sábado, 16 de junho de 2012
Evangelho o Poder De Deus
segunda-feira, 14 de maio de 2012
O Evangelho O Poder de
Deus para Salvar
(Romanos 1:14-17)
O dilema do homem é inegável: o pecado levantou uma barreira intransponível impedindo o acesso até Deus (Romanos 3:23; 6:23). Entretanto Deus está querendo ajudar, oferecendo resposta para os apelos desesperados dos homens (Romanos 7:24; Atos 17:27).
O livro de Romanos claramente nos mostra a necessidade de aceitar e obedecer o evangelho para se livrar do pecado e restaurar a comunhão com Deus. O evangelho é realmente o poder de Deus para nossa salvação (Romanos 1:16).
A Única Cláusula de Deus (Romanos 1:16)
A revelação do plano eterno de Deus para a salvação do homem atingiu seu ponto culminante no sacrifício de Jesus Cristo, e seu benefício na revelação do evangelho. Simplesmente não existe possibilidade de salvação sem Cristo (Atos 4:10-12). A morte de Cristo é essencial para a nossa salvação (Mateus 26:28). O evangelho é importante porque mostra como podemos ser salvos pela morte de Jesus. Nós podemos compartilhar da promessa em Cristo somente através do evangelho (Efésios 3:6).
Não existe nenhum relato bíblico de nenhuma pessoa sendo salva através de outro meio. Nós somos salvos quando ouvimos, cremos e obedecemos o evangelho (Romanos 10:8-17). Deus nos oferece uma saída para o dilema do pecado através do evangelho, o qual "se manifestou agora . . . para obediência da fé" (Romanos 16:25-26). Se rejeitarmos esta saída, não existirá outro caminho para a salvação.
A Única Incumbência de Paulo (Romanos 1:14-16)
Paulo, quem de perseguidor tornou-se pregador, mostra sua firme convicção de necessidade da obediência ao evangelho. Na introdução na sua carta aos Romanos ele nos dá uma das mais claras e estimulantes afirmações sobre a importância das boas novas de Jesus Cristo. Paulo disse:
Œ Eu sou devedor (1:14). Ele devia a mensagem salvadora para os outros, mesmo os desprezados gentios, porque era a única chance deles para a salvação.
Estou pronto (1:15). O entendimento de Paulo sobre o valor do evangelho era motivo suficiente para levá-lo a Roma para pregar o evangelho.
Ž Não me envergonho (1:16). A mensagem simples do evangelho pode ter sido ironizada pelos arrogantes, mas Paulo não se envergonhou, reconhecendo o poder da palavra (veja 1 Coríntios 1:18-31).
Nosso Único Guia (Romanos 1:17)
Os homens podem ser justificados diante de Deus somente quando eles demonstrarem fé - resposta adequada para a sua palavra. Paulo cita Habacuque 2:4 que nos mostra uma clara distinção entre o orgulhoso que segue seu próprio caminho, e o justo que manifesta sua própria dependência em Deus. Nós devemos ter a humildade e nos submeter a Deus e seguir unicamente a sua palavra.
A palavra de Deus fornece a direção completa que nós precisamos (Jeremias 10:23-24). As Escrituras fornecem tudo o que nós precisamos para estarmos equipados para servir a Deus (2 Timóteo 3:16-17). Deus nos tem dado todas as coisas que conduzem à vida e à santidade, nos capacitando a nos desfazer da natureza humana e ser participantes da natureza Divina (2 Pedro 1:3-4). Nós devemos ignorar as tradições, doutrinas e opiniões dos homens e aceitar a mensagem salvadora do evangelho (1 Coríntios 4:6). Somente assim, nós teremos a verdadeira comunhão com Deus (2 João 9).
Durante os séculos que se passaram, a partir dos escritos de Paulo, os homens têm tentado "melhorar" o poder de Deus para a salvação. Eles tentaram suplementar, abreviar, reduzir e alargar, mas foram incapazes de produzir qualquer outro caminho para escalar a barreira do pecado. Deus revelou. Paulo proclamou. Nós devemos obedecer. As boas novas de Jesus Cristo são a única avenida pela qual nós podemos ser redimidos da terrível conseqüência do pecado!
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

O Poder do Evangelho
Romanos 1.16
"Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego."
O Evangelho sem dúvida é o maior poder que liberta e provê salvação para o que crer.
I- O EVANGELHO E PODER DIVINO
a) Oriundo do propósito do Pai
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (Jo 3.16)
b) Manifestado na vida e sofrimento do Filho
"Quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará as vossas consciências das obras mortas, para servirdes ao Deus vivo?" - (Hb 9.14);
c) Aplicado a nós pela obra do Espírito Santo
"Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa." - (Ef 1.13)
II - O EVANGELHO E UM PODER SALVADOR
a) Nos salva do castigo do pecado
"Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego." (Rm 1.16)
"Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida." - (Jo 5.24)
"PORTANTO, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito." - (Rm. 8.1);
b) Nos salva do domínio do pecado
"Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?" - (Rm 6.16).
III - O EVANGELHO E UMA POTENCIA UNIVERSAL
a) Seus benefícios se oferecem a todos
"Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas." - (Mt 11.29);
b) Seu poder é suficiente para todos
"Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;" - (Jo 1.12);
c) Suas condições estão ao alcance de todos
"Mas que diz? A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a palavra da fé, que pregamos,"
A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo." - (Rm 10.8-9)
Conclusão Jesus nao mudou ,ele continua o mesmo salvando e transformando vidas.
Projeto Semear 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O Evangelho O Poder de
Deus para Salvar
(Romanos 1:14-17)
O dilema do homem é inegável: o pecado levantou uma barreira intransponível impedindo o acesso até Deus (Romanos 3:23; 6:23). Entretanto Deus está querendo ajudar, oferecendo resposta para os apelos desesperados dos homens (Romanos 7:24; Atos 17:27).
