quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
JESUS ACABA COM A MALDIÇAO

I. DEFINIÇÃO DE MALDIÇÃO
Inumeráveis famílias são atormentadas por situações, tais como doenças mentais, suicídios, alcoolismo, enfermidades, divórcio, incesto e pobreza. Com freqüência, até mesmo aqueles que recebem o Senhor não conseguem quebrar os intermináveis ciclos de devastação que acontecem dentro de sua própria família. É bem possível que a causa desses problemas seja uma maldição não quebrada.
Uma maldição é uma praga invocada sobre uma pessoa, grupo ou lugar e tem o propósito de causar dano e destruição. As maldições sempre envolvem espíritos malignos. Quando uma maldição é proferida, espíritos demoníacos são enviados para executar a desgraça invocada.
Ocasionalmente, Deus amaldiçoa, permitindo que demônios aflijam uma determinada pessoa com a intenção de chamar a atenção dela e fazê-la se arrepender de seus maus caminhos (Dt.28:20; Pv.3:33; Ml.2:2). Na maioria das vezes, no entanto, somos nós que damos a Satanás o direito legal de nos atacar porque, consciente ou inconscientemente, nos envolvemos em situações que abrem a porta o suficiente para que ele possa entrar (Ec.10:8). É somente quando aquele direito legal é removido por meio do arrependimento e purificação que podemos quebrar a maldição.
II. O CRISTÃO E A MALDIÇÃO
O assunto acerca de quebra de maldição tem gerado controvérsia no meio da igreja. É verdade que, quando aceitamos a Jesus, a nossa vida se torna nova em Cristo (I Co.5:17), no entanto, muitas vezes as conseqüências do passado continuam influenciando a nossa vida presente, mesmo após a conversão. É nesse momento que devemos reconhecer essas áreas, nos arrependermos e orarmos para que essas maldições sejam quebradas.
Jesus levou sobre si as nossas maldições (Gl.3:13), assim como carregou no seu corpo os nossos pecados e enfermidades (Is.53:4,5). No entanto, da mesma forma como precisamos orar para receber a cura das nossas doenças, é necessário orar para quebrarmos as maldições. O perdão é automático; no entanto, a cura física e a quebra de maldições não o são. É que o perdão envolve apenas nós e Deus. Já a cura envolve uma atuação sobrenatural do Espírito Santo, e a quebra de maldição envolve a expulsão de demônios.
É como ter nas mãos uma sentença do juiz que nos dá o direito de retomar um imóvel que é nosso, mas o invasor recusa-se a sair. É preciso executar a sentença para que o oficial de justiça obrigue o invasor a sair. A cruz nos dá o direito, mas temos de orar para que o inimigo seja obrigado a restituir aquilo que ele nos tirou (Pv.6:30,31; Jl.2:25).
III. MALDIÇÕES HEREDITÁRIAS
Deus dá importância à herança (Ex.20:5,6; I Rs.11:11-13). Somente porque perdemos o conceito de herança, isso não significa que Deus a tenha esquecido. Deus não abandonou tal conceito. De fato, ele ainda opera sob este princípio, quer o percebamos, quer não. Satanás também não esqueceu a importância da herança. Por isso, as maldições podem ser passadas de geração a geração.
Os pecados de nossos antepassados podem ter um efeito devastador em nossas vidas (Lv.26:38,39; Lm.5:7). Com freqüência, resultam numa maldição lançada sobre toda a linhagem familiar. Muitos cristãos são acometidos de doenças hereditárias, vencidos por vícios de seus pais, escravizados por pecados de seus antepassados, incapazes de sair da pobreza herdada dos seus ascendentes, porque não levaram em conta os pecados de seus ancestrais!
Os que já se envolveram com o ocultismo sabem da importância da herança. Quando os feiticeiros lançam uma maldição sobre uma pessoa, eles se asseguram de incluir toda a sua descendência (Sl.109:6-15). O desejo deles é destruir toda a linhagem familiar, não apenas um indivíduo. Em famílias com histórico de doenças mentais, pobreza ou enfermidades hereditárias, muitas vezes tal é o caso.
Rituais de consagração de bebês são realizados em todas as religiões. Quando uma criança, mesmo não nascida, é consagrada ao serviço de Satanás, espíritos demoníacos são destacados para assumirem a tarefa de assegurar que tal criança permaneça no serviço dele durante toda a sua vida. Quando uma pessoa que dessa forma foi consagrada a Satanás aceita Jesus Cristo como Senhor de sua vida, ela é tida pelos demônios como uma traidora. Imediatamente uma maldição de destruição é ativada em sua vida por aqueles demônios. É comum encontrar pessoas cujas vidas iam razoavelmente bem até o dia em que aceitaram a Cristo. Então, tudo que poderia dar errado na vida delas aconteceu. Esta consagração tem que ser anulada.
