pagão, sem empregar essas técnicas? Paulo teria alcançado maior sucesso se tivesse usado "mapeamento espiritual" e empregado a nova "metodologia para descobrir obstáculos específicos para ganhar almas"?
Os casos de Corinto e Éfeso
Corinto, a cidade grega mais esplendorosa e próspera, o centro do comércio entre o Oriente e o Ocidente, claramente era tão escravizada por Satanás quanto qualquer cidade hoje em dia. O culto de Afrodite, a deusa do amor e da beleza, cujo exemplo mítico encorajou promiscuidade sexual e perversão, há muito havia florescido ali. Quando Paulo desembarcou em Corinto (por volta de 50 d.C.), o grandioso templo de colunas de Apolo tinha dominado o centro comercial da cidade (onde a maior parte da carne vendida para consumo era primeiramente oferecida aos ídolos) por 600 anos. Ainda assim, não encontramos nenhum indício de que Paulo tenha se empenhado no "mapeamento espiritual" das forças demoníacas em Corinto. Ele confiava que o Evangelho, única e exclusivamente, poderia resgatar os pagãos das garras de Satanás: "Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado" (1 Co 2.2).
Ou considere a cidade de Éfeso, cuja riqueza se devia, em grande parte, à venda de imagens da deusa Diana. O templo dela era o centro da vida em Éfeso e, como em todas as situações de idolatria, envolvia prostituição, orgias sexuais e toda sorte de depravações. Se alguma vez um povo foi aprisionado por Satanás e seus subordinados, estes foram os efésios. Mesmo sem "mapeamento espiritual" ou outras técnicas de "libertação" promovidas atualmente, multidões vieram a Cristo e a igreja formada ali esteve entre as mais fortes e verdadeiras. Sim, Paulo os fez lembrar que a batalha da qual participavam não era contra carne e sangue, mas contra os principados e potestades, contra as forças espirituais do mal espalhadas nas regiões celestiais (Efésios 6.10-12). Contudo, ele não deu qualquer indício de que essas forças demoníacas devessem ser mapeadas ou rastreadas, ou que as técnicas psicológicas para tratamento com personalidades múltiplas devessem ser empregadas. Os crentes deveriam permanecer firmes na fé, vestidos com a armadura de Deus, sua única arma, "a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus" (v. 17).
A experiência espiritual mais elevada
A "velha história de Jesus e seu amor", como diz o clássico hino, "é sempre nova" e mais amada por "aqueles que a conhecem melhor." Nós nunca iremos avançar, nem mesmo na eternidade, a uma experiência espiritual ou um entendimento mais elevado do que aqueles produzidos pela fé no Evangelho simples que nos salva. O fato de que Deus nos amou tanto, a ponto de se tornar homem, e, mesmo odiado, rejeitado, desprezado e crucificado, ter morrido em nosso lugar para reconciliar os pecadores consigo mesmo sempre será, para as almas resgatadas, a fonte de amor, alegria e adoração no céu. Por toda a eternidade nunca teremos uma canção mais nova ou melhor do que a "velha história" que sempre é nova.
"Digno és... porque foste morto e com o teu sangue [nos] compraste para Deus", é o mais elevado louvor possível para os redimidos na presença de Deus (Ap 5.9). Nisso consiste o segredo da alegria daqueles que habitam o céu. Por que, então, alguns cristãos andam deprimidos, inseguros, egoístas, terrenos no modo de pensar e faltos de amor, alegria, paz e vitória em Cristo? A "velha história de Jesus e Seu amor" se tornou, de fato, velha para eles, negligenciada e esquecida. Eles não necessitam de aconselhamento psicológico, mas de um retorno ao seu "primeiro amor" (Ap 2.4). Nós precisamos meditar incessantemente sobre essa verdade supremamente maravilhosa, o simples Evangelho, que sozinho inflama o amor genuíno e a gratidão sincera que devemos, continuamente, expressar a nosso Senhor.
É louvável se alguém, preocupado em conhecer melhor a Deus, estuda grego. Contudo, se a habilidade nessa língua fosse essencial para conhecer a Palavra de Deus e viver uma vida cristã mais frutífera, então seria de se esperar que os gregos fossem o povo mais parecido com Cristo e o mais frutífero dentre todos, e Deus exigiria de nós todos a capacidade de falar grego. Obviamente os gregos nos dias de Cristo e de Paulo conheciam sua língua nativa muito melhor do que os estudantes modernos desse idioma, mas, mesmo assim, eles enfrentaram tanta dificuldade para viverem uma vida cristã quanto qualquer outro. O relacionamento de amor que Deus deseja carece apenas de um coração sincero e confiante no qual possa crescer.
"Oh!, o mais maravilhoso de tudo...", disse um compositor, "é que Deus me ama!" Isso é tão simples que até mesmo uma criança pode crê-lo, mas tão profundo que levaremos toda a eternidade para começar a sondar as profundezas desse amor! O amor de Deus é revelado no fato de ter Cristo morrido em nosso lugar! Certamente aqueles que experimentaram esse amor devem ser impelidos, pelo mesmo amor, a falarem a outros sobre a salvação disponível através da graça de Deus. Somente esse reconhecimento do amor e da graça de Deus, impelido pelo Evangelho, é que transforma pecadores em santos alegres e vitoriosos – e continua a manter esses santos na alegria e na vitória agora e para sempre. (Dave Hunt - TBC 12/93 – traduzido por Leandro Nunes Caetano)
Leilão de Uma Alma Parte 1
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