O livro de Romanos claramente nos mostra a necessidade de aceitar e obedecer o evangelho para se livrar do pecado e restaurar a comunhão com Deus. O evangelho é realmente o poder de Deus para nossa salvação (Romanos 1:16).
A Única Cláusula de Deus (Romanos 1:16)
A revelação do plano eterno de Deus para a salvação do homem atingiu seu ponto culminante no sacrifício de Jesus Cristo, e seu benefício na revelação do evangelho. Simplesmente não existe possibilidade de salvação sem Cristo (Atos 4:10-12). A morte de Cristo é essencial para a nossa salvação (Mateus 26:28). O evangelho é importante porque mostra como podemos ser salvos pela morte de Jesus. Nós podemos compartilhar da promessa em Cristo somente através do evangelho (Efésios 3:6).
Não existe nenhum relato bíblico de nenhuma pessoa sendo salva através de outro meio. Nós somos salvos quando ouvimos, cremos e obedecemos o evangelho (Romanos 10:8-17). Deus nos oferece uma saída para o dilema do pecado através do evangelho, o qual "se manifestou agora . . . para obediência da fé" (Romanos 16:25-26). Se rejeitarmos esta saída, não existirá outro caminho para a salvação.
A Única Incumbência de Paulo (Romanos 1:14-16)
Paulo, quem de perseguidor tornou-se pregador, mostra sua firme convicção de necessidade da obediência ao evangelho. Na introdução na sua carta aos Romanos ele nos dá uma das mais claras e estimulantes afirmações sobre a importância das boas novas de Jesus Cristo. Paulo disse:
Œ Eu sou devedor (1:14). Ele devia a mensagem salvadora para os outros, mesmo os desprezados gentios, porque era a única chance deles para a salvação.
Estou pronto (1:15). O entendimento de Paulo sobre o valor do evangelho era motivo suficiente para levá-lo a Roma para pregar o evangelho.
Ž Não me envergonho (1:16). A mensagem simples do evangelho pode ter sido ironizada pelos arrogantes, mas Paulo não se envergonhou, reconhecendo o poder da palavra (veja 1 Coríntios 1:18-31).
Nosso Único Guia (Romanos 1:17)
Os homens podem ser justificados diante de Deus somente quando eles demonstrarem fé - resposta adequada para a sua palavra. Paulo cita Habacuque 2:4 que nos mostra uma clara distinção entre o orgulhoso que segue seu próprio caminho, e o justo que manifesta sua própria dependência em Deus. Nós devemos ter a humildade e nos submeter a Deus e seguir unicamente a sua palavra.
A palavra de Deus fornece a direção completa que nós precisamos (Jeremias 10:23-24). As Escrituras fornecem tudo o que nós precisamos para estarmos equipados para servir a Deus (2 Timóteo 3:16-17). Deus nos tem dado todas as coisas que conduzem à vida e à santidade, nos capacitando a nos desfazer da natureza humana e ser participantes da natureza Divina (2 Pedro 1:3-4). Nós devemos ignorar as tradições, doutrinas e opiniões dos homens e aceitar a mensagem salvadora do evangelho (1 Coríntios 4:6). Somente assim, nós teremos a verdadeira comunhão com Deus (2 João 9).
Durante os séculos que se passaram, a partir dos escritos de Paulo, os homens têm tentado "melhorar" o poder de Deus para a salvação. Eles tentaram suplementar, abreviar, reduzir e alargar, mas foram incapazes de produzir qualquer outro caminho para escalar a barreira do pecado. Deus revelou. Paulo proclamou. Nós devemos obedecer. As boas novas de Jesus Cristo são a única avenida pela qual nós podemos ser redimidos da terrível conseqüência do pecado!
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
DEUS SEMPRE FAZ A COISA CERTA
“Deus sempre faz a coisa certa”. É essa a mensagem final que podemos extrair da história de Abraão.
Durante toda a história desse patriarca, vemos que suas experiências com Deus exalam a fidelidade divina. Ele explica que: Deus sempre faz a coisa certa, ainda que, para isso, leve muito tempo.
Quando passa muito tempo entre o momento em que Deus promete algo e o momento em que Ele cumpre Sua promessa, nós agimos como criancinhas que mal podem esperar pelo Natal. Não gostamos de esperar e temos medo de ser esquecidos. É fácil ver por que Abraão ficou impaciente. Quando tirou Abraão de Ur dos caldeus, Deus prometeu-lhe a terra de Canaã e muitos descendentes que se tornariam uma grande nação. Mas, depois de dez anos, Deus ainda não havia cumprido o que prometera.
Ele ainda não tinha um filho depois de dez anos e muitas provações, Abraão quis saber se o acordo continuava de pé. A Bíblia afirma: “Depois destes acontecimentos, veio a palavra do Senhor a Abrão, numa visão, e disse: Não temas, Abrão, eu sou o teu escudo, e teu galardão será sobremodo grande… Então, conduziu-o até fora e disse: Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes. E lhe disse: Será assim a tua posteridade. Ele creu no Senhor, e isso lhe foi imputado para justiça. (Gênesis 15:1,5,6) Mesmo depois dessa palavra de confirmação de Deus, Abraão ainda não sabia o que Deus estava tramando. Em um momento de dúvida, ele e Sara tentaram segurar as coisas em suas mãos gerando um filho por meio da criada de Sara. Mas os caminhos de Deus – e seu sentido de tempo – não são como os nossos. Ainda que o tempo possa parecer longo para nós, Deus sempre faz o que é certo e sempre cumpre Sua promessa. Abraão quer que nos lembremos disso. Deus sempre faz a coisa certa, ainda que o que Ele diz pareça absurdo.