IV. OBJETOS AMALDIÇOADOS
Por causa da nossa ignorância, muitas vezes trazemos maldições para a nossa vida e para a vida das nossas famílias sem que queiramos. Precisamos desenvolver um profundo desejo de viver uma vida santa, recusando tocar em qualquer coisa que Deus tenha declarado impura (Dt.7:25,26).
Qualquer objeto que foi feito para uso no culto a Satanás é amaldiçoado e não pode ser purificado. Tem de ser destruído. Exemplos de coisas assim são estátuas ou imagens de santos e entidades; jóias com símbolos ocultistas; "suvenires" (lembranças) de viagens que representam divindades; estátuas de Buda; pirâmides; duendes; enfeites feitos para trazer sorte; livros, objetos e símbolos esotéricos; etc. Aqui entram também certas músicas, filmes, programas de televisão e novelas que, por causa de seu conteúdo e mensagem, servem para atrair demônios. Vasculhe a sua casa. Ore diante de cada objeto e, se o Espírito Santo inquietar o seu coração sobre qualquer coisa, elimine-o. Deve-se destruir fisicamente o objeto amaldiçoado para remover o direito legal dos demônios sobre ele. (Ex.34:12,13; Is.30:22; At. 19:18-20).
Nossos bens devem ser abençoados antes mesmo de serem usados. Abençoando-os, estaremos quebrando qualquer possível maldição quando de sua fabricação. O mesmo vale para bens usados que adquirimos de pessoas desconhecidas. Na verdade, devemos abençoar tudo que possuímos – casa, veículos, móveis, terrenos, aparelhos domésticos, plantações, etc. (Lv.8:10-13; I Cr.18:9-11).
V. MALDIÇÕES RITUALÍSTICAS
É comum as pessoas irem a um pai ou mãe-de-santo para que um feitiço seja posto sobre alguém que desejam prejudicar ou manipular. Esses feitiços na realidade são maldições. Espíritos demoníacos são invocados por meio de um ritual ocultista (“trabalho”) e enviados a uma determinada pessoa para um propósito maléfico. Podemos quebrar essas maldições muito facilmente, através do nome de Jesus, mas temos de estar conscientes de sua existência e alertas quanto ao seu uso. (Nm.22:12; Sl.109:28; Pv.26:2).
VI. MALDIÇÕES POR PALAVRAS PROFERIDAS
Nossas palavras podem alimentar ou anular a ação dos demônios. (Pv.18:21). É por desconhecermos o poder de nossas palavras que vivemos amaldiçoando tudo – nossos filhos (“Tu não presta para nada!”), nossos negócios, nosso salário (“Esse salário não dá para nada!”), nossa família e nosso país. Depois não sabemos por que vamos de mal a pior. Com nossas palavras autorizamos o diabo a nos roubar as bençãos que Deus nos tem dado. Por isso, todo cuidado com as palavras ainda é pouco, pois uma vez proferidas, jamais podem ser recolhidas (Tg.3:9-11).
Um importante princípio ou lei espiritual sobre a maldição, e que serve também para a benção, é que só terá cumprimento se proferida por quem está em posição de autoridade natural ou espiritual (Pv.26:2; Hb.7:7).
VII. COMO QUEBRAR UMA MALDIÇÃO
Por meio de Jesus Cristo, Deus nos deu autoridade sobre todo o poder do inimigo e seu reino (Lc.10:19; Mc.16:17). O nosso tempo aqui na terra é para ser usado não apenas para espalhar o evangelho, mas também para aprendermos como reinar com Cristo. É nossa responsabilidade exercer autoridade sobre o reino das trevas em nossa vida, família, igreja e comunidade. Precisamos começar a reagir e ordenar ao ladrão que nos devolva sete vezes mais tudo aquilo que nos roubou. (Pv.6:30,31).
Quem aceita jesus em sua vida,automaticamente se acaba toda a maldiçao,Deus deu seu filho para te ver feliz,,ele nao se agrada de ver sua criaçao sofrendo e chorando.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
PORQUE DEUS PERMITE TRAGEDIAS?
Por que Deus Permite Tragédias?
Em todas situações, o servo dizia:
- Meu Rei, não desanime, porque tudo que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra!
Um dia, o Rei saiu para caçar juntamente com seu súdito, e uma fera da floresta atacou o Rei. O súdito conseguiu matar o animal, porém não evitou que sua Majestade perdesse o dedo mínimo da mão direita. O Rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem mostrar agradecimento por ter sua vida salva pelos esforços de seu servo, perguntou a este:
- E agora, o que você me diz? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria sido atacado, e não teria perdido o meu dedo.
O servo respondeu:
- Meu Rei, apesar de todas essas coisas, somente posso dizer-lhe que Deus é bom, e que mesmo isso, perder um dedo, é para seu bem! Tudo que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra!!!
O Rei, indignado com a resposta do súdito, mandou que ele fosse preso na cela mais escura e fétida do calabouço.