Quando Deus disse a Abraão e Sara: “Certamente voltarei a ti, daqui a um ano; e Sara, tua mulher, dará à luz um filho”, Sara riu e disse: “Depois de velha, e velho também o meu senhor, terei ainda prazer?” (Gn 18:10,12). Embora logo negasse que tivesse rido, ela tinha uma boa razão para isso: Ela tinha 89 anos! Por que Deus esperou tanto para cumprir a promessa? A resposta é que Deus queria a total confiança de Abraão. E isso só acontece por meio da provação. Deus cumpriu sua promessa. No ano seguinte, Sara deu à luz Isaque – ainda que parecesse algo impossível. Nossa mente não consegue conceber todas as coisas que Deus é capaz de realizar. As palavras de Deus a Abraão resumem bem sua capacidade: “Acaso, para o Senhor há coisa demasiadamente difícil?” (Gn 18:14)
A tremenda prova de confiança veio Abraão quando Deus lhe pediu para sacrificar seu amado filho, Isaque. Por que Deus queria que Abraão matasse seu filho da promessa? Isso não fazia sentido, era totalmente ao contrario da promessa de Deus que iria fazer de Abraão uma grande nação. Naquele momento Abraão não perguntou ou duvidou. Ele simplesmente se levanta cedinho para fazer o que foi pedido. Depois de muitos anos fazendo perguntas, ele finalmente tentou ser obediente. Ele tinha aprendido o segredo de andar com Deus: Confiança e obediência. Deus tinha sido fiel a cada promessa que fizera, então, Abraão passou a confiar no Seu caráter.
Meditando sobre a história de Abraão, percebemos que não devemos tentar entender Deus mas sim obedecê-Lo em primeiro lugar.
“Deus sempre faz a coisa certa”. É essa a mensagem final que podemos extrair da história de Abraão.
Durante toda a história desse patriarca, vemos que suas experiências com Deus exalam a fidelidade divina. Ele explica que: Deus sempre faz a coisa certa, ainda que, para isso, leve muito tempo.
Quando passa muito tempo entre o momento em que Deus promete algo e o momento em que Ele cumpre Sua promessa, nós agimos como criancinhas que mal podem esperar pelo Natal. Não gostamos de esperar e temos medo de ser esquecidos. É fácil ver por que Abraão ficou impaciente. Quando tirou Abraão de Ur dos caldeus, Deus prometeu-lhe a terra de Canaã e muitos descendentes que se tornariam uma grande nação. Mas, depois de dez anos, Deus ainda não havia cumprido o que prometera.
Ele ainda não tinha um filho depois de dez anos e muitas provações, Abraão quis saber se o acordo continuava de pé. A Bíblia afirma: “Depois destes acontecimentos, veio a palavra do Senhor a Abrão, numa visão, e disse: Não temas, Abrão, eu sou o teu escudo, e teu galardão será sobremodo grande… Então, conduziu-o até fora e disse: Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes. E lhe disse: Será assim a tua posteridade. Ele creu no Senhor, e isso lhe foi imputado para justiça. (Gênesis 15:1,5,6) Mesmo depois dessa palavra de confirmação de Deus, Abraão ainda não sabia o que Deus estava tramando. Em um momento de dúvida, ele e Sara tentaram segurar as coisas em suas mãos gerando um filho por meio da criada de Sara. Mas os caminhos de Deus – e seu sentido de tempo – não são como os nossos. Ainda que o tempo possa parecer longo para nós, Deus sempre faz o que é certo e sempre cumpre Sua promessa. Abraão quer que nos lembremos disso. Deus sempre faz a coisa certa, ainda que o que Ele diz pareça absurdo.
Quando Deus disse a Abraão e Sara: “Certamente voltarei a ti, daqui a um ano; e Sara, tua mulher, dará à luz um filho”, Sara riu e disse: “Depois de velha, e velho também o meu senhor, terei ainda prazer?” (Gn 18:10,12). Embora logo negasse que tivesse rido, ela tinha uma boa razão para isso: Ela tinha 89 anos! Por que Deus esperou tanto para cumprir a promessa? A resposta é que Deus queria a total confiança de Abraão. E isso só acontece por meio da provação. Deus cumpriu sua promessa. No ano seguinte, Sara deu à luz Isaque – ainda que parecesse algo impossível. Nossa mente não consegue conceber todas as coisas que Deus é capaz de realizar. As palavras de Deus a Abraão resumem bem sua capacidade: “Acaso, para o Senhor há coisa demasiadamente difícil?” (Gn 18:14)
A tremenda prova de confiança veio Abraão quando Deus lhe pediu para sacrificar seu amado filho, Isaque. Por que Deus queria que Abraão matasse seu filho da promessa? Isso não fazia sentido, era totalmente ao contrario da promessa de Deus que iria fazer de Abraão uma grande nação. Naquele momento Abraão não perguntou ou duvidou. Ele simplesmente se levanta cedinho para fazer o que foi pedido. Depois de muitos anos fazendo perguntas, ele finalmente tentou ser obediente. Ele tinha aprendido o segredo de andar com Deus: Confiança e obediência. Deus tinha sido fiel a cada promessa que fizera, então, Abraão passou a confiar no Seu caráter.
Meditando sobre a história de Abraão, percebemos que não devemos tentar entender Deus mas sim obedecê-Lo em primeiro lugar.
DEUS SEMPRE FAZ A COISA CERTA
“Deus sempre faz a coisa certa”. É essa a mensagem final que podemos extrair da história de Abraão.
Durante toda a história desse patriarca, vemos que suas experiências com Deus exalam a fidelidade divina. Ele explica que: Deus sempre faz a coisa certa, ainda que, para isso, leve muito tempo.
Quando passa muito tempo entre o momento em que Deus promete algo e o momento em que Ele cumpre Sua promessa, nós agimos como criancinhas que mal podem esperar pelo Natal. Não gostamos de esperar e temos medo de ser esquecidos. É fácil ver por que Abraão ficou impaciente. Quando tirou Abraão de Ur dos caldeus, Deus prometeu-lhe a terra de Canaã e muitos descendentes que se tornariam uma grande nação. Mas, depois de dez anos, Deus ainda não havia cumprido o que prometera.
Ele ainda não tinha um filho depois de dez anos e muitas provações, Abraão quis saber se o acordo continuava de pé. A Bíblia afirma: “Depois destes acontecimentos, veio a palavra do Senhor a Abrão, numa visão, e disse: Não temas, Abrão, eu sou o teu escudo, e teu galardão será sobremodo grande… Então, conduziu-o até fora e disse: Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes. E lhe disse: Será assim a tua posteridade. Ele creu no Senhor, e isso lhe foi imputado para justiça. (Gênesis 15:1,5,6) Mesmo depois dessa palavra de confirmação de Deus, Abraão ainda não sabia o que Deus estava tramando. Em um momento de dúvida, ele e Sara tentaram segurar as coisas em suas mãos gerando um filho por meio da criada de Sara. Mas os caminhos de Deus – e seu sentido de tempo – não são como os nossos. Ainda que o tempo possa parecer longo para nós, Deus sempre faz o que é certo e sempre cumpre Sua promessa. Abraão quer que nos lembremos disso. Deus sempre faz a coisa certa, ainda que o que Ele diz pareça absurdo.
Quando Deus disse a Abraão e Sara: “Certamente voltarei a ti, daqui a um ano; e Sara, tua mulher, dará à luz um filho”, Sara riu e disse: “Depois de velha, e velho também o meu senhor, terei ainda prazer?” (Gn 18:10,12). Embora logo negasse que tivesse rido, ela tinha uma boa razão para isso: Ela tinha 89 anos! Por que Deus esperou tanto para cumprir a promessa? A resposta é que Deus queria a total confiança de Abraão. E isso só acontece por meio da provação. Deus cumpriu sua promessa. No ano seguinte, Sara deu à luz Isaque – ainda que parecesse algo impossível. Nossa mente não consegue conceber todas as coisas que Deus é capaz de realizar. As palavras de Deus a Abraão resumem bem sua capacidade: “Acaso, para o Senhor há coisa demasiadamente difícil?” (Gn 18:14)
A tremenda prova de confiança veio Abraão quando Deus lhe pediu para sacrificar seu amado filho, Isaque. Por que Deus queria que Abraão matasse seu filho da promessa? Isso não fazia sentido, era totalmente ao contrario da promessa de Deus que iria fazer de Abraão uma grande nação. Naquele momento Abraão não perguntou ou duvidou. Ele simplesmente se levanta cedinho para fazer o que foi pedido. Depois de muitos anos fazendo perguntas, ele finalmente tentou ser obediente. Ele tinha aprendido o segredo de andar com Deus: Confiança e obediência. Deus tinha sido fiel a cada promessa que fizera, então, Abraão passou a confiar no Seu caráter.
Meditando sobre a história de Abraão, percebemos que não devemos tentar entender Deus mas sim obedecê-Lo em primeiro lugar.
“Deus sempre faz a coisa certa”. É essa a mensagem final que podemos extrair da história de Abraão.
Durante toda a história desse patriarca, vemos que suas experiências com Deus exalam a fidelidade divina. Ele explica que: Deus sempre faz a coisa certa, ainda que, para isso, leve muito tempo.
Quando passa muito tempo entre o momento em que Deus promete algo e o momento em que Ele cumpre Sua promessa, nós agimos como criancinhas que mal podem esperar pelo Natal. Não gostamos de esperar e temos medo de ser esquecidos. É fácil ver por que Abraão ficou impaciente. Quando tirou Abraão de Ur dos caldeus, Deus prometeu-lhe a terra de Canaã e muitos descendentes que se tornariam uma grande nação. Mas, depois de dez anos, Deus ainda não havia cumprido o que prometera.
Ele ainda não tinha um filho depois de dez anos e muitas provações, Abraão quis saber se o acordo continuava de pé. A Bíblia afirma: “Depois destes acontecimentos, veio a palavra do Senhor a Abrão, numa visão, e disse: Não temas, Abrão, eu sou o teu escudo, e teu galardão será sobremodo grande… Então, conduziu-o até fora e disse: Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes. E lhe disse: Será assim a tua posteridade. Ele creu no Senhor, e isso lhe foi imputado para justiça. (Gênesis 15:1,5,6) Mesmo depois dessa palavra de confirmação de Deus, Abraão ainda não sabia o que Deus estava tramando. Em um momento de dúvida, ele e Sara tentaram segurar as coisas em suas mãos gerando um filho por meio da criada de Sara. Mas os caminhos de Deus – e seu sentido de tempo – não são como os nossos. Ainda que o tempo possa parecer longo para nós, Deus sempre faz o que é certo e sempre cumpre Sua promessa. Abraão quer que nos lembremos disso. Deus sempre faz a coisa certa, ainda que o que Ele diz pareça absurdo.