Após algum tempo, o Rei saiu novamente para caçar e aconteceu de ele ser atacado, desta vez por uma tribo de índios que vivia na selva. Estes índios eram temidos por todos, pois sabia-se que faziam sacrifícios humanos para seus deuses. Mal prenderam o Rei, passaram a preparar, cheios de júbilo, o ritual do sacrifício. Quando já estava tudo pronto, e o Rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vitima, observou furioso:
- Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso! Falta-lhe um dedo.
E o Rei foi libertado. Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou seu súdito e pediu que viesse em sua presença. Ao ver o servo,abraçou-o afetuosamente, dizendo-lhe:
- Meu caro, Deus foi realmente bom comigo! Você já deve estar sabendo que escapei da morte justamente porque não tinha um dos dedos. Mas ainda tenho no meu coração uma grande dúvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que você fosse preso da maneira como foi? Logo você, que tanto O defendeu?!
O servo sorriu e disse:
- Meu Rei, se eu estivesse junto contigo naquela segunda caçada, certamente seria sacrificado em teu lugar, pois não me falta dedo algum. Portanto, lembre-se sempre:
DEZ MENTIRAS A RESPEITO DO PECADO
DEZ MENTIRAS A RESPEITO DO PECADO
Mentira Um: O Pecado Traz Realização
Não existe um pecado que não seja influenciado por essa racionalização. Pensamos que o pecado nos torna mais felizes. Mas, na realidade, o pecado é a causa principal de toda a miséria e infelicidade, tanto nesta vida como na vida por vir. Morte, doença, desavenças, guerra, fome, vício (de qualquer espécie), famílias desmanteladas, ódio, dor, sofrimento e uma miríade de outros males, tudo isso encontra a sua origem no pecado. Não havia nenhuma dessas coisas antes que o pecado tivesse entrado no mundo, e quando os céus e a terra forem recriados em justiça, também lá não estarão (Ap 21.2-4).
O pecado contradiz diretamente o propósito para o qual nós fomos criados, e jamais seremos felizes num tal estado. Bem no âmago da nossa humanidade, Deus nos fez com o desejo de buscá-lo (At 17.24-28), de aprender os seus mandamentos (Sl 119.73) e de servi-lo com alegria (Sl 100.1-3). A Escritura mostra com muita clareza que a alegria e a satisfação vêm somente do Senhor (Sl 16.11). Nunca seremos verdadeiramente felizes até que realizemos o propósito de Deus para as nossas vidas.
Isso deveria ser evidente, já que Deus é a fonte de todas as bênçãos, tanto naturais quanto espirituais. Como o doador é maior do que o dom, é razoável supor que a nossa alegria em Deus deveria ser maior do que a nossa alegria pelos dons. É uma afronta a Deus encontrar maior satisfação nos seus dons do que nele próprio. Fazendo isso, estamos trocando o Criador pela criatura.
É muito importante lembrarmos que o pecado pode oferecer somente prazer temporário (Hb11.25). A satisfação do pecado não só não dura, como também sempre acaba em miséria maior ainda (1 Jo 2.17). Portanto, a questão verdadeira é: queremos prazer temporário ou alegria duradoura?
Mentira Dois: O Pecado é Facilmente Derrotado
Uma das coisas em que o diabo quer que acreditemos, a fim de que a nossa vigilância diminua, é que o pecado não é um inimigo perigoso. Mas a Bíblia nos ensina que o pecado é tão poderoso que, a menos que o poder sobrenatural de Deus intervenha, nós nos tornamos seus escravos e permanecemos sob a escravidão das suas ordens (Jo 8.34). Embora nascidos de novo, a depravação é uma força poderosa dentro de nós, como testemunha o apóstolo a respeito da sua própria experiência (Rm 7.14-25).
O que complica o assunto é que o pecado é enganoso (Hb 3.13); nem sempre aparenta ser mau. O escritor de Hebreus faz referência ao pecado "que tenazmente nos assedia" (Hb12.1). Por essa razão, a Bíblia nos ordena a tomarmos muito cuidado com o pecado e a lutarmos com força contra ele. Paulo disse que esmurrava o seu corpo e o mantinha sob controle a fim de não ser reprovado (1 Co 9.24-27). Em outro lugar, comparou a vida cristã a uma batalha (2 Tm 2.3). Para derrotar o pecado, precisamos estar armados para a guerra (Ef 6.10-20). John Owen deu o seguinte conselho sábio: "Mate o pecado ou o pecado matará você... Não existe um dia sequer em que o pecado não derrote se não for derrotado, e não prevaleça se não for subjugado; e assim será enquanto vivermos neste mundo."
Mentira Três: Você Pode Lidar com o Pecado Sem Recorrer a Cristo
O perigo desta mentira é que ela leva à frustração e ao desespero. Infelizmente, muitas pessoas que aceitam esta mentira descobrem que não podem competir em condições de igualdade com a depravação que existe dentro delas e, por isso, desesperançadas, desistem de lutar contra o pecado.
Quando o evangelho é apresentado no Novo Testamento, o foco é sempre na obra de Cristo e na paz com Deus que encontramos nele (2 Co 5.17-21). A Bíblia exorta as pessoas a primeiro abraçarem a Cristo e, só depois disso, a buscarem a santidade. O evangelho não é um simples apelo a um viver moral e, sim, a uma transformação sobrenatural. Ninguém é capaz de vencer o pecado separado de Cristo e do Espírito Santo (Rm 8.13). Deus não é honrado quando tentamos remediar a nossa situação pecaminosa sem a sua graça, por isso é inimaginável supor que Deus irá abençoar um sistema de justiça produzido pelo próprio homem.
Mentira Quatro: É Impossível Atingir os Padrões de Deus
É uma tendência humana culpar as circunstâncias ou as outras pessoas pelos nossos escorregões no pecado. Preferimos pensar que, diante das circunstâncias, seria impossível deixar de pecar. Queremos pensar dessa maneira porque alivia as nossas consciências e nos isenta de responsabilidade quando pecamos. Afinal de contas, como Deus pode nos responsabilizar por aquilo que é impossível?
Há um sentido em que a santidade de Deus, de fato, representa um padrão impossível para a humanidade pecadora. Quando os discípulos ouviram Jesus explicar o custo do discipulado para o jovem rico, perguntaram: "Então, quem pode ser salvo?" (Lc 18.26). Jesus respondeu: "O que é impossível para os homens é possível para Deus" (v.27). Portanto, é um erro fundamental desculpar-se do comportamento pecaminoso, já que Deus prometeu graça para obedecer a quem o busca pela fé.
Não existe pecado que não possamos vencer nem tentação que não possamos resistir pela graça (1 Co 10.13; 2 Co 12.9; Fp 4.13). Deus quebra o poder do pecado na nossa conversão. Este é o ponto focal de Paulo no sexto capítulo de Romanos: estamos mortos para o pecado; portanto não precisamos viver nele (vv.1-2). A graça de Jesus remove a carga pesada da obrigação de guardar os mandamentos de Deus (1 Jo 5.3).
Mentira Cinco: Você Não Precisa Tratar com o Pecado Imediatamente
Procrastinação é um pecado do qual todos nós somos culpados e a respeito do qual temos costume de brincar. Mas a demora nas coisas espirituais pode ser fatal. A Bíblia nos diz que "agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação" (2 Co 6.2). E o escritor de Hebreus, citando o Salmo 95, exorta-nos a ouvir hoje a voz de Deus (Hb 3.7,13,15).
Por que isso se torna tão necessário? Primeiro, quanto mais o pecado permanece em nós sem que haja arrependimento, mais difícil será nossa mudança, devido à força do hábito. Quanto mais acalentamos um desejo pecaminoso ou uma atitude errada, mais o pecado ficará entranhado na nossa natureza. Será menos e menos notado. Terá um lugar mais permanente nas nossas afeições. A nossa resistência a ele irá se tornando cada vez mais fraca.
Segundo, é necessário porque a conseqüência maligna do pecado começa a fazer efeito no momento em que consegue entrada na alma. Foi somente um leve toque na arca que matou Uzá, e é somente uma simples brincadeira com o pecado que pode matar a alegria espiritual e os frutos nas nossas vidas.
Mentira Seis: Posso Pecar Sem Sofrer Conseqüências
"Se eu pecar, nada de mal vai realmente me acontecer." Não pensamos assim, às vezes, especialmente se o pecado é "pequeno"? É espantoso observar os multiformes enganos do diabo neste assunto. Por um lado, ele convence as pessoas de que não existe um verdadeiro inferno e que, portanto, não faz mal pecar. Por outro lado, para aqueles que acreditam no inferno, ele os convence de que não há perigo, no caso deles, de irem para lá! Mas sempre há conseqüências para o pecado, porque Deus é um Deus de justiça que odeia o pecado.
Em Êxodo 34.7, Deus testificou que de nenhuma maneira livrará o culpado. Se não precisasse existir qualquer conseqüência do pecado, Jesus nunca teria morrido numa cruz pelos pecadores. Ele mesmo o declarou, quando clamou: "Meu Pai, se for possível, afasta de mim este cálice" (Mt 26.39). E, realmente, não era possível, porque a fim de que Deus fosse justo e justificador dos ímpios, foi preciso punir os seus pecados na pessoa de Jesus (Rm 3.25-26).
esus não é a única testemunha das conseqüências do pecado; também o são todas as multidões que estão no inferno, sofrendo a vingança do fogo eterno (ver Mt 10.28; 25.46; 2 Ts 1.8-9; Jd 6-7).