Quando Deus disse a Abraão e Sara: “Certamente voltarei a ti, daqui a um ano; e Sara, tua mulher, dará à luz um filho”, Sara riu e disse: “Depois de velha, e velho também o meu senhor, terei ainda prazer?” (Gn 18:10,12). Embora logo negasse que tivesse rido, ela tinha uma boa razão para isso: Ela tinha 89 anos! Por que Deus esperou tanto para cumprir a promessa? A resposta é que Deus queria a total confiança de Abraão. E isso só acontece por meio da provação. Deus cumpriu sua promessa. No ano seguinte, Sara deu à luz Isaque – ainda que parecesse algo impossível. Nossa mente não consegue conceber todas as coisas que Deus é capaz de realizar. As palavras de Deus a Abraão resumem bem sua capacidade: “Acaso, para o Senhor há coisa demasiadamente difícil?” (Gn 18:14)
A tremenda prova de confiança veio Abraão quando Deus lhe pediu para sacrificar seu amado filho, Isaque. Por que Deus queria que Abraão matasse seu filho da promessa? Isso não fazia sentido, era totalmente ao contrario da promessa de Deus que iria fazer de Abraão uma grande nação. Naquele momento Abraão não perguntou ou duvidou. Ele simplesmente se levanta cedinho para fazer o que foi pedido. Depois de muitos anos fazendo perguntas, ele finalmente tentou ser obediente. Ele tinha aprendido o segredo de andar com Deus: Confiança e obediência. Deus tinha sido fiel a cada promessa que fizera, então, Abraão passou a confiar no Seu caráter.
Meditando sobre a história de Abraão, percebemos que não devemos tentar entender Deus mas sim obedecê-Lo em primeiro lugar.
sábado, 7 de janeiro de 2012
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Prospere Mesmo em Meio ao Deserto
Isaque formou lavoura naquela terra e no mesmo ano colheu a cem por um, porque o Senhor o abençoou. O homem enriqueceu, e a sua riqueza continuou a aumentar, até que ficou riquíssimo. Possuía tantos rebanhos e servos que os filisteus o invejavam. Estes taparam todos os poços que os servos de Abraão, pai de Isaque, tinham cavado na sua época, enchendo-os de terra. Isaque reabriu os poços cavados no tempo de seu pai Abraão, os quais os filisteus fecharam depois que Abraão morreu, e deu-lhes os mesmos nomes que seu pai lhes tinha dado. Gênesis 26:12 a 18
Introdução
Falar de crise é tocar em um ponto nevrálgico para muitos. É colocar o dedo na ferida das emoções e mexer nas cicatrizes do passado. Crise sempre foi uma palavra temida no Brasil e praticamente qualquer brasileiro com mais de 25 anos já sentiu na pele seus nefastos efeitos. Talvez você seja um desses, e esteja neste momento sofrendo as dores de parto, digo da crise.
Até bem pouco tempo, era moda dizer que quando os Estados Unidos espirravam, o Brasil pegava pneumonia. Isso mudou: os EEUU pegaram quase uma tuberculose em 2008 e o Brasil teve apenas uma leve coriza. É... as coisas mudam: o que vale hoje, pode não refletir o passado e nem muito menos servir de garantia de sucesso no futuro. Que o [mau] exemplo dos EEUU nos sirvam de lição de humildade.
Eu também já fui vítima de crises. Na crise da Tequila (México), em 1994, houve um drástico corte nos concursos, época em que eu estava apto para passar no Concurso da Receita Federal, pois havia raspado a trave no ano anterior. Meus sonhos foram por água abaixo e a conquista de um cargo público na elite do funcionalismo demorou quase 15 anos para se tornar realidade.
Em 1998 eu perdi uma excelente oportunidade de trabalho por conta da crise da Vodka (Rússia) e, recém-formado, iniciei um turbulento período de desemprego que me levou a uma espiral de fracassos e decepções que culminaram em um processo depressivo. Nessa época eu descobri o que era o deserto de Deus, e até as minhas necessidades mais básicas eram atendidas quase no último instante e, não raras vezes, dependendo da boa vontade de outras pessoas. Quando eu estava passando por aquela situação, muitas vezes entrei em desespero e olhei para o céu me sentindo abandonado por Deus à própria sorte...
Mas, tudo isso passou, e eu venci. Às vezes, as pessoas nem fazem idéia de como eu posso extrair posts motivadores de tantas experiências amargas que tive, como foi o caso de minha coleção de fracassos amorosos (eu era um Don Juan às avessas #vergonha). Sabe, eu aprendi que é dos limões mais azedos que podemos extrair o melhor suco. E é isso que quase sempre faço (quando não estou falando bobagens, claro... risos) aqui no blog Desafiando Limites: fico espremendo minhas derrotas e fracassos, adoçando com humor e mexendo o caldo até virar um banquete aos famintos, desiludidos e decepcionados com a vida.
E é disso que vou falar: vencer a crise. Foi o que Isaque fez, venceu a crise em meio ao deserto e cercado de hostilidade de seus vizinhos. Como ele fez isso? É o que vamos descobrir, juntos, a partir das próximas linhas. Me acompanhe.
1. As dificuldades fazem parte da vida
Se existe uma coisa que precisamos entender é que as dificuldades fazem parte da vida, e que não existe um vida sem dificuldades. É assim que é a vida, e é assim que a vida é. Sabendo disso, ficará muito mais fácil você encarar as dificuldades (e oportunidades) de frente e fazer suas escolhas de modo consciente e consistente. Esteja ciente do que lhe aguarda após a próxima curva do rio, para não ser pego de surpresa. Você já deve estar escolado nessas coisas, mas não custa reforçar, certo?
Querem destruir nossos sonhos e enterrar nossos projetos: Isaque percebeu que, assim como existem aqueles que querem nosso bem e torcem por nosso sucesso, também existe a torcida do contra, os espíritos-de-porco, o supra-sumo do cocô de gato em pó, que batalha para nos levar ao fracasso e a desistir de nossos objetivos. Não fique dando atenção a quem quer comemorar a sua derrota, mas eleja alguém decente e vitorioso para se espelhar e motivá-lo a seguir em frente.