"Mas se eu sou redimido por Cristo", alguém poderia perguntar, "como é que posso ser punido pelos meus pecados?" Se cremos em Jesus, não somos propriamente punidos pelos nossos pecados; pelo contrário, nosso Pai nos disciplina misericordiosamente a fim de que sejamos participantes da sua santidade (Hb12.5-11). Deus ama demais a santidade para permitir que os seus próprios filhos venham a chafurdar no pecado. Portanto, disciplina pelo pecado é a marca registrada do amor de Deus pelos seus filhos, e deve ser esperada sempre que pecarmos (Sl 119.67,71; Tg 5.14-15). Na verdade, se não somos disciplinados, não somos filhos de Deus.
Fazemos bem em lembrar que o mero fato de tais castigos não serem eternos não significa que as conseqüências do pecado sejam indolores para os crentes. Às vezes, até um redimido tem de viver com as conseqüências de um pecado seu pelo resto da sua vida (observe o que o Rei Davi teve de suportar por causa do seu pecado com Bate-Seba). Isso já é razão suficiente para não pecar. O nosso Pai não somente tem uma equipe para afastar os nossos inimigos, mas também uma vara para corrigir os nossos erros. Sejamos gratos a ele por isso, porque é para o nosso bem.
Mentira Sete: Deus Não Vai Me Julgar, Porque Todo o Mundo Faz o Mesmo
O diabo, às vezes, engana-nos fazendo-nos adotar uma mentalidade de grupo que justifica certos pecados porque a maioria das pessoas os considera comportamento normal. Entretanto, devemos sentir medo quando estamos seguindo a maioria. O cristianismo, pela sua própria natureza, é uma religião de contracultura. Seguir a Cristo é como nadar contra a correnteza. Jesus disse: "Entrem pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela" (Mt 7.13-14).
ma vez, eu li um pequeno panfleto com uma história imaginária de uma pessoa diante de Deus, desculpando-se de seus erros com o argumento de que todo o mundo vivia da mesma maneira. Deus, então, respondeu: "Bem, se você pecou com a maioria, você pode ir para o inferno com a maioria". É essa resposta que podemos esperar se pautarmos a nossa vida por semelhante filosofia destrutiva.
Mentira Oito: Deus Não Vai Me Julgar, Porque Não Sou Tão Mau Quanto os Outros
Se não racionalizarmos o nosso pecado por incluir-nos na multidão, o diabo vai tentar nos levar a racionalizá-lo excluindo-nos da multidão. Essa atitude era a essência do farisaísmo, e é sempre uma ilusão fatal.
Talvez exista um pecado na sua vida que Deus queira trazer à luz, mas você vem resistindo à convicção do Espírito, argumentando que não é uma pessoa tão má em relação às outras. Mas esse é um pensamento ilusório e contrário às Escrituras. Em primeiro lugar, deixa de levar em conta que Deus não somente estabelece o padrão; ele é o padrão. "Sejam santos, porque eu sou santo" (1 Pe 1.16). A questão não é como nos comparamos com outras pessoas e, sim, como nos comparamos com Deus.
Segundo, deixa de levar em conta o fato de que Deus não fica satisfeito com obediência incompleta. Deus quer tudo dos nossos corações, tudo das nossas vidas e o mínimo possível de pecado. Quando tentamos estabelecer meios compromissos com Deus, estamos roubando de nós mesmos tremendas bênçãos espirituais. D.L.Moody, certa vez, ouviu um homem dizer: "O mundo ainda não viu o que Deus pode fazer com, em e através de um homem cujo coração esteja totalmente devotado a ele." Mas o homem estava errado. O mundo já tinha visto homens tais como Calvino, George Whitefield, Jonathan Edwards, McCheyne e Spurgeon. É somente quando estivermos dispostos a nos consagrar como esses homens fizeram que sentiremos o mesmo gosto do seu sucesso. Mas nunca o experimentaremos enquanto nos satisfizermos a nós mesmos, avaliando-nos pela comparação com os outros.
Mentira Nove: Deus Vai Perdoar Você, Por Isso Vá em Frente e Peque
A Bíblia fala de homens que se insinuaram na igreja, inspirados por Satanás, para espalhar esta doutrina demoníaca. Paulo faz referência a esses homens que dizem: "Façamos o mal, para que nos venha o bem" - e depois acrescenta: "a condenação dos tais é merecida" (Rm 3.8). Judas nos adverte contra aqueles que transformam a graça de Deus em libertinagem (Jd 4). A Bíblia torna bem claro que é impossível desfrutar o perdão e continuar vivendo no pecado.
Paulo ainda escreveu em Romanos 6.1-2: "Que diremos então? Continuaremos pecando para que a graça aumente? De maneira nenhuma! Nós, os que morremos para o pecado, como podemos continuar vivendo nele?" É impossível porque sempre que Deus perdoa um homem, ele também transforma a sua natureza. A graça muda de tal forma a pessoa que esta não vai mais querer viver em pecado!
Quando uma pessoa é dominada pelo desejo de fartar-se do pecado é uma indicação de que ela nunca nasceu de novo. Um dia, conta-se, Spurgeon e um outro homem estavam caminhando numa rua e passaram por um bêbado deitado na sarjeta. Disse o homem: "Ué, Sr. Spurgeon, eis aí um dos seus convertidos!" "Deve ser mesmo um dos meus", replicou Spurgeon, "porque de Deus com certeza não é!"
Mentira Dez: Deus Nunca Vai Perdoar Você, Por Isso Vá em Frente e Peque
Mais uma vez, vemos quão versátil é Satanás nos seus enganos. Ele sabe que precisa preparar uma mentira apropriada para cada tipo de pessoa. Para aquele que é inclinado ao desespero, o diabo espera por oportunidades de assoprar nos seus ouvidos que todas as tentativas de uma recuperação posterior serão inúteis porque ele já foi longe demais. Tentará convencê-lo que cometeu o pecado imperdoável, que agora pode muito bem se entregar totalmente ao pecado porque de todo jeito já está indo para o inferno.
A verdade é que Cristo perdoará todo aquele que vem a ele. "Todo aquele que o Pai me der virá a mim, e quem vier a mim eu jamais rejeitarei" (Jo 6.37). Isso foi verdade quando nosso Senhor falou estas palavras e ainda é verdade agora. Não permita que o diabo amplie a sua condenação tentando-o a se abandonar totalmente ao pecado e ao desespero. As misericórdias do Senhor duram para sempre. A porta da graça está aberta para todos aqueles que se aproximam através de Jesus.
Conclusão
Como é que podemos derrotar as mentiras do diabo? Somente pela Palavra de Deus. É a verdade que nos dá base sólida e que não permite que sejamos levados por qualquer vento de doutrina. É a verdade que santifica. É a verdade que é a mola-mestra do crescimento à maturidade em Cristo. É a chave para derrotar o diabo.
Leitura da Bíblia, meditação e memorização da Bíblia, e encarnação da Bíblia - experimentando as suas verdades nas nossas vidas - são para sempre as únicas ferramentas disponíveis ao povo de Deus para sobrepujar o inimigo. Como em todas as coisas, Jesus é o nosso modelo para lidar com as mentiras do diabo. Quando tentado por Satanás no deserto, ele citou as Escrituras em resposta a cada mentira (Mt 4.1-10). "Está escrito" deve ser a nossa senha tanto quanto foi a dele.
PASTOR LUIZ CARLOS SANTOS.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
O CHORO PODE DURA UMA NOITE,,,,,,VIRGULA

O CHORO PODE DURAR UMA NOITE,,,,,,,,,,,,,,virgula
salmos 30.5
Você se pergunta o que teria feito para desagradar a Deus e tê-lo perdido de vista?
Quem sabe não é bem assim... O que você não sabe é que chegou ao deserto!
Não perca de vista o propósito do deserto para você. Você não foi rejeitado, mas Deus achou um jeito de aperfeiçoar a sua vida.
Ele colocou você na mesma estrada na qual caminharam os patriarcas e profetas... eles pavimentaram a estrada que leva ao mover de Deus.
Deus quer que você tenha Vitória no Deserto. O deserto não é permanente, mas, sim, transitório: “O choro pode durar uma noite; pela manhã, porém, vem o cântico de júbilo.” (Salmos. 30: 5b)
A provação gera conquistas e novas experiências com Deus.A vida no deserto é um período que todo crente tem de passar se quiser viver em íntima comunhão com o Senhor.
Encorajamento necessário à nossa jornada na busca de Deus.
É assim que você ora? Sua vida espiritual estancou ou, pior, você sente que regrediu? Você se pergunta o que teria feito para desagradar a Deus e tê-lo perdido de vista?
Quem sabe não é bem assim... O que você não sabe é que chegou ao deserto! Não perca de vista o propósito do deserto para você.
Você não foi rejeitado, mas Deus achou um jeito de aperfeiçoar a sua vida.
Ele colocou você na mesma estrada na qual caminharam os patriarcas e profetas... eles pavimentaram a estrada que leva ao mover de Deus. Deus quer que você tenha Vitória no Deserto,Talvez você esteja em uma caverna fugindo das batalhas ou de uma mulher impia..Deus tirou o ponto final em sua vida e colocou uma virgula,o choro pode durar uma noite,,,,,, mas a alegria vem pela manha....ai entra o ponto final,,depois que Deus tirar as lagrimas,ou seja a vitoria ,o deserto é só uma escola em sua vida.
Chegou a manha em sua vida,Deus está colocando a virgula (continuaçao)
que Deus te abençoe em 2011.