Querem roubar nossa herança: no deserto, quem cava um poço é dono. Isaque, como filho de Abraão, o desbravador de deserto e cavador de poços, era o legítimo herdeiro daqueles poços cavados por seu pai. Sabe, é triste e decepcionante descobrir que existem os parasitas do trabalho alheio, que vivem de sugar o resultado do esforço e suor do próximo (não, não estou me referindo aos políticos brasileiros e afins, mas que deu vontade... ah, isso deu). Esteja atento aos ladrões de herança, inclusive entre seu círculo íntimo.
Querem impedir nosso crescimento: nós fomos projetados para crescer, evoluir, amadurecer, enfim, avançar. Mas, tem gente querendo jogar açúcar no nosso churrasco e estragar a nossa festa. Se já não bastasse ser difícil crescer em meio aos problemas, ainda tem uns trolls safados insistindo em puxar o freio de mão de nossa carroça. Cuidado com quem você chama para se sentar ao seu lado na corrida da vida.
Querem nos expulsar do lugar da bênção: se tem uma coisa que me chateia é a incrível quantidade de pessoas invejosas ao redor do mundo. Como já dizia um pastor meu: basta você revirar uma pedra para achar um invejoso embaixo dela (junto com cobras, lagartos e outros bichos semelhantes). Para esse tipo de pessoa, não basta ela estar bem, você tem que estar na pior. Nosso sucesso parece incomodá-las, mas quer saber? Prospere em meio à crise, e deixe que eles se mordam de inveja. =)
Querem nos forçar a parar no meio do caminho: esse é o golpe mais baixo que existe, que é fazer você parar e desistir de tudo. Usando todo tipo de tática intimidatória, os arautos do fracasso não suportam ver você avançar enquanto tantos ficam para trás. Mas, o que muitos não conseguem perceber é que investindo esforços em nos fazer desistir, tais pessoas dão um testemunho silencioso que, paradoxalmente, acreditam em nosso sucesso. E temem que consigamos chegar lá. Que tal não desapontá-los? risos
2. As atitudes que fizeram a diferença
Em meio a tantos desafios, Isaque conseguiu prosperar em pleno deserto. Nos versos iniciais, vemos que ele semeou no deserto e colheu a impressionante cifra (ou safra... vai saber né) de 100 por 1! E mesmo tão próspero e abençoado, ele não ficou acomodado e deslumbrado com suas conquistas. Ao se tornar tão bem-sucedido, Isaque imediatamente atraiu os olhares invejosos dos filisteus, que não suportaram seu sucesso retumbante. Acontece isso todo dia, comigo, com você, com qualquer um que se destaque: ser tratado com desdém pelos invejosos de plantão.
Então, aconteceu o inevitável: Isaque foi expulso por causa de sua competência em ser excelente empreendedor. Uma vez, ao assumir um cargo num certo órgão (que não vou dizer qual... risos), eu comecei muito animado, saindo de um desemprego constrangedor, queria mostrar serviço e fazer as coisas do jeito certo. Eu não queria aparecer, galgar degraus ou obter status, eu queria apenas e tão-somente TRABALHAR e fazer jus ao meu salário. Era pedir muito?
Mas, não foi assim que me enxergaram... eu, sem saber, despertei inveja com aquela minha ânsia de trabalhar e fazer as coisas bem feitas. Fui humilhado e depreciado, marginalizado e colocado numa sala escura para perfurar e carimbar folhas. Uma colega de trabalho que soube da história chegou a dizer que eu havia sido punido por demonstrar que era competente! Tem base um negócio desses? #coisasdoBrasil
Fiquei indignado, mas pensei melhor e disse a mim mesmo: "bom, não adianta revoltar, então se eles não me querem aqui, vou fazer a vontade deles: estudar e sair para outro órgão melhor assim que puder!". Esquecido naquela sala com cheiro de mofo, eu pensava que era o meu fim, e olha que não tinha nem 3 meses que eu havia assumido!
Só que Deus estava olhando para mim e, para encurtar a história, pouco tempo depois eu fui convidado a assumir o lugar de quem me colocou na "geladeira". E a pessoa, para onde foi (não que eu quisesse assim, que fique claro)? Exatamente. Foi praquele lugar. Não, praquele não! Foi pro lugar que eu estava antes, o mesmo para o qual ela havia me mandado... risos #Deustremendo #Deusquesurpreende
Aprenda as lições de Isaque para, mesmo em meio à crise, prosperar e vencer.
Isaque cavou os poços antigos: aqui a palavra-chave é racionalizar esforços. Em administração aprendemos que racionalizar recursos e esforços significa aproveitá-los ao máximo, e fazendo uso de recursos antigos, mas ainda viáveis, Isaque demonstrou grande capacidade de gerenciamento na crise, pois identificou corretamente algo que poderia ser aproveitado sem despender muito esforço. Se já existe algo funcionando, por que não utilizar isso? Nem sempre começar tudo do zero é a opção mais sábia. Saiba avaliar o custo x benefício das decisões e poupar esforços para aquilo que é imprescindível.
Isaque cavou novos poços: a grande lição legada por Isaque neste quesito é iniciativa. Quando a solução anterior mostrou-se de curta duração, a necessidade de inovar e descobrir novas alternativas chegou. Muitas pessoas ficam estagnadas na vida justamente por não possuírem a capacidade de se reinventar em vista de uma dificuldade inesperada ou oposição cerrada. Tenha iniciativa, não fique preso aos velhos chavões, mas seja criativo e descubra novos caminhos para atingir o mesmo objetivo, pois isso vai levá-lo a subir novos degraus na escada da vida.
Isaque não ficou "arengando" pelos poços cavados: sabe qual é segredo sobre as contendas (arengas, em bom nordestinês)? É não ficar perdendo tempo com essas briguinhas tolas, pois seu intento principal é tirar nosso foco, e nos fazer desperdiçar tempo e recursos com essas coisas irrelevantes. Afinal, se eu sei que posso cavar mais poços, se eu sei cavar poços e sei onde cavar e obter resultado, por que perder tempo com bobagens? Resumindo em uma frase a lição de Isaque: não perder tempo e nem o foco.
Isaque não parou de cavar poços: Os filisteus sabiam que estavam diante de alguém capaz e inteligente, e sabiam que se deixassem ele seguir em frente, ele iria longe. Por isso, todas essas tentativas não tinham outro objetivo maior do que fazer Isaque desanimar e desistir, e então capturá-lo nesse momento de fraqueza e vulnerabilidade. Se você se encontra diante da tentação de desistir, é nesse momento que você deve envidar seus maiores esforços para vencer a batalha. A chave disso é não desistir de tentar.
Isaque insistiu até conseguir seu lugar de descanso: se tem uma coisa que eu preciso tirar o chapéu pra Isaque é que ele era uma pessoa insistente. Insistente no sentido de persistir, de correr atrás de seu objetivo, de não desistir de seus sonhos. As maiores tentações que já enfrentei, mesmo concorrendo com milhares de pessoas por uma vaga em um concurso público, não foi receio de não conseguir ser aprovado, mas uma perturbadora vontade de jogar tudo pra cima e me esconder no comodismo. Mas Isaque nos mostrou uma situação diferente, que não devemos abrir mão de nossos objetivos.
Isaque honrou a memória de seu pai: essa é mais uma virtude de caráter do que propriamente uma atitude que influencia a conquista de objetivos. Todavia, eu aprendo lições valiosas aqui. Isaque admirava seu pai, e tinha prazer em mostrar isso publicamente. Muitas vezes observo que uma relação saudável pais & filhos traz muitas vantagens, tanto para uns como para outros. Por exemplo, meu pai está de cabelos todos brancos e eu com algumas décadas de vida (nasci no século passado...), mas ele sempre me cumprimenta com um beijo. Sai inveja (risos)! Qual é a lição? Seja grato e não renegue suas raízes.
Comece a Cavar
3. Desentulhando os poços, o primeiro grande desafio
Uma coisa ainda deve ser dita de Isaque: ele era um homem de visão. Ele enxergava soluções onde os outros só viam problemas. Alguém poderia dizer: "Isaque, os filisteus entulharam os poços, e agora?". Ele tinha atitude de quem coloca a mão na massa e resolve, não fica empurrando o problema com a barriga, nem despachando para assessores de coisa-nenhuma, que nada fazem de útil e proveitoso. Não, senhor, Isaque era diferente. Ele compreendeu que as dificuldades abrem portas de oportunidades.
Mas, por que é primordial começar a tirar os entulhos de nossa vida para obter sucesso e prosperidade? Entulho é uma palavra bastante versátil e com vários significados, entre eles "lixo", "restolho", "imprestável", "sobras" e outros mais. Quando deixamos acumular entulho em nossa vida estamos entupindo os canais que podem nos trazer coisas novas e úteis. Os rios, por exemplo, também sofrem de "entulhamento", que é o processo quando se desmata as margens e eles perdem a proteção natural contra a erosão e vão acumulando areia em seu leito. Em outras palavras, eles acabam ficando assoreados. Alguns rios menores podem até morrer por causa disso.
Desentulhar sua mente pode ser o primeiro passo de uma caminhada vitoriosa. Para começar, tire de sua mente os pensamentos negativos, de frustração e decepção com o passado, pare de ficar se lamentando com os fracassos, e deixe de ficar colocando a culpa de seus erros nos outros. Outra importante atitude é deixar o comodismo de lado e colocar em prática ações que realmente farão diferença em sua vida. Agindo assim, você logo perceberá que sua mente voltará a funcionar melhor e as coisas fluirão como antes, quem sabe até melhor do que antes!
Às vezes, é preciso reconhecer que os entulhos são nossas desculpas de estimação, aquelas justificativas ridículas que usamos para tapar o sol com a peneira explicar porque ainda não conseguimos sair do marasmo. Sim, nossa mente necessita de um desentupimento das desculpas esfarrapadas se desejamos alçar voos mais altos e chegar mais longe.
Outro segredo para conseguirmos limpar a mente da sujeira é a humildade. Claro! Observe alguém limpando um poço: ele se abaixa, se ajoelha. Quer mais? É preciso ter coragem para sujar as mãos e fazer a coisa certa. Não se engane: você jamais conseguirá sair do atoleiro sem descer do salto e arregaçar as mangas.
Está na hora de parar de patinar e ganhar terreno na estrada da vida, e o momento de tirar o entulho de sua mente chegou. Procure ocupar sua mente com pensamentos úteis e atitudes positivas. Pode parecer ineficaz no começo, mas logo mais você vai perceber a diferença. Experimente!
4. Conclusão
Quando estamos em meio à crise, muitas vezes bate o desespero, e queremos agarrar a primeira oportunidade que aparece como se fosse a última tábua de salvação. É nas crises que nossa paciência fica reduzida a níveis ínfimos, nossa perseverança arrefece e a esperança desvanece no ar. A crise é uma momento singular que nos prova ao extremo e, quando pensávamos que já havíamos atingido nosso limite, descobrimos que a corda foi esticada além do que imaginávamos.