Pr. luiz carlos santos
domingo, 16 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
A FORÇA DA MULHER DE DEUS
A mulher que Deus quer usar não é uma supermulher. É aquela que vive segundo o que Ele planejou e não de acordo com o que o sistema do mundo ensina ou espera dela. A mulher cristã vive no mundo, mas não pertence a ele. As regras que regem a sua vida vêm do Trono de Deus. “Vós não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi…” (João 15:19).
Onipotente, oniciente e onipresente. Aprenda que Deus sabe exatamente qual é o seu lugar na família, na sociedade e principalmente em SEU Reino, que é um lugar de honra.
Uma mulher que quer ser usada por Deus precisa ter um encontro real com Ele. Deus não chama pessoas prontas. Prova disso é a história de Maria Madalena. Os judeus queriam apedrejá-la por adultério. Jesus descortinou a hipocrisia do povo jogando a responsabilidade do julgamento nas mãos de cada um. Já que todos ali presentes também pecavam de alguma forma.
Pois foi essa Maria, ex-adúltera, que recebeu a honra de ser a primeira pessoa a ver Jesus após a ressurreição. E também a portadora das boas novas aos discípulos.
Ela grudou no mestre em todo o tempo e em várias passagens podemos comprovar a presença de Maria sempre auxiliando Jesus. Os judeus queriam apedrejá-la pelo seu pecado, mas Jesus olhou profundamente para dentro daquela mulher e viu algo muito além. Jesus não olha para os pecados do homem, mas para as possibilidades que há dentro dele de ser uma pessoa melhor.
Um dos grandes segredos que Jesus revelou à mulher samaritana foi a entrada para a adoração. A mulher que Deus usa é uma adoradora e discípula. Nada pode ser mais importante em sua vida do que anunciar o Evangelho de Cristo. Maria Madalena esteve ao lado de Jesus até o último momento. Essa é a mulher que tem a força de Deus dentro dela e jamais subestima a sua capacidade, pois essa vem das mãos do Senhor.
QUE DEUS ABENÇOE A TODAS AS MULHERES DE DEUS DO NOSSO BRASIL...NAO IMPORTA A DENOMINAÇAO QUE VOCE PERTENCE , DEUS QUER TE USAR EM 2011.SEJA UMA BENÇAO NA CONGREGAÇAO QUE VC FAZ PARTE.

Ele foi um patriarca na terra de Uz, onde atualmente se encontra a Arábia.
Há indícios de que viveu entre os séculos XVII a.C.(1683a.C.) a XVI a.C. (1543a.C.).
Nasceram-lhe sete filhos e três filhas (Jó 1:2).
Possuía ele sete mil ovelhas, três mil camelos, quinhentas juntas de bois e quinhentas jumentas, tendo também muitíssima gente ao seu serviço; de modo que este homem era o maior de todos os do Oriente (Jó 1:3).
Chegado o dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também Satanás entre eles.
Disse o Senhor a Satanás:
"Notaste porventura o meu servo Jó, que ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, que teme a Deus, e se desvia do mal?
" (Jó 1:6,8).
Satanás, entretanto, desafia a integridade de Jó, e então Deus entrega Jó na mão de Satanás, resultando na tragédia de Jó: a perda instantânea de seus bens, de seus filhos e de sua saúde.
Porém, Jó não blasfemou contra Deus, mas ao invés disso, ele se levantou, rasgou o seu manto, rapou a sua cabeça e, lançando-se em terra, adorou ao Senhor; e disse: "nu saí do ventre da minha mãe, e nu tornarei para lá.
Deus me deu, e Deus tirou; bendito seja o nome do Senhor"
(Jó 1:20-21).
Deus permitiu que Satanás ferisse Jó de úlceras malignas, desde a planta do pé até o alto da cabeça. (Jó 2:7)
Durante os 42 capítulos desse Livro, sucedem debates de grande profundidade entre Jó e seus sábios amigos (Elifaz, Bildade e Zofar) sobre a grandeza dos propósitos da divindade e sobre os mistérios da vida humana.
Ao final, Jó começa a falar com Deus, e a indagá-lo, quando então vem a ser duramente repreendido, e a se humilhar perante o Senhor.
E Deus virou o cativeiro de Jó, quando orava pelos seus amigos, e o Senhor acrescentou a Jó em dobro a tudo quanto antes possuía de bens materiais, além de vir a ter outros sete filhos e três filhas, e a viver mais cento e quarenta anos, até morrer velho e farto de dias.
O Livro de Jó ou Job é um dos livros sapienciais do Antigo Testamento e da Tanakh.
É considerado a obra prima da literatura do movimento de Sabedoria.
Também é considerada uma das mais belas histórias de prova e fé.
Pessoas boas sofrem
Talvez o ponto principal do livro é o simples fato que pessoas fiéis a Deus ainda sofrem nesta vida.
O primeiro versículo do livro já define, do ponto de vista de Deus
(veja, também, Jó 1:8) o caráter de Jó:
"Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal.