Um dos maiores desafios que enfrentamos na crise é manter a cabeça fria e a sensatez em dia, para que possamos raciocinar com clareza e perceber as nuances e sutilezas que alteram as circunstâncias que nos cercam. É preciso estar atento para discernir a mudança na direção do vento, antes contrário para favorável. Precisamos estar de pé e preparados para esticar novamente as velas e singrar os mares revoltos, mas em nova direção, rumo ao sucesso.
Eu, finalizando (ufa!) preciso confessar algo: não é fácil escrever algo de relevância para quem está na dependência de um "milagre". Eu mesmo já estive em situação semelhante, e sei que nosso maior desejo não é ler uma palavra de incentivo, mas obter a solução de nosso problema e a saída dessa desagradável situação. Eu entendo você, pois já pensei desse mesmo jeito, e não o culpo.
Todavia, permita-me um momento #sinceridade: não existe solução mágica para sair da crise. Às vezes, caímos de paraquedas bem no meio da crise, mas não existem saídas fáceis. Você, caro leitor(a), não tem alternativa: é sair ou sair, pois ficar não é a solução. E para sair da crise, você tem que colocar em prática o que eu disse e, é sério! funciona mesmo. Comece aos poucos, mas comece. Você vai ver que, quem sabe, a solução está bem pertinho de você, ao alcance da mão, mas é preciso um mínimo de esforço para conquistá-la. Quer saber? Vale a pena o esforço.
projeto semear 2012
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. Mas esse privilégio está ligado ao caminho da renúncia e de levar cada dia a sua cruz, seguindo a Jesus. O sofrimento já faz parte da vida de muitos missionários e, quanto mais penetrarmos nas regiões ainda não alcançadas, mais teremos contato com realidades de grande carência social e espiritual, de conflito com poderes das trevas, de violência, guerra e perseguição. Isso leva ao sofrimento do missionário e de sua família. Porém, muito mais do que isso, o confronto com o sofrimento do povo certamente vai perturbar profundamente o coração do missionário.
Como podemos enviar pessoas para lugares onde o sofrimento é uma realidade diária e muito forte? Alguns acham que isso não pode ser a vontade de Deus. Mas como foi que Deus enviou seu Filho? Com que garantia e segurança? Lembremo-nos de que Jesus disse: “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” (Jo 20.21; 15.20). Isso significa correr os mesmos riscos, vencer a mesma resistência, viver com a mesma expectativa de vitória, por meio do caminho da cruz.
Como podemos descrever o sofrimento na vida do missionário? Nas horas de guerra violenta que presenciei, o que me chocou mais profundamente foi ver pessoas feridas, caídas nas ruas sem ninguém poder socorrer, e ouvir as histórias das vítimas da guerra nos hospitais. Uma mulher sem braços que perdeu a única irmã, barbaramente violentada. Crianças atingidas por balas enquanto dormiam em sua própria cama. Ver a falta de recursos e a angústia dessas pessoas era profundamente perturbador. Mas Deus precisa de um instrumento para levar sua graça, amor e esperança a essas pessoas. É o sofrimento de saber da angústia de nossa família e não poder fazer nada para tranqüilizá-la. E as coisas sempre parecem piores do que são para quem as acompanha de longe. É o sofrimento de acompanhar o despertamento espiritual, a descoberta da graça de Deus por uma pessoa, que depois aparece mutilada, morta pela própria família.
Outro motivo de sofrimento é que as pessoas põem em nós uma carga de esperança de solução para seus problemas muito além das nossas possibilidades. Às vezes nos perguntamos: “O que estou fazendo aqui? Fará alguma diferença esse pouco que posso fazer?” É claro que fará diferença! Cada vida transformada, que recupera a esperança, a alegria e a razão de viver, a consciência de sua dignidade é uma grande vitória. Mas às vezes ficamos angustiados pelo muito que não podemos fazer e que de nós é esperado.
Há também os sofrimentos relacionados com a família que deixamos para trás. Muitos lutam e têm a obrigação de deixar pessoas e ministérios que amam para dar apoio aos pais idosos que precisam de sua presença. Outros sentem-se forçados a voltar prematuramente (o coração ainda quer ficar) para não comprometer a educação e o futuro dos filhos.
Além disso, há sofrimentos evitáveis, causados pela irresponsabilidade dos que enviam sem apoio verdadeiro, sem orientação e sem fidelidade no sustento financeiro. Isso gera profundas angústias e as igrejas terão de prestar contas a Deus da maneira como tratam os seus obreiros.
Qual é a nossa responsabilidade? Não podemos enviar missionários apenas invocando a bênção de Deus e depois lavar as mãos. A obra é nossa, como igreja brasileira. Precisamos estar bem perto de nossos missionários, acompanhando-os diariamente em oração, mantendo contato por e-mail, carta, telefone, de modo responsável (há lugares onde uma carta mal orientada pode causar muitos problemas). Podemos enviar uma pessoa para visitá-los, orar com eles e ouvi-los. Devemos recebê-los com muito carinho, cuidado e atenção quando vêm de férias, para que tenham um bom descanso e renovação física, emocional e espiritual, provendo suas necessidades. (Infelizmente, ainda há igrejas que cortam o sustento durante os meses em que o missionário está no Brasil, pois entendem erroneamente que ele “já não está fazendo o trabalho missionário”.)
Assim, há sofrimentos inerentes ao modelo de encarnação deixado por Cristo, para os quais o missionário deve estar preparado. Outros tipos de sofrimento podem ser minorados e é nossa responsabilidade fazê-lo, com carinho e amor pelos que estão na linha de frente.
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Antonia Leonora van der Meer, mais conhecida por Tonica, foi missionária em Angola por dez anos e, agora, é deã do Centro Evangélico de Missões, em Viçosa, Minas Gerais.81%2529.jpg)