Enquanto entendemos que o sofrimento entrou no mundo por causa do pecado (Gênesis 3:16-19), aprendemos em vários trechos bíblicos que a dor e a tristeza atingem as pessoas boas e dedicadas.
Jó, um homem íntegro, sofreu imensamente.
Paulo, um servo dedicado ao Senhor, sofreu muito mais do que a grande maioria dos ímpios (2 Coríntios 11:23-27).
Mesmo quando ele pediu a Deus, querendo alívio de algum problema, Deus recusou seu pedido (2 Coríntios 12:7-9).
Mas, não devemos estranhar com isso, pois o próprio Filho de Deus sofreu na carne (Hebreus 2:9-10,18).
Os que servem a ele sofrem, também.
O diabo quer nos derrubar com nosso sofrimento
O propósito de Satanás fica bem claro nos primeiros dois capítulos de Jó.
Ele vê o sofrimento como uma grande oportunidade para derrubar a fé dos servos de Deus.
Ele aceitou o desafio de tentar destruir a fé de um dos homens mais idôneos do mundo.
Depois, ele foi tão ousado que desafiou o próprio Jesus, usando todas as tentações imagináveis para o vencer (Mateus 4:1-11).
O diabo entende muito sobre a natureza humana.
Ele sabe que pessoas que servem a Deus fielmente quando tudo vai bem na vida podem ser tentadas por meio de alguma calamidade pessoal.
Problemas financeiros, a morte de um ente querido, alguma doença grave tais sofrimentos na vida são, freqüentemente, o motivo de abandonar a Cristo.
Enquanto a mulher de Jó não prevaleceu na vida do próprio marido, o conselho dela (Jó 2:9) vem derrubando a fé de muitas outras pessoas que enfrentam dificuldades na vida.
Jó não sabia a fonte de seu sofrimento (capítulos 1 e 2 contam a história para nós, mas ele não sabia de tudo que estava acontecendo entre Deus e Satanás).
Às vezes, nós não temos noção da fonte das nossas dificuldades.
Mas, podemos ter certeza que o diabo está torcendo para que tropecemos e afastemos de Deus.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
DEUS CUIDA DE NÓS.

DEUS CUIDA DE NÓS"
Como é maravilhoso pensar no cuidado de Deus para conosco, no seu amor tão lindo e puro. Quantas vezes na nossa vida passamos por situações tão difíceis que parece não ter saída, parece estarmos trancados em um quarto totalmente escuro e sem saída, e a vontade que temos é só de chorar...mas é nessa hora que o socorro do céu vem. Deus se levanta do seu trono para nos socorrer, porque Ele jamais abandona um servo fiel.
Pare um pouco e pense: Algum dia Jesus já te abandonou?
A Bíblia diz em Is 64.4 que desde a antigüidade não se ouviu, nem com os ouvidos se percebeu, nem com olhos se viu um Deus além do nosso, que trabalha para aquele que nEle espera; e ainda em Is 49.15, diz que ainda que uma mãe se esquecesse do seu filho, todavia Ele não se esquece de nós.
Deus não nos abandona, Ele cuida de nós, e como é bom ter essa certeza.
Não olhemos para os nossos problemas, vejamos as maravilhas de Deus para conosco, quantos livramentos Ele tem nos dado, e que maior prova de amor alguém poderia Ter, de entregar-se sendo inocente, para que eu e você pudéssemos ser salvos.
Se você não tem um alguém assim, que te ama e cuida de você, então esse é o momento, conheça o nosso Deus, o Deus dos crentes, que cuida da nossa vida e deseja cuidar da sua também.
domingo, 2 de janeiro de 2011

PROGRAMAÇAO DA TERCEIRA SEMANA EVANGELISTICA EM QUARTEL GERAL
PROGRAMAÇAO DA TERCEIRA SEMANA EVANGELISTICA
COMENTARIO AO PASTOR LUIZ CARLOS SANTOS

Pr. Luiz : Muitos olham para ti e falam que não foi Deus que te levantou, mas Deus manda te dizer que é para ser fiel no pouco que no muito Ele te colocará!!! Deus é contigo aí em Quartel Geral, e neste projeto vocês estão semeando, e profetizamos que a colheita está chegando!!! Colheita de almas, curas, milagres, os testemunhos virão!!! Este ano Deus vai calar a boca das pessoas que tem falado que não vai dar certo, pois foi Ele mesmo quem te enviou para aí!!! Se for preciso Ele tira reis e te coloca em lugar de destaque, assentado entre os príncipes, não temas, não te enviou Ele?? Esforça-te e tenha bom ânimo!!!
sábado, 1 de janeiro de 2011
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

AGRADECIMENTOS
PROFETA NOVO E PROFETA VELHO

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Leilão de Uma Alma Parte 1
https://youtu.be/t49K5DodkTk
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